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- Testes para técnicos iniciantes no ramo de impressoras
Estes testes se destinam aos entusiastas, estudiosos e técnicos iniciantes a fim de treinarem a teoria tão necessária para o conhecimento do funcionamento das impressoras. Os testes aqui realizados foram feitos com base nos artigos anteriores a estes testes, logo é preciso estudar (fazer a leitura antecipada dos artigos mencionados).
- stand by, o ladrão dentro de casa!?
Stand by, vale a pena o custo desse conforto?
- Sistema de alimentação direta de tinta é bom? Bulk-ink !
Estudar as vantagens ou desvantagens da troca do sistema de impressão pelo Bulk-ink nas impressoras a jato de tinta
- Seria um HD externo ferramenta de trabalho de um técnico de impressora?
Apresentar o HD externo como ferramenta de trabalho não só para fotos, arquivo ou backup, mas para firmware,tutoriais-manuais de serviço,códigos das impressoras,etc.
- Sensores. Anotações de leitura
Possibilitar ao técnico o conhecimento dos tipos de sensores, suas funções e seu funcionamento na impressora
- Ruído na copiadora sharp 1641 ou 1645 parecendo engrenagem quebrada
Tentativa de solucionar o problema de ruído sem desmontar a carenagem da máquina
- Rendimento de um cartucho de toner
Como conseguir maior rendimento de um cartucho de toner para impressora a laser
- Registro (relê de controle da embreagem)
Possibilitar a compreensão das partes envolvidas no sistema de registro da impressora a fim de que se possa solucionar problemas
- Recarga ou Remanufatura do cartucho de toner vale a pena?
Apresentar a diferença entre recarga e remanufatura, optando por esta última, que vale a pena
- recarga e remanufatura de cartuchos de tinta ou toner, qual a diferença?
Apresentar a diferença entre recarga e remanufatura de cartuchos de tinta ou toner, mostrando que na remanufatura peças podem ser substituídas para evitar defeitos na impressora do cliente
- Qual impressora devo comprar?
Sugerir ao leigo ideias a fim de que possa decidir qual a impressora que atende às suas necessidades; dar a ele uma noção das diferenças entre tipos e modelos de impressoras existentes no mercado, para que possa com as sugestões decidir pelo que lhe é mais conveniente.
- principais defeitos em impressoras analógicas e laser
Estudo dos principais defeitos em impressoras a laser e copiadoras mais antigas, como atolamento de papel,buchas, vazamento de toner,pcr, fusor, cilindro, termostato, imagem clara, fantasmas na cópia,placas e sensores.
- Por que a tinta amarela do cartucho acaba antes?
Mostrar que as cores básicas "amarelo,cyan e magenta" combinam e formam outras cores e tons, sendo que o amarelo é mais consumido
- Para o Copista: Qual a relação entre papel e estufa?
Apresentar dicas para armazenamento do papel, ventilação e estufa para que não
- ozônio das impressoras, afinal, é ou não é prejudicial à saúde?
Ozônio e suas implicações no processo de cópia: náusea, dor de cabeça, ardência nos olhos, problemas respiratórios
- ORIENTAÇÃO PARA PROPRIETÁRIO PRINCIPIANTE DE IMPRESSORA
Orientações básicas e elementares para proprietário iniciante, a respeito de impressoras jato de tinta e laser
- Operadores e técnicos devem evitar riscos na tecnologia de impressão.
Possibilitar uma orientação para operadores e técnicos a fim de que evitem riscos decorrentes do trabalho com impressoras.
- O que fazer para o “cartuchinho” de tinta durar bem mais?
Fornecer sugestões práticas para que o usuário da impressora faça o "cartuchinho" de tinta durar um pouco mais
- Manual do usuário e Manual de serviço
Apresentar a diferença entre manual do usuário e manual de serviço, apresentando ao técnico o conteúdo necessário do mesmo, facilitando o reparo de impressoras
- Informática e segurança
O que pode ou não pode ser feito ao se trabalhar com equipamento eletrônico como micro ou impressora, informática exige segurança.
- Impressora e privacidade,suspeita de espionagem,será?
Possibilitar ao estudioso de informatica conhecer o desenvolvimento do sistema de impressão e seu possível controle pelas fábricas e órgãos governamentais. Esclarecer sobre a possível falta de privacidade, através dos "tracking dots".
- impressora e distúrbios elétricos
Distúrbios elétricos: subtensão, sobretensão, spike,sag, tensão residual, soluções
- Impressão sai quebrada em folhas distintas
Uma simples configuração da impressora resolve um problema de tamanho na hora de imprimir, adaptando o A3 para A4
- Importância da limpeza da pick-up roller nas impressoras jato de tinta e laser
Mostrar a importância da manutenção preventiva, fazendo a limpeza do pick-up roller das impressoras a jato de tinta e laser.
- Há relação entre Corona e Ozônio nas impressoras a laser ?
Apresentar a relação entre o fio de corona e o aparecimento do gás de ozônio nas impressoras a laser e os riscos à saúde.
- Funcionamento do cartucho de toner
Mostrar como funciona o cartucho de toner da impressora a laser nas suas diversas fases: carregamento triboelétrico, transferência, limpeza , etc.
- Ferramentas necessárias para manutenção de impressoras
Apresentar ao técnico as ferramentas básicas para trabalhar com segurança e tranquilidade no ramo de impressoras: ferramentas de montagem e desmontagem, reparos, limpeza e testes.
- Estudar para ser técnico no ramo de impressoras é bom?
Escolher a profissão de técnico em copiadoras, impressoras e multifuncionais requer o desenvolvimento ou aprimoramento de competências e habilidades esperadas para esta espécie de atividade profissional, portanto traçamos algumas sugestões a fim de que possam auxiliá-lo na hora de decidir.
- Eletrodomésticos podem causar interferência nas impressoras,computadores rádios e tvs ?
Indicar que eletrodomésticos que gerem picos de tensão podem interferir em aparelhos receptores, tais como computadores e impressoras
- E se a impressora não quer funcionar?
Dar ao leigo ou iniciante várias possibilidades para resolver problemas de impressão
- Dissecando imagens do processo revelador e fusor de cópias
Apresentar interpretação de imagem do funcionamento de impressora encontrada na internet, dissecando a mesma, de modo a compreendê-la
- Dicas para economizar energia com impressoras e computador.
Apresentar dicas a fim de que se economize energia ao final do mês com o computador e com a impressora
- defeitos na impressora jato de tinta
Principais defeitos na impressora jato de tinta. Impressora falha,apresenta ruído,não liga, não puxa o papel,trava o carro, puxa mais de uma folha...
- defeitos em placas de impressoras
Principais defeitos nas placas de impressoras
- Curiosidades: medidas,circunferência,história,símbolos…
Apresentar algumas curiosidades relacionadas ao ramo das impressões: medidas, equivalências, tomada,história,etc
- Cuidado com a eletricidade estática.
Suas mãos poderão estar carregadas de eletricidade estática e queimar um aparelho eletrônico.
- componentes eletrônicos, noções básicas para técnicos
Noções elementares sobre capacitor, resistor, diodo, circuito integrado (vantagens),regulador de voltagem e transformador.
- Como o toner é fixado no papel? Fusão.
Mostrar quais são as peças que compõem o fusor e sua funções no sistema de impressão, apresentando os principais defeitos decorrentes do mal funcionamento do fusor
- como funciona uma impressora a laser
Funcionamento de impressora a laser nas suas diversas etapas para produzir a cópia.
- Códigos sharp e HP:saber a que se referem,facilita localizar o problema.
Apresentar principais códigos, algumas soluções e como ressetar impressoras sharp, facilitando a manutenção
- Código L 4 na copiadora sharp 1641/1645…
Apresentar soluções para o problema do código L4 na sharp 1641 ou 1645
- Cilindro OPC e seu desgaste
CAUSAS DO DESGASTE DE UM CILINDRO NO CARTUCHO DE TONER DE UMA IMPRESSORA A LASER. Sua composição, ação da lâmina de limpeza, ação do ozônio, ação do toner, atrito, ângulo de abordagem
- Bobagens a evitar no uso do computador e da impressora
Dar ao usuário orientações sobre como proceder com impressoras e computadores visando ampliar a vida útil deles e possibilitando trabalhar sem problemas e com segurança.
- As impressoras e seus motores. Neste artigo, estudaremos o Motor de Passo.
Apresentar o funcionamento do motor de passo e sua importância para impressoras, incluindo vantagens, informações de diversos tipos
- Anotações sobre sharp 1641 e 1645
A intenção é apresentar anotações práticas sobre problemas e soluções para as copiadoras sharps 1641 e 1645. Outro objetivo é tentar identificar, nos diversos componentes, aquele que está causando o defeito para que possa ser reparado pelo técnico
- Anotações sobre remanufatura do cartucho HP CB 436a.
Indicar ao técnico as ações para remanufatura do cartucho de toner das impressoras a laser que usam o cb 436a
- ANOTAÇÕES SOBRE IMPRESSORAS HP LASERJET 1120 E 1522
Principais problemas, defeitos e suas soluções para as impressoras HP 1120 e 1522
- Anotações de testes com multímetro e pulseira antiestática.
Apresenta ao técnico valores máximos e mínimos para testes com multímetro em componentes eletrônicos e mostra vantagens no uso da pulseira antiestática
- Anotações de estudo sobre a energia elétrica
Noções básicas sobre eletricidade:corrente,tensão,resistência, fórmulas, frequência.
- Alguns testes úteis na impressora a laser
Testes úteis sobre lâmina de limpeza, fusão, vazamento de toner,etc.
- A impressora a laser colorida e a atuação da correia de transferência.
Apresentar o processo de formação de imagem na impressora laser colorida com atuação do sistema de correia de transferência.
- A importância das escovas e rolos de limpeza na manipulação do papel.
Apresentar a importância das escovas, cerdas e filamentos, além dos rolos de limpeza no combate à eletricidade estática.
- Você sabe como é formada a imagem nas impressoras (HP) a laser ?
Apresentar o processo de formação de imagem na impressora laser passando por exposição,carregamento, transferência, separação. fusão e limpeza
- Que é ITB (Intermediate Transfer Belt) e qual a função na laser colorida?
Apresentar a Correia de transferência intermediária e sua importância junto aos cartuchos de toner coloridos
Testes para técnicos iniciantes no ramo de impressoras
novembro 22, 2012 / Postagem por Professor Dario
Estes testes se destinam aos entusiastas, estudiosos e técnicos iniciantes a fim de treinarem a teoria tão necessária para o conhecimento do funcionamento das impressoras. Os testes aqui realizados foram feitos com base nos artigos anteriores a estes testes, logo é preciso estudar (fazer a leitura antecipada dos artigos mencionados).

clique aqui para abaixar o teste

Orientação

Ao clicar no link acima, você visualizará cinquenta testes sobre muitos dos artigos aqui desenvolvidos. O objetivo desses testes é avaliar sua leitura sobre os assuntos que envolvem a impressão em geral. Na verdade, é mais uma autoavaliação do qualquer outra coisa. É importante no sentido de checar seus conhecimentos sobre os assuntos técnicos desenvolvidos.

Acertando um bom número já é suficiente para elevar a autoestima, portanto interprete com um desafio, um obstáculo a ser transposto. Não conseguindo acertar um bom número de respostas,você entenderá que é necessário ler mais sobre impressoras e manutenção, estudar mais a teoria que envolve este assunto, logo servirá de estímulo para a aquisição de conhecimento.

Na vida prática temos muitos técnicos até experientes que não gostam de leitura, são práticos na solução dos defeitos, porém trabalhar com consciência e conhecimento do que faz é muito mais empolgante, mais gostoso entender o que era a causa do defeito e sua solução.

Esses são alguns dos motivos pelos quais preparamos estes testes que avaliam conhecimento do ramo das impressoras, é como se fosse uma volta à escola para reciclar conhecimento, atualizar informações, saber das novidades,enfim participar desse mundo globalizado que evolui a cada segundo.

Respostas

Há dois caminhos: você sai navegando, pesquisando, participando de fóruns e descobre o que precisa saber sozinho, como autodidata, ou se comunica conosco e lhe enviaremos as respostas a fim de que você  possa conferir como foi.  O importante mesmo é aceitar o desafio, pois às vezes pensamos que sabemos e estamos enganados.

Para refletir

Somos de uma geração que acredita nunca ser tarde para estudar, conhecer, aprender e antes tarde do que nunca; o conhecimento e o aprendizado só dignifica o homem. O saber preenche o nosso vazio interior, a nossa vontade de conhecer.

Bom teste.

stand by, o ladrão dentro de casa!?
novembro 15, 2012 / Postagem por admin
Stand by, vale a pena o custo desse conforto?
  vale a pena o gasto?

A vida moderna requer rapidez nas respostas dos aparelhos eletrônicos aos nossos comandos,  requer comodidade,  praticidade  e conforto na velocidade com que os  acionamos . Ninguém quer esperar a resposta da TV, ou do micro ,ou ainda das impressoras.

O stand by é a energia gasta em estado de espera, facilitando nossa vida, porém com elevado custo no final da conta, vejamos alguns exemplos que nos farão refletir:

O computador e o monitor levarão rs $ 0,04 por hora; sendo que o monitor é responsável por 80% da energia gasta pelo computador.

Uma lâmpada incandescente levará  rs $ 0,06 por hora.

Uma lâmpada comum entre rs $ 0,08 a rs $ 0,15 por hora.

Um refrigerador deve ficar entre 2 a 3º, qualquer coisa abaixo disso é desperdício; já um freezer deverá ficar entre 15 a17º;sendo que  a geladeira levará rs $ 0,10 por hora.

Um banho ficará por volta de rs $ 0,40 por hora

Uma máquina de lavar leva rs $ 1,00 por hora

Portanto, se em funcionamento o consumo custa caro, logo em espera deve ser equivalente, não?  Na verdade, o stand by eleva no final do mês mais de 10%  a conta de energia elétrica. Isto, na estação de inverno, aumenta bem mais.

Não poderia deixar de comentar também que milhões de seres humanos fazendo uso do stand by, implica num consumo muito maior de energia elétrica, fato este que o planeta não pode agradecer.

Nas impressoras, não recomendo o stand by, não só pelo custo que é acima do normal; mas pelo possível aquecimento no caso de ter sido esquecida  ligada. O gasto com a impressora a laser é maior ainda se comparado ao gasto da jato de tinta.

Sistema de alimentação direta de tinta é bom? Bulk-ink !
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Estudar as vantagens ou desvantagens da troca do sistema de impressão pelo Bulk-ink nas impressoras a jato de tinta
O que as pessoas desejam?

Se o objetivo for obter impressão colorida com qualidade de fotografia, vale a pena o investimento,inclusive pelo baixo custo com a tiragem de cópias, se comparado com o custo dos “cartuchinhos”.

Se o objetivo for obter mais rapidez de impressão, não vale a pena o investimento, pois a jato de tinta não é dimensionada como a laser,pois tanto com os “cartuchinhos” como com os reservatórios externos do Bulk, a velocidade é a mesma.

Se o objetivo for apenas econômico, vale o investimento, pois repor a tinta no reservatório externo é bem mais em conta do que comprar ou recarregar o “cartuchinho”; além disso a tiragem de cópias é bem maior.

Se a sua impressora a ser transformada é da HP, conforme o modelo, poderá ocorrer defeito  no mecanismo interno, principalmente , quando se ultrapassa o ciclo de tiragem de cópias da máquina, para o qual ela foi dimensionada de fábrica.

Caso sua impressora seja da Epson, por exemplo, é mais fácil instalar e os chips, em geral, aceitam reset.

É bom lembrar que as impressoras a jato de tinta têm um sistema de limpeza dos ” nano tubos ” ou micro canais, que é o caminho percorrido pelas ” micro ” gotículas de tinta e, para que não haja entupimento, é necessário que se copie, quase que diariamente um pouquinho, pois deixar uma jato de tinta sem imprimir nada, por muito tempo, é correr o risco da tinta endurecer nesses ” canais ” e entupi-los, ou entupir a própria cabeça de impressão.

Uma espécie de manutenção preventiva da impressora a jato de tinta é, portanto, fazê-la funcionar.

Na Epson, cujo sistema de cabeça de impressão é diferente da HP, o reparo ou reposição da cabeça de impressão é de  custo elevado e requer um técnico experiente.

Nas HPs o cartuchinho já vem com sua vida útil programada pelo chip, ou seja, vai durar “tantas cópias” e só, sendo que para alguns modelos não há reset.

É preciso, portanto, saber quantas cópias você vai tirar no mês a fim de ser viável a troca  do sistema.

É preciso estar consciente de que mesmo sendo nova a impressora, você perderá a garantia de fábrica.

É necessário saber também qual a finalidade da troca de sistema a fim de decidir pela maneira mais correta de agir.

Desta forma estamos sendo imparciais na análise da troca de sistema.

Seria um HD externo ferramenta de trabalho de um técnico de impressora?
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar o HD externo como ferramenta de trabalho não só para fotos, arquivo ou backup, mas para firmware,tutoriais-manuais de serviço,códigos das impressoras,etc.
Direto ao assunto

Normalmente, quando falamos em HD externo, pensamos como uma empresa que não pode, e com razão, perder seu dados, pois há clientes, fornecedores e funcionários envolvidos. Não sendo assim, pensamos como pessoas físicas com muitas fotos, muitos arquivos, muitos downloads que fizemos por considerarmos importantes e não queremos, de jeito nenhum perdê-los.

Pessoalmente concordo com tudo isso, pois backup é fundamental, tanto quanto manter um sistema antivírus atualizado, tanto quanto operar o computador ou qualquer periférico conscientemente.

Não é deste modo que abordarei o valor e a importância do HD externo, porque para um técnico, seja de computador ou de impressora, o uso desse HD vai além.

Trata-se de uma ferramenta única de trabalho, principalmente porque nela, devido à própria capacidade de armazenamento um técnico de impressora pode:

* Manter vistas explodidas de vários tipos de impressoras encontradas no mercado (e estas ocupam muito espaço num computador)

* Manter firmwares ( uma espécie de software embutido de fábrica num hardware), pois são um conjunto de instruções programadas para funcionar no aparelho eletrônico.

* Manter tutoriais úteis para saber como funciona, quais os passos a dar, em que ordem.

* Manter códigos de erros de impressoras (diversas listas de diferentes marcas)

* Ter à mão manuais de serviço, mesmo que não sejam da máquina em que se está trabalhando, pois muitos procedimentos de manutenção são semelhantes, ou ajudam na manutenção.

* Ter à disposição drivers e programas ou aplicativos que possam ser úteis

* Ter fácil e, na hora, programas de ajuste, programas de reset,manual de bulk ink.

* Poder consultar manual de remanufatura de cartucho de toner.

* Poder dispor de uma lista organizada  e confiável de fornecedores de insumos

* Etc. Etc. Etc.

Agora, o mais importante, poder levar tudo isso no bolso e fazer uso no próprio computador do cliente, agilizando o serviço, demonstrando organização e conhecimento. Nesse sentido, o HD externo é uma excelente ferramenta de trabalho. E veja que relacionamos neste artigo algumas coisas, pois há muito mais que se pode fazer. Basta criatividade e entusiamo pelo trabalho.

Sensores. Anotações de leitura
novembro 27, 2012 / Postagem por Professor Dario
Possibilitar ao técnico o conhecimento dos tipos de sensores, suas funções e seu funcionamento na impressora
Introdução

Os sensores fornecem ou recolhem informações que a placa lógica da impressora precisa saber durante o processo de cópia.  Os sensores recolhem informações  ou apenas  informam à placa lógica sobre o funcionamento das diversas unidades que compõem todo o sistema de impressão.  Os sensores informam, por exemplo, que há papel na bandeja, que ele foi tracionado, que está a caminho da unidade de revelação, que entrou no fusor ou saiu dele, que o fusor atingiu a temperatura ideal ou não, etc.   É como se conversassem com a placa lógica a fim de que ela gerencie corretamente a impressão.  Os sensores informam os circuitos lógicos e estes adotam os procedimentos preestabelecidos: normalmente interrompem a impressão ou acusam, em código, o erro que aconteceu.  Os sensores emitem sinais, geralmente elétricos e são muito sensíveis, portanto devem ser analisados com muito cuidado pelo técnico.

Tipos

São muitos os tipos existentes no mercado de copiadoras e impressoras: sensores mecânicos, sensores óticos, sensores termais,etc.

 Os sensores mecânicos são os mais simples, são formados por contatos de metal que podem, conforme a posição da haste ficar abertos ou fechados, emitindo uma informação para que os circuitos lógicos da placa decidam o que fazer, de acordo com o previamente estabelecido. Os sensores mecânicos são mais resistentes pelo próprio contato físico que têm com o papel, por exemplo, quando este percorre as diversas unidades e partes da copiadora.

Os sensores termais funcionam com os resistores e termístores, trabalham, pois, com temperatura. A alta temperatura do fusor precisa ser notificada para os circuitos lógicos da placa; digamos 220°, mas se a temperatura ideal não foi atingida, digamos que ficou no 180°, ou foi ultrapassada, imaginemos 240º, nestes diferentes casos, a impressora acusará, em seu painel, onde está o problema, normalmente para de trabalhar, trava e cabe ao técnico perceber como reparar o erro que o sensor informou, captou. É necessário lembrar que a temperatura precisa se adequada para a fusão do toner no papel.

Os sensores mais evoluídos são os sensores óticos, trabalham com a passagem ou obstáculo anteposto à luz.  São sensores mais aprimorados, menos sujeitos a desgaste, pois não estão em contato físico com nada no interior da impressora.  Estes sensores são mais caros porque têm maior vida útil, durabilidade; além disso se constituem de duas partes, a saber, os emissores e os receptores.  Os emissores são os famosos leds coloridos e os receptores são os já conhecidos transmissores fotossensíveis.  Funcionam com a presença ou ausência de luz, assim informam os circuitos da placa lógica tudo o que os sensores mecânicos indicam.

Problemas

Sendo o sensor do tipo mecânico, a primeira coisa a fazer é acioná-lo com as mãos delicadamente.  Sensor travado, obstruído, partido em suas alavancas, etc. devem ser reparados ou substituídos.  Muito importante para este tipo de sensor é medir sua resistência com o ohmímetro. Compare o valor com ele parado com o valor obtido com você acionando-o manualmente. O certo é haver mudança nesse valor, caso contrário, ele estará com defeito.

Sendo o sensor do tipo ótico, não pode haver nada impedindo a passagem da luz, como por exemplo resto de  papel rasgado, quando atolou na impressora. Não pode haver sujeira, inclusive a de toner que , eventualmente, vazou para o interior da máquina.  O sensor ótico acoplado ao cabo flat e dependente dele pode falhar, se o cabo flat estiver riscado, rompido em algum ponto das suas trilhas  ou sujo de tinta ou pó.

Sensor do papel

 Para detectar o movimento do papel, existe uma chave mecânica ou ótica que é acionada por uma pequena alavanca plástica. Esta alavanca é parte do sensor e quando não há movimento de papel, ela se posiciona para baixo, ficando dentro de uma abertura destinada a acolhê-la; porém se o papel estiver sendo tracionado, no momento em que atingir esta alavanca do sensor, , outro braço dessa peça é levantado entrando, por exemplo, no meio da chave ótica. Isto acontecendo, ela aciona um circuito da placa lógica, indicando que o papel chegou ali, está presente para prosseguir seu caminho sendo tracionado. Nesse momento inicia-se um temporizador, a mando da placa lógica.  Se tudo acontecer normalmente, o papel chegará à unidade fusora e sairá para o exterior da impressora.  Tudo isso precisa acontecer num tempo preestabelecido. O temporizador cuida disso. A alavanca cairá, deixando de acionar a chave e, portanto, interrompendo o temporizador que, por sua vez informará à placa lógica o tempo decorrido.    Caso o tempo seja maior que o  previsto, a impressão irá parar, ser interrompida, indicando no painel da impressora o atolamento do papel.  Algumas copiadoras ou impressoras mais desenvolvidas têm sensores que indicam a posição em que o papel parou na máquina, ou seja onde ele está para que seja retirado.

Ruído na copiadora sharp 1641 ou 1645 parecendo engrenagem quebrada
julho 21, 2013 / Postagem por Professor Dario
Tentativa de solucionar o problema de ruído sem desmontar a carenagem da máquina
Estalos

Vamos estudar uma das possibilidades de sanar o possível defeito, que é indicado como ruído de engrenagem estalando, batendo como se um dos dentes da mesma estivesse quebrado: lembra muito o defeito causado pela engrenagem que acopla o fusor da máquina; mas não é o caso.

Como proceder?

Percebido o ruído, retire da máquina a unidade reveladora, ou seja, a que contém o toner e o revelador e verifique se o agitador do toner está funcionando, isto é, girando perfeitamente. Aí está o primeiro passo: se ele estiver preso, manipule-o de modo a girá-lo manualmente, até que fique livre. Retire todo toner que estiver na lixeira, pois pode travar ou se espalhar pelo interior da máquina.    Recoloque a unidade na máquina e faça o teste para ver  se o barulho acabou.   Caso continue…

Retire novamente a unidade reveladora da máquina a fim de que possa retirar a unidade fotocondutora.

Desmonte a unidade fotocondutora  completamente e retire todo o toner que está sob o corotron (lâmina de alta tensão), tire as engrenagens, limpe-as, tire a bucha  e o condutor de toner (vareta em espiral), retire o toner e limpe as peças.

Aproveite para limpar os contatos elétricos, cilindro e seu ajuste na unidade, além de cuidadosamente limpar a lâmina de limpeza com álcool isopropílico.  Monte a mesma de modo a estar livre de todo toner, que se acumulou internamente. Não esqueça de colocar o pó lubrificante na lâmina de limpeza e no próprio cilindro, antes de remontá-la e fazê-la funcionar.

Coloque-a na copiadora e faça o teste.  Com certeza, se realmente não for uma engrenagem interna, o problema estará resolvido.

Vantagens

Verificando primeiro estas duas unidades, você não precisará desmontar muitas peças internamente à carenagem (carcaça), ganhando tempo na solução do problema; além disso, ficará evidente que se o problema não foi resolvido pelo método anterior, você estará no caminho certo para resolvê-lo de um modo mais trabalhoso, pois já excluiu os componentes acima, ou seja, unidade reveladora e fotocondutora.

Além disso, com peças limpas e lubrificadas , até a qualidade da cópia melhora.

Boa sorte!

Rendimento de um cartucho de toner
novembro 26, 2012 / Postagem por Professor Dario
Como conseguir maior rendimento de um cartucho de toner para impressora a laser
Introdução

Vários são os fatores que interferem no rendimento de um cartucho de toner. Até aproximadamente cinco recargas, a perda é pequena nos insumos do cartucho, porém já existe um desgaste, por vezes acentuado, em algumas peças.  Após esse número de recargas, as perdas começam a se manifestar e obrigam o técnico a uma série de análises, principalmente em relação à troca de algumas peças. Vamos refletir sobre a  que realmente é necessário voltar nossa atenção em relação ao cartucho de toner, inclusive refletindo sobre como o operador da copiadora trabalha ou configura a impressora.

Fatores

Ligar e desligar a impressora a laser várias vezes, implica em desgaste maior das peças no interior do cartucho. Isto acontece devido a várias rotações no sistema de impressão, que ocorrem antes, durante e após o sistema de impressão terminar o ciclo de fases necessárias para a revelação da imagem. Não convém, pois, ligar e desligar a impressora muitas vezes ao dia.  Esse desgaste não ocorre apenas com os componentes internos do cartucho de impressão, mas também com outros sistemas, como o de tracionamento do papel e o da fusão.  Além disso, soma-se o do próprio toner consumido, inclusive na lubrificação, e que acaba no depósito de lixo da impressora.

O modo de impressão é outro fator que afeta o rendimento. Todos sabemos que uma cópia de um texto que ocupa toda a folha irá exigir mais toner no preenchimento dos micropontos no papel, logo o modo  como imprimimos implica em maior ou menor rendimento daquele cartucho. Se regulamos para uma qualidade em negrito mais otimizada, nosso rendimento será menor; se regulamos para o modo rascunho, em prejuízo da qualidade, nosso rendimento de toner será maior.  Às vezes, para copiar um original de qualidade não muito nítida, regulamos o modo “mais claro, mais escuro”, de maneira que a cópia acaba ficando melhor  que o original. Isso acaba, no final, refletindo no rendimento do cartucho. É preciso, pois, encontrar um meio termo para que não ocorra prejuízo.

Vimos , portanto, que a densidade de impressão tem relação direta com o rendimento de um cartucho. Quando o original não é um chapado que ocupa toda a folha a ser copiada, porém são desenhos em linhas com grandes espaços vazios na folha, o rendimento é bem maior; 2000 cópias aproximadamente contra 1600 da cópia de originais totalmente chapados (hp 1120 ou 1522)

O desgaste dos insumos afetarão o rendimento porque estão em relação direta com ele, vejamos: uma lâmina dosadora ou niveladora que não formar uma camada de veludo em relação ao toner, deixará escapar primeiramente as partículas menores e depois as maiores, resultando em cópias excelentes no começo e ruins no final do trabalho de impressão. Nesse caso o rendimento cai porque  a mistura não é adequada, e cai também a qualidade da cópia.

Um vazamento de toner acabará resultando em perda de dinheiro, queda de rendimento, aumento do custo cópia e risco para a impressora, que fica sujeita a quebra de engrenagens, travamentos e todo tipo de percalço. Um vazamento pode ocorrer simplesmente porque deixamos de trocar duas buchinhas do rolo magnético ou deixamos de substituir um parafuso espanado, ou ainda porque  mantivemos um feltro ou selo de vedação fora do lugar ou gasto.

Uma carcaça de cartucho compatível de péssima qualidade implicará menor rendimento, além de causar inúmeros problemas mencionados anteriormente.  É preciso verificar se as duas partes do cartucho se encaixam perfeitamente, que não haja nada solto nelas, que não estejam trincadas, riscadas, batidas, enfim que haja vedação entre elas. Uma vez cheio, o próprio transporte e manuseio do cartucho deve ser adequado a fim de que nada escape de dentro dele: nenhum toner.

O rendimento do cartucho cai e muito, quando reaproveitamos toner usado, ou misturamos toner usado com novo. Ocorre contaminação entre os componentes, independentes se forem de mesma marca ou de marcas diferentes. Neste caso, cai o rendimento, cai a qualidade das impressões ou cópias e aumenta o risco de quebra de insumos no próprio cartucho.

Uma lâmina de limpeza muito usada, ou relativamente gasta, não formará o ângulo necessário para a limpeza do cilindro e recolherá mais toner, ou pior, deixará de recolhê-lo. Isto ocasionará defeitos na impressão, aumentará o desgaste das peças e o rendimento não será o ideal.

Um operador que não fizer uma moldura de papel branco, durante a cópia de um trecho de  livro menor que o vidro de exposição, trabalhando com a tampa da impressora aberta, fará uma cópia com moldura de faixa  escura ao longo da página. E o que é essa faixa escura senão toner gasto desnecessariamente.  E o rendimento, como fica?  O operador e seu modo de trabalhar poderá influenciar no rendimento daquele cartucho de toner, logo deve ser orientado sobre como proceder, ou seja, o livro é menor que o vidro de exposição, então devemos fazer uma moldura de papel branco em torno dele, expondo apenas o que precisa ser copiado.

A simples falta de atenção sobre o que copiar poderá implicar erros, tais como copiar sem selecionar apenas o que era necessário; então vem junto uma série de propagandas desnecessárias; copiar errado, ou seja , ultrapassar o que foi solicitado. Tudo isso diminuirá o rendimento do cartucho.

Finalizando

Devemos estar atentos ao serviço quando operamos uma impressora a fim de que consigamos extrair do cartucho tudo o que ele puder nos dar. Uma dica importante é a seguinte: quando o cartucho de toner indicar falta dele, através de falha vertical branca ou qualidade pior que a cópia em modo rascunho, é sinal que o toner acabou ou está no fim. Que fazer para extrair esse algo mais?  Podemos retirar o cartucho da impressora e agita-lo  para a frente e para trás, durante aproximadamente 2″, com certeza, conseguiremos ainda mais algumas cópias com qualidade se o estado do cartucho for adequado.

Registro (relê de controle da embreagem)
dezembro 9, 2012 / Postagem por Professor Dario
Possibilitar a compreensão das partes envolvidas no sistema de registro da impressora a fim de que se possa solucionar problemas
Registro

Os rolos de registro nas copiadoras em geral funcionam com a energia fornecida pelo motor principal.

Se o motor principal estiver funcionando, mas os rolos de registro não virarem, o problema pode estar no relê de embreagem que deve ser inspecionado. A embreagem eletromagnética é acionada pela placa lógica da impressora e deve também ser limpa para que funcione adequadamente.

Relê

Geralmente há dois relês: um deles é destinado ao rolo de pescagem do papel e outro destinado ao registro de cópias. São dois solenóides que também devem ser limpos, quando houver defeitos.

Funcionamento

Quando a impressão é iniciada, o relê do sistema de alimentação do papel deve ser ativado imediatamente. Se isto não ocorrer, há um problema elétrico e, neste caso, os suspeitos são: em primeiro lugar os próprios relês, e em segundo lugar seus respectivos circuitos de acionamento e controle.

A tensão elétrica, no início da impressão, deve ficar entre 10 e 20 volts. Se isto ocorrer, o problema estará no próprio relê, portanto mais fácil de ser resolvido com uma limpeza do solenoide; caso contrário, será preciso verificar  a placa controladora da parte mecânica do sistema.

Embreagem é constituída por engrenagens com encaixe, pino de travamento e mola especial. Deve ser desmontada cuidadosamente, limpa com delicadeza e até lubrificada com graxa especial.

Nada mais desagradável para um operador de máquina xerox do que o fato  de acionar o “start” da impressão e o papel para logo no início por problema nos rolos de  registro, solenoides, relês ou embreagem, pois o serviço na impressora não pode ser feito com o consequente travamento do sistema.

Há máquinas que possuem duas embreagens, alem de dois solenoides, logo toda atenção a essas peças é necessária.

Outros fatores

Descartamos aqui problemas estudados em outros artigos tais como pick-up roller gasto,  mola de elevação do papel na bandeja não funcionando, roletes fora de lugar, soltos ou mal instalados, rolo de tração com problemas, sensores obstruídos por sujeira, porque nosso objetivo é focalizar apenas o registro.

Solenóides

Embreagem

Recarga ou Remanufatura do cartucho de toner vale a pena?
dezembro 25, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar a diferença entre recarga e remanufatura, optando por esta última, que vale a pena
Resposta para Recarga

A simples recarga, ou seja, o enchimento do cartucho de toner, sem os devidos cuidados a serem tomados, não vale a pena. Por que?

São várias as possibilidades de acontecer o pior:

Iniciando pela contaminação de toner  sendo, eventualmente, de marcas diferentes, com composição química distinta: o tamanho das partículas de pó do toner que ficou no reservatório pode ser diferente daquele que será colocado e, neste caso, a lâmina dosadora deixará sair as partículas menores primeiro, depois as maiores,  logo a qualidade da cópia cairá, pois haverá menor densidade e o negrito do texto se transformará num acinzentado.

Outra possibilidade é a composição química ser diferente,portanto com aditivos plásticos e lubrificantes  diferentes também, logo haverá risco para a fixação do toner pelo sistema fusor e maior atrito entre peças.

Poderá ocorrer a quebra da lâmina de limpeza, logo na primeira cópia, principalmente pelo desgaste no ponto em que ela forma um ângulo ( ideal é de 30°)com o cilindro para varrer o toner para o depósito.

Não será levado em conta o estado de nenhuma peça (insumo) fundamental no processo de impressão, inclusive o estado do cilindro e, aqui, a probabilidade de faltar qualidade na impressão final é grande.

Por estes e outros motivos recarregar apenas não vale a pena.

Quem faz a recarga não vai assumir troca de peças, mão de obra que o cartucho exige  e garantia pelo trabalho de apenas recarregar , logo nenhum cliente merece esse tipo de serviço.

Resposta para Remanufatura

Esta vale a pena, quando bem feita, o cartucho fica novo, quase não se nota diferença, vejamos o porquê disso:

Quando se desmonta o cartucho, separando do mesmo as peças (insumos) envolvidos, a primeira coisa importante a ser feita é uma limpeza, de preferência com ar comprimido e pincel (se possível numa estação de trabalho), pois deve-se levar em conta a saúde do remanufaturador.

Essa limpeza, feita pós desmontagem do cartucho, se estende às peças envolvidas: Wiper blade ou lâmina de limpeza, Doctor blade ou Lâmina niveladora, Magnetic roller ou rolo magnético, PCR ou rolo de carga primária,  Drum ou cilindro, buchas ou colares, espaçadores, contatos, carcaça, molas, parafusos, pinos, etc.

Na limpeza da maioria dessas peças, além do ar comprimido, usamos pano macio e álcool isopropílico. Na carenagem do cartucho ou carcaça retiramos todo toner (pó) velho e, tudo isso, nos dá visualmente uma impressão geral sobre o estado das peças.

Partimos, pois, para a observação das mesmas: Ideal é que após algumas remanufaturas o cilindro (peça principal em termos de qualidade) seja trocado.  E na troca do cilindro, melhor será trocar também a lâmina de limpeza, pois as duas peças em contato se adaptarão por serem novas.

É muito comum trocar só o cilindro, aproveitando a lâmina existente, mas ela poderá romper mais facilmente porque perdeu a sua resiliência com muito uso, endureceu; logo a probabilidade de defeito é maior.

Na remanufatura, inspecionamos a lâmina dosadora com lupa, pois imperfeições ocasionarão vazamentos e baixa qualidade de cópia, inclusive deixando passar mais toner que  o necessário, aumentando o consumo (esse toner extra vai para a lixeira) e sobrecarregando outras peças.

Quando se faz remanufatura observa-se também se o rolo magnético não está riscado, se os parafusos que prendem os espaçadores não estão espanados, se os colares ou buchas do magnético estão muito largos.  Tudo isso pode causar grande perda para o cliente com vazamento de toner, sujando a impressora, formando uma névoa de pó, que poderá estacionar na placa lógica, causando mau contato ou obstruindo espelhos do laser, influindo na qualidade da impressão.

Concluindo a remanufatura é mais segura que a recarga, é um trabalho  perfeito, é possível garantir o serviço, porque é feito com consciência e responsabilidade por profissionais técnicos experientes.

Sou, por estes e outros motivos, favorável à remanufatura do cartucho de toner; por outro lado sou contra a recarga apenas por recarga.

Outras considerações importantes

* Sou favorável à remanufatura porque não concordo com monopólio exercido por multinacionais neste mundo globalizado e sem fronteiras em termos de tecnologia e conhecimento.

* Acredito que há empresas menores na proporção, porém grandes no conhecimento, capazes de produzir  insumos de ótima qualidade compatíveis com qualquer marca de impressora.

* Essas empresas a que me refiro geram empregos, criam renda, pagam impostos, sustentam a economia, uma vez que constituem a maior parcela produtiva na população, justamente por serem pequenas.  E, sendo menores, primam pela qualidade de seus produtos.

* Não só vale a pena remanufaturar como também vale a pena adquirir produtos  compatíveis, sempre mais em conta que os originais.

OBS.    Evidente que as pessoas devem procurar um local que faça remanufatura nos moldes colocados acima, porque há, como em toda carreira, aqueles que não são confiáveis.

* Finalmente sou favorável à remanufatura porque o mercado no mundo moderno permite liberdade de escolha tanto no consumo quanto na produção.   Por que pagar mais caro por um produto “original” se posso pagar o justo por um produto  ”compatível”, usado na remanufatura do cartucho ?

recarga e remanufatura de cartuchos de tinta ou toner, qual a diferença?
novembro 14, 2012 / Postagem por admin
Apresentar a diferença entre recarga e remanufatura de cartuchos de tinta ou toner, mostrando que na remanufatura peças podem ser substituídas para evitar defeitos na impressora do cliente
recarga

Quando o toner do cartucho acaba, o preenchimento com mais toner é a recarga, ou seja, colocamos o que falta ou enchemos porque acabou e só.  Na recarga não há correção e/ou substituição de peças.

remanufatura

É o certo a fazer porque envolve várias etapas, a saber: primeiramente deve ser feito um teste de impressão para avaliar a qualidade da cópia inicial; em seguida, abre-se o cartucho, desmontando todas as peças, limpando resíduos de toner , de preferência com ar comprimido, limpando contatos e peças.  Depois, mediante análise, avaliar se há necessidade de substituir peças ( cilindro, lâmina dosadora, lâmina de limpeza, rolo de transferência, rolo magnético, buchas, espaçadores,contatos, chips, etc.) e, somente depois disso recarregar o cartucho, remontar e fazer teste de impressão.

comparações

Na recarga o risco de ocorrer problemas é maior,pois poderá haver contaminação de toner, baixa qualidade de cópia, quebra de insumos, após curto período de trabalho, etc. A remanufatura já não oferece essas possibilidades, tendo em vista a obediência às etapas acima; o procedimento é mais seguro.

Observações

Um técnico consciente e conhecedor do cartucho de toner jamais fará apenas a recarga.  Ele observará o estado do cilindro fotocondutor e, se este estiver com riscos ou sulcos nas laterais, ou estiver com marcas que aparecerão na cópia, ou ainda tiver sido muito usado em recargas anteriores, o técnico responsável o substituirá.  Além disso, nunca deverá ser entregue ao cliente um cartucho que não foi testado, pois a lâmina de limpeza adaptada ao cilindro anterior, poderá apresentar defeito, quando colocada de volta junto com um cilindro novo.   O certo é trocou o cilindro, troque a lâmina de limpeza também.

Por outro lado, um técnico preocupado com qualidade de cópia, analisará os mancais do PCR na unidade de limpeza,pois podem estar corroídos pela eletricidade; analisará o próprio rolo de carga primária, pois a cópia ou impressão poderá sair totalmente escura; analisará a lâmina niveladora ou dosadora que é frágil, delicada e tem função importante no processo de impressão, enfim analisará até  a carcaça e seu estado para evitar vazamento de pó para o interior da máquina.

Isto posto, recarga nada tem a ver com remanufatura.

Exemplo de  objetos de análise:

Ao desmontar, observe na imagem que o parafuso que prende o espaçador não pode estar espanado, pois haverá vazamento de toner. Observe também a bucha ou colar na ponta do rolo magnético, não pode estar com folga excessiva, caso contrário o toner sairá por ela e sujará o contato que ela está vedando. Veja também o estado do rolo magnético, que não pode estar muito riscado, pois afetará a qualidade da cópia ou impressão.

Note que a lingueta do espaçador separa o cilindro do rolo magnético a fim de que o toner salte, regulado pela lâmina niveladora e também mantém o paralelismo  entre o cilindro e o magnético, portanto tudo deve ser visto quando se faz remanufatura.  Isto não ocorre na recarga.  Convém lembrar aqui o velho ditado que diz que às vezes, o barato sai caro.

Recarga ou Remanufatura do cartucho de toner vale a pena?

A resposta a esta questão estará num próximo artigo a respeito desse assunto por sugestão do leitor  Bobbye. Aguarde.

Qual impressora devo comprar?
dezembro 6, 2012 / Postagem por Professor Dario
Sugerir ao leigo ideias a fim de que possa decidir qual a impressora que atende às suas necessidades; dar a ele uma noção das diferenças entre tipos e modelos de impressoras existentes no mercado, para que possa com as sugestões decidir pelo que lhe é mais conveniente.
Refletindo

A decisão  pela compra de uma impressora jato de tinta por exemplo, confunde o usuário menos esclarecido, porque são inúmeras as marcas e os tipos existentes no  mercado. Sem orientação, fica muito difícil, diante de tantas opções, logo o problema está em como proceder. Aqui vão algumas dicas que poderão ajudá-lo na hora da compra.

Dicas

Procure perceber quais são as suas reais necessidades, este deve ser o primeiro passo. Eu quero uma impressora para fazer grande quantidade de  cópias ou poucas?  Vou imprimir fotos ou textos?  Preciso de rapidez na impressão ou não?  Quero uma com cartucho de tinta de 3ml ou 30ml?   Quero pagar rs 200,00  ou 1.000,00, ou mais ainda?   Se você não sabe responder, antes de comprar, procure pesquisar sobre o assunto; agora, por exemplo, se você respondeu “Vou tirar grande quantidade, irei imprimir principalmente textos, preciso de rapidez de resposta, quero algo acima de rs1.000,00.  Você não deve adquirir uma jato de tinta, e sim, uma impressora a laser.     Pelo que disse aqui, você já está refletindo sobre a impressora a jato de tinta que você quer.

Inicialmente decida-se entre que qualidade você deseja para as suas fotos impressas?  Há impressoras que trabalham com um cartucho de tinta preto e outro colorido. No colorido há três tintas: ciano, magenta e amarelo que, combinados com o preto, formam todas as cores necessárias para a impressão.  O problema é que são pequenos, duram muito pouco, acabam logo e custam caro, não aguentando grande tiragem.(Nossa!!!!)

Por outro lado, há impressoras que possuem quatro cartuchos, ou seja, um para cada cor anteriormente citada; claro que duram um pouco mais.  Mas duram só um pouco mais, custam caro, não são feitos para grande tiragem e podem oferecer problemas.  A desvantagem é que na jato de tinta de dois cartuchos, quando uma cor falha, não adianta as outras duas estarem bem, pois o cartucho não funciona direito, não combina as cores necessárias porque uma cor acabou, logo você deve trocar o cartucho inteiro, ou mandar carregá-lo.  Nas que usam quatro cartuchos, você troca  apenas a cor  que acabou, as outras continuam funcionando.

Outra coisa importante é se você vai usar preferivelmente papel sulfite comum ou fotográfico especial?  Isso interfere na qualidade. Vai fazer serviços profissionais, então você precisa de uma impressora com mais cores. Além disso será preciso respeitar o ciclo de cópias para o qual a impressora foi projetada, dimensionada. Por que?  Se você precisa executar impressão de 2.000 cópias mês, você não deve comprar uma jato de tinta que só aguenta em média 1.000 cópias, pois foi dimensionada de fábrica para atender essa demanda.  Caso você ultrapasse esse limite, ela irá dar dor de cabeça com quebra de peças, que não estarão aguentando o esforço de trabalho para o qual não foram criadas.

Pergunte a você mesmo se precisa de  que a impressora tenha leitor de cartão, ou entrada USB , se vai trabalhar com cópia apenas, ou impressão; se precisa ter sistema de digitalização ou não, enfim se vai estar ligada a um computador/monitor, pois tudo isso deve pesar na hora da compra.

Sugestão

O barato pode sair caro, logo escolha uma boa marca para evitar problemas de manutenção. Existem impressoras onde a cabeça de impressão está no próprio cartucho, outras , não.  Quando ocorre um problema, você troca o cartucho e está resolvido. No outro caso, é necessário trocar todo o conjunto. Pense nisso.

Fale com as pessoas que possuem impressoras, ouça o que dizem, reflita sobre os prováveis problemas narrados e depois de pesquisar marcas , tipos e modelos, decida em função de suas necessidades.

principais defeitos em impressoras analógicas e laser
novembro 13, 2012 / Postagem por admin
Estudo dos principais defeitos em impressoras a laser e copiadoras mais antigas, como atolamento de papel,buchas, vazamento de toner,pcr, fusor, cilindro, termostato, imagem clara, fantasmas na cópia,placas e sensores.
Atolamento de papel

Normalmente temos sujeira nos roletes de tração(limpar com álcool isopropílico),porém o próprio papel pode não ser adequado ou estar úmido. Além disso, se o papel parar, logo após ser tracionado pelo “Pick-up Roller”(rolete de tração e carga), antes de chegar ao cilindro, o defeito estará nessa peça, que deve ser trocada.

Nas analógicas, como a sharp 1641 ou 1645, o problema pode estar no sensor de registro de entrada do papel, pois o mesmo chega em momento errado e aciona a alavanca, ocasionando travamento do mecanismo e abortagem da impressão.

Complexo é quando o atolamento ocorre na entrada  do fusor porque pode ser a embreagem de partida do papel com sujeira; buchas do fusor gastas; buchas do rolo pressor gastas, colares gastos ou quebrados e até a engrenagem acopladora do fusor com dentes gastos ou partidos (neste caso, a máquina fica barulhenta, estala).

Se o atolamento de papel ocorrer na saída do fusor,percebemos que a folha para,  pouco depois de passar pela alavanca de acionamento do sensor de registro de saída do papel, que pode estar obstruída ou quebrada( neste caso, o papel apresentará dobras, vincos e tomará forma de uma sanfona.

Bandeja de papel

Nas copiadoras mais antigas, quando se insere a bandeja na máquina, a chapa de metal deve se elevar; caso isto não aconteça, verifique o mecanismo de elevação do papel: a parte plana da bandeja deve exercer pressão no papel que está de encontro com o Pick-up roller ou engrenagens de tração do papel.  Como o mecanismo de pescagem do papel está ligado ao motor principal, o  técnico deve verificar se ele está funcionando.

Espaçadores  do PCR no cartucho de toner

São de plástico e fazem a separação dos dois rolos: OPC e MR, ou seja, cilindro e rolo magnético(magnetic roller), forçando o pulo de uma partícula de toner de uma superfície para outra. O rolo magnético disponibiliza o pó de toner para o cilindro, pegando o mesmo do reservatório e a lâmina dosadora (doctor blade) dosa essa quantidade de pó que o magnético manda para o cilindro. Cuidado! Se os espaçadores estiverem com defeito, originam vazamentos, principalmente quando sujos ou danificados (presos por parafusos espanados) e esse vazamento irá se acumular nas bordas do cilindro, fazendo um sulco no mesmo. Teremos um OPC com o substrato de alumínio aparecendo  como se fosse um anel na ponta do cilindro.

São fundamentais para manter o paralelismo entre o cilindro e o rolo magnético

Chips: manuseio

A eletricidade estática, como vimos em artigo anterior detalhadamente, poderá queimá-lo ao simples toque dos dedos, logo a melhor saída é usar pulseira antiestática e pegá-los pelas bordas.  A maioria dos chips opera com alimentação de 2,5 a 3,0 v e os bits podem variar cem milhões de vezes por segundo, ora como zero, ora como um. Cada mícron equivale a um milésimo de milímetro.

Não se deve tocar no chip, pois a eletricidade estática pode queimá-lo; portanto segure-o pelas bordas e não force o encaixe.

Cilindro

Todo cilindro tem uma vida útil, pois sua camada de carga tem 0,2 mícrons de espessura e sofre inúmeros desgastes.  Como vimos em artigo sobre” o cilindro e seu desgaste”, essa vida  pode ser prolongada (um pouco) com alguns artifícios. Existem dois testes que permitem condenar o cilindro: nas cópias 100% pretas (tampa da máquina aberta) aparecem manchas brancas ou nas cópias 100% brancas, aparecem manchas pretas.

Cooler

Se o plug do exaustor ou cooler estiver desligado, haverá uma nuvem de pó de toner no interior da máquina, o que sujará espelhos, laser, lentes, conjunto ótico, impedindo a transferência de imagem com a qualidade esperada.

Os ventiladores, ou exaustores, ou coolers são fundamentais para manterem uma temperatura adequada ao funcionamento dos componentes eletrônicos

Cópias claras em copiadoras analógicas

Primeiramente verificar se o cartucho contem o pó, se está tonalizando, através do mecanismo agitador. Verificar a qualidade do cilindro, tempo de uso, desgaste; em seguida observar o vidro de exposição, depois os espelhos do laser( neste caso com a copiadora desligada).  Verificar a tela junto ao cilindro( corotron) sem manchas ou toner incrustrado, depois observar se o fio de corona não está arrebentado.

Este eixo pertence ao cartucho de uma sharp e é responsável por agitar o toner, facilitando o movimento e a mistura  do mesmo até chegar ao cilindro

Cópia com falhas nas letras

Falta coordenação no conjunto tracionador da copiadora e poderá ser: sujeira nos rolos de registro e/ou fusor(pressor), engrenagem quebrada, solenoide obstruído por sujeira, obstáculo no percurso do papel.  Importante é observar que se houver um “vão” entre a parte superior e a inferior da linha escrita (copiada) significa que o papel avançou mais do que deveria.  Se houver sobreposição, indica que a folha parou antes de atingir o cilindro, portanto avançou menos do que deveria.

Cópia sem imagem nas impressoras a laser

Ocorrendo preto total, o problema está no PCR que é o apagador eletrônico. Ele está sem contato, daí sem imagem.  Caso haja branco total, o problema está no rolo magnético com ausência de carga, logo sem imagem.  É preciso compreender que o cilindro é o terra, que descarrega a energia que vem do rolo magnético ou do PCR (rolo de transferência), equivalente ao fio de corona nas máquinas mais antigas. No caso do PCR com problemas, deve-se limpá-lo com álcool isopropílico ou com uma borracha escolar macia.

Este é o PCR ou apagador eletrônico do cilindro, deve ser limpo com pano seco, antes de ser montado sobre os mancais na unidade de reservatório, junto à lâmina de limpeza da HP 1120

Corotron ou tela

A copiadora que tem essa peça poderá apresentar uma faixa clara de mais ou menos 2 cm fora a fora na vertical (dica).  A solução é a seguinte: desmontar o cartucho do cilindro, limpar com pincel e ar comprimido inclusive a calha que fornece alta voltagem para carregar e descarregar o cilindro, retirar incrustrações da tela,pois não pode haver pó de toner agarrado nela.

Esta tela é responsável pela alta tensão com que o cilindro em algumas copiadoras é carregado eletricamente.

Defeito vertical

Aparecendo um risco preto vertical na folha poderá ser a lâmina dosadora ou a de limpeza com defeito, também poderá ocorrer do cilindro estar riscado, podendo também ocorrer por deformação no rolo de transferência (superfície do rolo de descarga estragada)

Faixa vertical clara

Conforme o uso, a lâmina dosadora vai perdendo a elasticidade: quanto mais usada, maior a perda; estando endurecida em qualquer parte do seu comprimento, aparece o defeito acima, logo deve ser substituída.

Falta de toner estando o cartucho cheio

Nas copiadoras analógicas isto pode ocorrer quando há pouco revelador, quando as engrenagens que movimentam o toner estão travadas, quando o sensor de toner está com problemas, quando a engrenagem ou o plástico interno que movimenta o cartucho está solto, quando ocorre vazamento de revelador ou de toner e ainda quando a engrenagem que movimenta o motor na carenagem da máquina está quebrada.

Fusor pesado

Ainda nas copiadoras antigas, um fusor deve produzir aproximadamente 40.000 cópias, a engrenagem que mais apresenta problema é a pequena, que fica no driver da máquina; quando há ruído, deve ser trocada.  Trocam-se também a engrenagem do rolo fusor, as buchas, os colares e, se necessário, o rolo pressor.

Imagem distorcida

Às vezes, a conexão dos cabos do laser é pobre ( falha,solta,ver flats), ou a conexão dos cabos da placa está defeituosa, ou ainda, há problemas nos espelhos poligonais do laser, incluindo sujeira

Impressão clara na HP

Inicialmente cilindro excedeu sua vida útil, além disso, rolo magnético sujo ou defeituoso (muitas estrias) e até as buchas do rolo magnético gastas, demasiadamente frouxas, fora do encaixe.

Lâminas e problemas

Deve-se evitar tocar a lâmina de limpeza acima, além disso é preciso muita atenção ao limpá-la com pano leve e seco, mais álcool isopropílico, sua constituição é muito delicada.

A lâmina dosadora (doctor blade) é de borracha de silicone, é de poliuretano ou estireno-butadieno; qualquer imperfeição nesta delicada peça causará defeito de impressão; sujando, borrando ou manchando a cópia. Ela não pode empenar, entortar, apresentar corte ou rugosidade.  A mesma composição e a mesma delicadeza caracterizam a lâmina de limpeza (Wiper blade) com uma agravante, pois a lâmina de limpeza deve ser resiliente ( após esforço, ter a capacidade de voltar à sua condição natural). A vida útil das lâminas, principalmente a de limpeza, pode ser melhorada com o uso de pó lubrificante (estearato de zinco ,cálcio ou nylon) ou ainda fluoreto de grafite, que tem a vantagem de ser condutivo.   Lâminas devem ser inspecionadas com lupas.

Esta é a lâmina niveladora ou dosadora que junto ao rolo magnético regula a passagem do toner para  o cilindro.

A cor meio amarelada das lâminas não indica defeito: são apenas manchas provocadas pelo toner e seus aditivos; também amarelam pela ação do ozônio, desde que não percam a resiliência.

Lixeira lotada

Quando a copiadora é mais antiga, não podemos deixar o compartimento de recolhimento de toner usado (lixeira) cheio, uma vez que pode causar travamento, quebra de engrenagens , além de sujar toda a máquina.

Marcas equidistantes na folha

cilindro com picote ou riscado, portanto com defeito.

Marcas de pneu

Cilindro gasto: estas marcas aparecem no sentido vertical da folha e, geralmente, na borda direita ou esquerda da página, indicando que o cilindro está gasto.

Metade da página é impressa

A outra metade fica em branco. Neste caso a mola do cartucho do lado que está branco não está na posição correta. A cada recarga ou remanufatura, devemos esticar essas molas externas.  Pode ser também o pino do cartucho do lado que está branco, instalado fora da posição recomendada.

Há duas molas que mantêm a pressão entre as duas partes do cartucho: unidade de revelação e unidade de limpeza; devem ser esticadas antes da montagem e instaladas corretamente

Papel amassando na saída da máquina

Quando um fusor amassa as folhas, geralmente é devido ao rolo de pressão, que pode estar em mau estado ou fora das especificações do modelo; ou gasto, ou ainda cortado, principalmente se a bucha estiver gasta.  Folhas com alto teor de  umidade podem ficar abauladas e até atolar.  Recomendamos uma estufa para aquecimento e consequente retirada da umidade do papel por evaporação.

Placa com defeito

Ao desmontar, devemos observar o seguinte: área da solda do componente queimada, circuito integrado chamuscado, capacitores vazando óleo, capacitores estufados na tampa, solda solta com componente balançando, solda chamuscada ou oxidada, cabos mal conectados, crosta de toner sobre a placa, fusíveis queimados, trilhas rompidas  por curto ou arranhões. Cuidado: quando se suspeita de um componente, deve-se medi-lo a partir da solda, ou seja, virando a placa. O aparelho usado na medição é o multímetro.

PCR com falhas

Ocasiona fundo cinza e imagem repetida.  Em algumas máquinas é substituído pelo  fio de corona.  Um PCR defeituoso não limpará a imagem do OPC, daí um aparecimento de fantasma na cópia, ou repetição da imagem anteriormente gerada.

Rolo magnético com problema

O encaixe do rolo magnético mantém o contato elétrico. Neste caso, o ímã deve ficar fixo nesse contato, pois o rolo é que se movimenta captando toner do reservatório. Não pode haver descuido na montagem, pois a imagem poderá sair distorcida: clara de um lado e escura do outro. Não devemos forçar o encaixe,  pois  poderá acontecer a perda do paralelismo entre o OPC e o Magnetic Roler.

Para disponibilizar toner para a revelação da imagem latente, o rolo magnético funciona como uma válvula dosadora, que regula a vazão de pó de toner, através de um limitador, que é a Doctor blade ou lâmina niveladora (dosadora).  Assim considerando-se uma perda de 4% por recarga, o rolo magnético desgasta-se e deve ser substituído, pois passa a alterar a densidade da imagem, que perde em qualidade de cópia.

Um rolo magnético oxidado deve ser trocado; se estiver desgastado ou sujo, irá disponibilizar menos pó para o cilindro, logo poderemos ter linhas horizontais claras na cópia.

Podemos perceber que um rolo magnético riscado não possibilitará boa qualidade de cópia

Sensor de papel e seu funcionamento (fusor)

Nas copiadoras analógicas, para detectar o fluxo ou movimento de papel, há uma chave ótica ou mecânica, acionada por uma pequena alavanca plástica.  Na condição normal, a alavanca fica para baixo, através de uma abertura no caminho do papel, quando não há papel passando por esse trecho. Quando o papel atinge a alavanca, esta é levantada, entrando na chave ótica, que por sua vez aciona o circuito na placa lógica, indicando que o papel está presente e iniciando um temporizador. Se tudo ocorrer normalmente, o papel será levado até deixar o conjunto fusor. A alavanca cairá novamente, desacionando a chave e interrompendo o temporizador, que informará à placa lógica o tempo decorrido.  Se o tempo for maior que o previsto, a impressão parará e será indicada a condição de atolamento:” paper jam”.

Termostato (fusão)

Quando o toner não se funde na folha, o problema está no termostato, que não atingiu a temperatura ideal para a fusão. Geralmente deve ser substituído, quando não consegue chegar à temperatura indicada no manual técnico da copiadora ou impressora.

Vazamento de toner

Pode vazar pelo reservatório de toner(buchas gastas), pode vazar porque o revelador está vencido(máquinas mais antigas), pode vazar pela lixeira (depósito de lixo), pode vazar pelas lâminas gastas, e até por peças e parafusos soltos.

As consequências são graves,vejamos: suja toda a impressora por dentro, podendo prejudicar as próprias lâminas e o cilindro; se o pó de toner ficar incrustado  nas engrenagens, poderá dificultar o trabalho das mesmas, forçando-as e até quebrando seus dentes de engate.  O vazamento é também prejudicial para as partes elétricas (termistores,termostatos,terminais de lâmpada,etc)   Um termistor sujo pode indicar temperatura errada, impedindo o funcionamento da impressora.

Se o vazamento for em excesso pode causar uma crosta no rolo fusor(unhas), pode se alojar sobre as placas, ocasionando curtos; o toner acumulado nas unhas pode provocar atolamento de papel; se estiver acumulado nos roletes de transferência, além de acelerar o desgaste dos mesmos, pode prejudicar o funcionamento em geral.   É fundamental combater vazamentos.

Por que a tinta amarela do cartucho acaba antes?
dezembro 13, 2012 / Postagem por Professor Dario
Mostrar que as cores básicas "amarelo,cyan e magenta" combinam e formam outras cores e tons, sendo que o amarelo é mais consumido

 

Cores

Os cartuchos de tinta das impressoras jato de tinta apresentam três cores básicas ” amarelo, cyan (azul) e magenta.  Estas três cores básicas combinam entre si e formam as demais cores, através das misturas.

A figura acima mostra duas dessas combinações: o vermelho é formado pela soma do amarelo sobreposto ao magenta.  O azul escuro é formado pela sobreposição do amarelo ao magenta e ao azul; portanto percebemos que na formação de apenas duas cores entrou na composição das mesmas o amarelo, considerado cor básica.

O amarelo entra na formação de todos os tons de azul e também na maioria das variações das  tonalidades das cores existentes.

Trata-se, pois, de uma cor básica excessivamente usada.

Observe atentamente  a figura abaixo que mostra a formação de algumas cores, veja de modo claro que o amarelo está sendo acrescido na mistura de vários tons ou cores

 

Respondendo

A quantidade de tinta nos cartuchos para cada cor é a mesma em geral para todas as impressoras jato de tinta.

Ocorre que embora seja a mesma quantidade para as três cores básicas, o amarelo é o mais usado; consome-se mais amarelo na composição dos variados tons de impressão ou nas variadas cores de impressão, por este motivo o amarelo acaba primeiro.

Sendo uma cor clara, o tipo de papel usado pelo operador da impressora ou exigido pelo serviço a ser feito também colabora para que o amarelo termine antes, independentemente de entrar na maior parte das misturas para formar variados tons de cores distintas.

Note que o verde é resultante de amarelo com azul, observe que o vermelho é resultante de amarelo com magenta, perceba que o amarelo entra na composição do preto; agora imagine diversos tons de azul, diferentes tons de vermelho e pense no preto intenso comparado com o preto mais acinzentado.  Haja amarelo!

Sugerimos a leitura do nosso artigo sobre a “maior durabilidade do cartuchinho de tinta da impressora”.  Quem sabe, você gastará menos amarelo, também menos das outras cores.

Para o Copista: Qual a relação entre papel e estufa?
julho 7, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar dicas para armazenamento do papel, ventilação e estufa para que não
INTRODUÇÃO

Na copiadora, uma estufa, construída em madeira ou com chapa de galvanizado, que abrigue, pelo menos dez pacotes de quinhentas folhas cada, é fundamental. Pode ser iluminada ou aquecida com uma lâmpada ou através de resistência elétrica, pois o importante é tirar a umidade da folha.

VANTAGENS

Um papel sem umidade possibilita uma cópia com melhor qualidade, o mesmo se aplica à impressão; além disso, o papel não prende na entrada, quando pescado pelo pick-up roller da impressora e não atola na saída, após passar pelo fusor; visto que está seco.

Outra vantagem está no fato de que não passará folha em branco, ou seja, grudada em outra, com prejuízo para o copista.

Agora o principal: a folha não sai encanoada, abaulada ou em forma de “cone”; pois  isto, quando acontece,  causa transtorno, pois a copiadora para, porque o próprio papel impede que as demais folhas passem, o próprio papel obstrui a passagem das folhas na bandeja de recepção de cópias prontas.

QUALIDADE

Muito importante é o copista utilizar de um papel cuja gramatura esteja de acordo com o funcionamento da máquina, visto que papéis muito finos poderão ficar enroscados, enrolados ou ensanfonados no fusor; sendo às vezes necessário desmontar a unidade.

Um papel de boa qualidade tem sua resma uniforme, isto é, o corte de quinhentas folhas é igual para todas; já um papel que não tem boa qualidade apresenta um corte em blocos; isto é percebido, quando se abre a resma, que parece formada por pequenos blocos uniformes de papel.

Todo papel solta o famoso ” pó ” de papel; evidente que o de melhor qualidade solta menos pó e o de pior qualidade solta mais pó, o que se for exagerado pode afetar o funcionamento da impressora.

MANUSEIO

Certas máquinas pedem que se ventile o papel antes de utilizá-lo, ou seja, agitar as folhas com as duas mãos a fim de separá-las; outras máquinas não aceitam essa ventilação; logo é preciso estar atento ao tipo de impressora que está sendo utilizada a fim de decidir o melhor.

Em qualquer situação não é conveniente soprar o papel devido a umidade existente no ar e micro gotas  que poderão ser emitidas.

Muito importante é o copista armazenar o papel a ser utilizado longe de lugar úmido e mal ventilado; mesmo na estufa, a resma aberta deve permanecer no invólucro adequado

ozônio das impressoras, afinal, é ou não é prejudicial à saúde?
novembro 14, 2012 / Postagem por admin
Ozônio e suas implicações no processo de cópia: náusea, dor de cabeça, ardência nos olhos, problemas respiratórios
Introdução

Impressoras antigas de diversas marcas têm um filtro de ozônio. Esse gás é produzido no momento da impressão através da alta voltagem dentro da mesma. Foi descoberto na Irlanda por John Tyndall em 1840. O oxigênio tem 2 átomos e o ozônio tem 3 átomos de oxigênio, sendo formado através das reações de descargas elétricas. Sendo prejudicial à saúde, o ozônio é contido (filtrado)  nessas copiadoras mais antigas através de um filtro.

Perigo

As partículas liberadas pelas impressoras a laser são tão pequenas quanto as da fumaça do cigarro, quando se infiltram nos pulmões causam os mesmos tipos de danos: são partículas submicrométricas, tanto as do ozônio como as do pó de toner, que, quando inaladas, apresentam potencial cancerígeno e facilitam o aparecimento de doenças cardíacas e pulmonares.

Trabalhar ao lado da impressora, muitas horas ao dia, é tão perigoso quanto estar ao lado de um fumante num ambiente fechado. Os estudos feitos revelaram que essas partículas de pó de toner e gás de ozônio provocam nauseas, dores de cabeça, indisposição em geral, problemas respiratórios,alergias e envelhecimento precoce da pele.

Soluções

Um filtro de ozônio dura em média um ano e deve ser trocado após esse período,corresponde a mais ou menos 30.000 cópias; com o passar do tempo, esse filtro fica prejudicado pelas partículas de pó de papel, dentro das impressoras, pela fumaça em geral, incluindo a do cigarro, pelo ar poluído do ambiente, pelo próprio pó de toner e acaba entupido, não filtrando pois, mais nada. Trocar o filtro é uma solução razoável e ponderada

Outra solução é colocar a impressora em local ventilado, distante 20 cm da parede a fim de que haja ventilação. Ideal é que a temperatura ambiente esteja entre 15 e 30º com uma umidade relativa do ar entre 20 e 70º.  Muito importante também é que o operador da máquina fique a uma certa distância, quando o serviço é demorado.

Conclusão

Prevenir é o ideal: assim como o reciclador ou remanufaturador que trabalha com o pó de toner deve usar uma estação de trabalho para não correr riscos, o operador de copiadoras antigas ou impressoras a laser modernas deve trabalhar em local ventilado, guardando relativa distância em serviços demorados, verificando a possibilidade de troca dos filtros a cada ano ou 30.000 cópias.

Muito importante, além das luvas para manusear o toner, é utilizar máscara, tipo cirúrgica, facilmente encontrada no comércio.

Este é o filtro de ozônio do qual estamos falando.  Neste caso temos um cujo prazo já venceu, haja visto a coloração escura, dada por um grande número de cópias ou impressões.

ORIENTAÇÃO PARA PROPRIETÁRIO PRINCIPIANTE DE IMPRESSORA
novembro 22, 2012 / Postagem por Professor Dario
Orientações básicas e elementares para proprietário iniciante, a respeito de impressoras jato de tinta e laser

Introdução

 

                Se você adquiriu uma impressora jato de tinta ou laser, a primeira coisa importante é ter em mente que na jato de tinta o que mais causa problemas e defeitos é decorrente de sujeira e o coração da jato de tinta está nos cartuchos de impressão ou na cabeça de impressão, conforme a marca adquirida.

 

Limpeza na jato de tinta

 

                Para mantê-la limpa por fora é mais simples: pano macio e produto adequado encontrado no mercado com várias marcas e utilidades; agora, por dentro, você poderá, sem medo, fazer o seguinte: abra a tampa que dá acesso aos cartuchos e, com vaselina líquida, lubrifique o eixo por onde corre e está presa a cabeça de impressão; faça isso para evitar que o carro bata e acabe por causar problema no elevador de limpeza, que essas impressoras têm.

                Outra coisa, aprenda a retirar e colocar os cartuchos, que são apenas encaixados na cabeça de impressão. Sabendo retirá-los e colocá-los, facilita muito se porventura um deles apresentar problema. Colocando um cartucho colorido sobre uma folha de papel toalha, deverá haver três cores,sendo uma paralela a outra: ciano (azul). Yelow (amarelo) e magenta (quase vermelho). Se uma das três cores estiver faltando, esse cartucho deverá se substituído. Não querendo retirar o cartucho, um teste poderá ser feito clicando em propriedades e solicitando “imprimir página teste”, conforme a marca e o modelo, o caminho no PC ou na impressora pode ser outro para chegar ao mesmo teste.

Nunca toque nos contatos elétricos do cartucho ou nos chips, se houver, com os dedos, pois você poderá descarregar energia estática sobre os mesmos, queimando-os ou torrando-os; aliás, nunca toque em nada cor de cobre dentro da impressora, sem ter noção da função daquela peça.  Se a tinta escorreu para os contatos eletrônicos do cartucho, tente primeiramente retirar o excesso com papel toalha ou pano bem macio, passando depois álcool isopropílico, bem diferente desse álcool vendido em supermercado.  Se for usar água, somente água destilada, ou deionificada.

Limpeza na laser

 

A impressora a laser por usar toner pó, que nada mais é do que tinta seca com aditivos, requer uma limpeza diferente, quando houver vazamento de toner direto do cartucho. Deve-se retirar o cartucho da máquina (desligada) e aspirar o pó interno dentro do que for possível e visível, sem forçar, tomando cuidado para não tocar com a ponta do aspirador as partes sensíveis: tanto as de plástico, como aquelas que têm contato elétrico (cor de cobre)

Após aspirar o interior da impressora, deve-se conferir a limpeza passando um pano macio, que não solte fiapos para dentro da máquina e, por último, observar o cartucho que, se continuar vazando, deve ser encaminhado a um técnico.

 

Evitando atolamento de papel

Muito importante é ser delicado na retirada do papel que ficou parado, ou preso, ou ainda atolado dentro da impressora. Em qualquer que seja o atolamento, o papel deve ser puxado na direção do operador da máquina vagarosamente.  Um pedacinho rasgado, uma pontinha que fica, poderá impedir o funcionamento da impressora, principalmente as mais antigas.  Nas impressoras  a laser modernas, você retira o cartucho e a folha praticamente está solta nas suas mãos. Evite ,portanto, que o papel rasgue durante a retirada; confira sempre se ele saiu inteiro. Conforme a marca, será necessário abrir a porta traseira ou a tampa frontal da impressora para ter acesso a ele.

Estufa para papel resolve?

Uma dica muito importante para evitar problema de papel parando a toda hora e atrasando a vida do operador é deixá-lo numa estufa durante aproximadamente uma hora. A estufa nada mais é do que uma caixa de madeira, onde possam ficar empilhados mais ou menos quatro pacotes de papel  sulfite  A4, aquecidos por uma lâmpada acesa.

A umidade faz com que o papel saia da impressora abaulado, dificultando o manuseio do mesmo, às vezes a umidade faz com que a impressora amasse o papel, principalmente se você está fazendo  um trabalho de cópia que envolva frente e verso.

Essa estufa “caseira” resolverá todo problema descrito acima e permitirá que a impressora trabalhe normalmente.

Às vezes, é necessário voltar na estufa o papel que já foi impresso de um lado a fim de que, ao fazer o verso, ele não amasse.

 

Capacidade da impressora

    Quer evitar problema de manutenção, respeite o limite ou ciclo de cópias mensal para o qual a impressora foi dimensionada, caso contrário você estará forçando todo o equipamento para um trabalho que vai além da capacidade das peças dimensionadas para  essa máquina. Se o trabalho a ser feito é grande, divida-o em partes, de maneira que a impressora possa esfriar: uma laser trabalha com o fusor a 220° ou mais; imagine o calor.

 

Alerta

Um grande inimigo das impressoras é o grampo de grampeador que, por descuido, ficou sobre o papel a ser impresso e viajou para o interior da impressora. Conforme o estrago, há peças para as quais não há recuperação, por exemplo, um cilindro, uma lâmina, um rolo pressor ou fusor; e algumas são muito caras. Desnecessário falar que bater com força as portas ou tampas de qualquer impressora, sendo um material plástico, há grande possibilidade de quebra ou desvio de sensor e, por consequência mau funcionamento. Cuidado ao pressionar os comandos no painel frontal, mais cuidado ainda com o vidro nos caso das multifuncionais.  Há um limite de peso e deve-se evitar qualquer produto abrasivo na limpeza do mesmo.

Como proceder na cópia

Imagine que você tem algumas páginas de um livro para copiar, portanto você levantará a tampa superior, colocará o livro sobre o vidro e iniciará o processo de cópia. Se esse livro for menor que a área de cópia da impressora, ela vai preencher toda a parte excedente (branca) com toner preto, por exemplo. No final o gasto de toner foi maior que o necessário e a cópia saiu com uma faixa preta.  Faça uma moldura de papel branco em torno do livro, prenda com durex e no final você terá um trabalho limpo, apresentável e com baixo custo de cópia.

Uso de software

 

Explore todos os recursos possíveis da impressora e no caso da jato de tinta, procure selecionar a opção cópia otimizada, pois ela força menos os componentes, já que trabalha de forma mais lenta que o normal; a vantagem é que você terá mais qualidade de cópia. Outro recurso é informar à impressora sobre a mídia e seu tamanho, por exemplo:papel sulfite A4 ou papel fotográfico de gramatura 150 ou 170, assim por diante. Algumas impressoras mantêm uma fila de impressão, sempre que possível ou necessário, esvazie a fila a fim de evitar travamentos ou repetir o que já foi impresso.

Dicas úteis

 

Evite ligar e desligar a impressora várias vezes ao dia, pois a cada ligação, ela inicia um processo de limpeza  na cabeça de impressão, e isso não é bom, pois desgasta mais rapidamente S e você é fumante, não fume enquanto trabalha com a impressora, pois as partículas de fumaça podem causar corrosão interna nos delicados circuitos da impressora. Outra coisa, poeira é inimiga da informática, pois um grão de poeira num cd é como uma rocha numa folha de papel. Procure ouvir se o cooler (ventilador) está funcionando bem, pois o calor pode causar problemas, principalmente na impressora à laser; mantenha a impressora nivelada sobre a mesa, combata os insetos: podem causar curtos; a formiga, por exemplo, libera ácido fórmico, que é corrosivo; não exponha sua impressora ao sol, nem a paredes úmidas; mantenha a mesma distante da parede pelo menos vinte centímetros, para que haja boa ventilação, arejamento e resfriação. Limpe manchas que surjam na tampa que vai sobre o vidro onde se faz cópia, pois poderão aparecer na cópia; por segurança, ligue sua impressora num filtro de linha, ou módulo isolador, ou ainda em um no break, para evitar os  distúrbios da rede elétrica. Evite instalar sua impressora num  local onde o piso seja de carpete, pois o acúmulo de eletricidade estática será bem grande; utilize o manual do usuário sempre que houver dúvidas quanto ao procedimento, isto evita inúmeros transtornos. Pode acontecer de a impressora não ligar, verifique primeiro o filtro de linha, ou o módulo isolador, ou até mesmo o no break, pois todos têm um fusível, variando entre 0,2 e 0,3 amperes. O fusível é um pedaço de fio, geralmente cobre ou estanho, que queima, ou funde, ou parte, quando a corrente elétrica ultrapassa um valor; portanto você poderá achar que o defeito está na impressora, sendo que, na verdade, o que queimou foi o fusível de um dos aparelhos de proteção ao qual a impressora estava ligada.

Multifuncional

Ao decidir pela compra, uma multifuncional é melhor, pois imprime direto da WEB, que é o que uma impressora faz, copia direto do vidro, que é o que uma copiadora faz, escaneia, ou seja, digitaliza um documento para dentro do computador. Algumas multifuncionais vêm com fax, melhor ainda; portanto uma multifuncional é bem prática e completa. O local de recarga do cartucho deve ser confiável porque uma tinta de má qualidade poderá comprometer os microcanais da impressora jato de tinta, implicando muita manutenção e pouca produção.

 

Compensa fazer muitas cópias na jato de tinta?

 

Não compensa, principalmente se você estiver utilizando cartuchos novos e de pequena capacidade. O custo cópia não valerá a pena, pois o número de cópias será pequeno. Também não compensa fazer muitas cópias, se o cartucho de tinta for remanufaturado, além do que, você poderá estar forçando o ciclo de trabalho para o qual a multifuncional foi dimensionada. Estou me referindo a cópias em preto e branco, pois fazer grande quantidade de cópias  coloridas, compensa menos ainda. Se você tem uma multifuncional adaptada para bulk ink, aí sim é compensador, desde que a qualidade da tinta seja tal que não provoque entupimento por secagem na cabeça de impressão, ou nos microcanais condutores de tinta por aquecimento. Como vimos anteriormente essas multifuncionais são adequadas para pequenos trabalhos que não impliquem uso abusivo do equipamento.

 

comentário

 

É lamentável que, no Brasil, a compra de quatro ou cinco cartuchos novos, equivalha ao preço de uma impressora nova.   Ainda bem que  os recicladores apresentaram os “compatíveis” para atender uma demanda crescente nessa área da informática. Seja para uma multifuncional jato de tinta, seja para uma impressora a laser, é importante que o usuário conheça bem o seu reciclador, ou  fornecedor, garantindo, assim, segurança, qualidade e bom atendimento. Muito importante é saber escolher o tipo de equipamento a ser adquirido, qual a finalidade de uso, a que se destina para não encontrar ou viver sérios problemas lá na frente, seja num escritório de pequeno porte, ou na própria residência.

 

Concluindo

 

São posturas esperadas de quem pretende adquirir um equipamento: conversar com quem entende ou tem equipamento semelhante, fazer pesquisa de preço, refletir sobre o objetivo da compra,  uma vez adquirido, ler o guia do usuário, não ter medo de mexer, trabalhar com o aparelho de modo delicado, conhecer o mesmo, enfim ter gosto e curiosidade sobre este assunto. Assim age um entusiasta que acaba se tornando conhecedor do equipamento.

 

Operadores e técnicos devem evitar riscos na tecnologia de impressão.
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Possibilitar uma orientação para operadores e técnicos a fim de que evitem riscos decorrentes do trabalho com impressoras.
Introdução

O objetivo não é alarmar, ao contrário, orientar a fim de evitar qualquer espécie de dano à saúde, tanto para o operador, quanto para o técnico envolvido na manutenção. Embora a maioria dos equipamentos modernos de impressão sejam bastante seguros, convém adotar medidas que mantenham essa segurança em relação ao uso dos mesmos.

Alguns riscos

* Geralmente as placas eletrônicas são presas em partes metálicas e são estas que podem ocasionar cortes aos descuidados.

* Há nas impressoras analógicas  e digitais a laser o sistema de fusão, onde todo o cuidado é necessário devido a alta temperatura alcançada por ele e  que pode ocasionar queimaduras.

* Outro cuidado deve ser tomado em relação aos produtos voláteis, usados na limpeza de insumos, como solventes, álcool, etc. e que ao menor descuido, podem provocar sinistro.

* Em relação aos operadores, muitas horas na mesma posição podem criar problemas musculares, devido a tensão e/ou dores, devido ao cansaço criado pela posição assumida.

* Monóxido de carbono (ambiente fechado), óxido de nitrogênio (faísca eletrostática), sulfato de selênio (copiadoras bem mais antigas), vapores podem causar sonolência, dor de cabeça, irritação da garganta.

* Componentes do toner(  polímeros, poliestireno,pigmentos,corantes,cera polietilênica,amônio-controle de carga-peróxido de benzoilo, dissolventes,etilbecenos), principalmente para recarga ou remanufatura, geram riscos químicos, que podem causar mal-estar e respiração difícil.

* As lâmpadas de exposição,com luminosidade elevada por muitas horas de trabalho direto, podem ocasionar conjuntivites e inflamações oftálmicas. Cópias devem ser tiradas com a tampa da máquina abaixada.

* A falta de conhecimento ou cuidado com tomadas, interruptores, fios descapados, manuseio de componentes elétricos pode ocasionar choque elétrico. Há locais onde a voltagem é 220V e a alta tensão pode gerar na impressora até 6000 v de tensão.

* Exposição ao gás de ozônio, criado pela descarga de alta tensão, pode criar problemas de saúde. Copiadoras antigas têm filtro de ozônio que deve ser substituído regularmente.

* Locais muito pequenos com grande concentração de máquinas podem apresentar um aquecimento maior que o normal e um calor inadequado  para a execução do serviço. É preciso criar ventilação.

* Desordem,  peças espalhadas pelo chão,desorganização, aparelhos e componentes pelo caminho, podem causar prejuízo:material que não se encontra, quebra de peças, risco de acidentes.

Ilustração

Tantos problemas como os enumerados acima só podem ocorrer com um sistema complexo onde todos os componentes estão integrados em questão de nanosegundos na produção de uma ou mais cópias. Um grande passo em direção à segurança é conhecer o equipamento, saber os risco e como evitá-los.

Sugerimos ao entusiasta por impressoras, operador, copista, ou técnico iniciante que sempre esteja atualizado em suas leituras, com cursos paralelos de reciclagem profissional, enfim que  estude e se aprimore no sentido de dominar o assunto.

A leitura de revistas especializadas, de livros direcionados sobre o tema; a participação em feiras de informática e palestras, tudo pode contribuir para o aperfeiçoamento pessoal e profissional neste ramo de atividade,inclusive  diminuindo riscos de qualquer espécie.

O objetivo desta ilustração é mostrar que inúmeros sistemas de complexidade extrema trabalham juntos, sincronizados para que a impressão seja executada.

Optamos por apresentar essa complexidade delicada numa minolta Bizhub 750, por se tratar de uma excelente máquina.

O diagrama apresenta as principais partes e suas diferentes seções, todas  inter- relacionadas e ligadas  ao tema do nosso artigo.

O que fazer para o “cartuchinho” de tinta durar bem mais?
dezembro 1, 2012 / Postagem por Professor Dario
Fornecer sugestões práticas para que o usuário da impressora faça o "cartuchinho" de tinta durar um pouco mais
Introdução

Digamos que você trabalhe em casa, por conta própria, e adquiriu uma impressora a jato de tinta. Acabou, depois de algum tempo decepcionado porque percebeu que o “cartuchinho” de tinta acabou logo e olha que não foram tantas cópias assim!

Digamos, ainda, que você decidiu fazer aquele trabalho escolar do Ensino Médio, ou da Faculdade e, na metade da impressão, notou que o”cartuchinho” terminou, saindo bem caro, portanto, o trabalho!

Sendo novo ou recarregado, o “cartuchinho” acaba sendo um inconveniente porque ou acabou logo, ou  aumentou o custo, ou ainda causou “estresse” porque não funcionou direito, em termos de qualidade.

E agora?

A primeira coisa importante é selecionar o que deve ser impresso, ou seja, imprimir apenas o que você precisa. Parece óbvio, mas as pessoas acabam por imprimir várias páginas desnecessárias e/ou propaganda e publicidade colorida. Logicamente o consumo de tinta será maior.  Acostume-se, pois, a selecionar e saber diferenciar o importante do supérfluo ou desnecessário. Você estará economizando e muito.

Dicas básicas

O local onde fica a impressora não pode ser “um forno” de tanto calor ou “uma geladeira” de tanto frio e umidade. A impressora precisa ficar em lugar ventilado e distante da parede, no mínimo 20 cm.  O desempenho cai, quando a temperatura não é ideal. O funcionamento da máquina é afetado e dependendo do tipo e qualidade da tinta pode acontecer de secar e entupir os microcanais por onde é ejetada para o papel. Entendeu como o ambiente influi?

Não ligue e desligue a impressora a jato de tinta “toda hora”, ela entrará em modo de limpeza” toda hora” e o desgaste de tudo será maior.  Conclua o que você está fazendo, para, depois, desligá-la.   Importante também é não desligar, quando ela estiver em pleno processo de cópia, pois poderá derramar tinta no seu interior, sujando contatos elétricos , peças e causando defeitos desnecessários. Use o comando “cancelar cópia”.

Outras coisas a fazer

A escolha da opção “modo rascunho” economiza tinta é claro, porém a impressora funcionará mais rapidamente do que no “modo otimizado”  Você pode usar dessa opção sempre que não houver necessidade de que o que foi impresso tenha excelente qualidade.  Por outro lado, trabalhando rapidamente em excesso, outros problemas poderão ocorrer com a cabeça de impressão, portanto não convém exagerar.

Acostume-se a visualizar a impressão, antes de executá-la, isso facilita em muito a escolha de como será a impressão.

Não deixe a impressora sem funcionar muito tempo, pois a tinta poderá secar e causar problemas durante a cópia de trabalhos diversos.

Escolha um local confiável para comprar seus cartuchos novos ou recarregar os usados, saiba sobre a qualidade da tinta utilizada, saiba também da garantia, conte suas impressões para saber se realmente o rendimento do” cartuchinho” está na média de consumo ou produção esperada.

Concluindo

Existem, portanto, saídas para fazer o “cartuchinho” durar um pouco mais. É só começar a colocá-las em prática.

Manual do usuário e Manual de serviço
dezembro 9, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar a diferença entre manual do usuário e manual de serviço, apresentando ao técnico o conteúdo necessário do mesmo, facilitando o reparo de impressoras
Manual de serviço

É muito importante para quem se dedica à manutenção de impressoras possuir o maior número possível de manual de serviço.  É no manual de serviço que o técnico tem uma visão ampla e completa de todos os dados que ele precisa para trabalhar numa impressora. No manual, o técnico terá a vista explodida das peças, que facilita em muito a montagem e desmontagem das mesmas, terá também os esquemas eletrônicos, a posição dos componentes como os sensores. É no manual de serviço que se delineiam os passos a serem seguidos nas soluções de problemas, nele contam os valores a serem medidos com a impressora ligada ou desligada, nele estão a lista de peças numeradas para reposição, imagens de sistemas inteiros para encontrar defeitos, etc.

Manual do usuário

Não se deve confundir Manual do usuário com Manual de serviço ou técnico. São bem diferentes: no Manual do usuário constam as informações necessárias apenas para que a máquina seja operada, para que aquele que trabalha com a impressora saiba o que fazer e como proceder para imprimir, copiar, digitalizar, etc.  O manual do usuário é bastante simples, porém poderá trazer alguns códigos que indiquem a chamada do técnico para determinada substituição de peça, orientando por alto a espécie de problema.

 Ambos

Para o entusiasta de impressoras ideal é saber, ou conhecer os dois. Um técnico que tem armazenado em seu computador, ou em sua biblioteca, vários manuais tanto do usuário como o de serviço ou técnico, numa ocasião de dificuldade ou dúvida sobre como proceder, não irá se apertar; poderá consultá-los

Imagem acima

Trata-se de uma imagem contida no manual de serviço, obtido na internet (dica para consulta), da impressora HP 1522 mfp.    Observe que a linguagem é técnica e está em inglês.  Aliás, a maioria dos manuais de serviço estão em língua inglesa (recomendamos seu estudo , dada a literatura técnica estar predominantemente nesse idioma).  A imagem é da unidade de laser e contém os componentes principais dessa unidade: temos o espelho de quatro lados, ou em algumas impressoras o sextavado, temos as lentes cilíndricas, temos o motor do laser, o espelho refletor do foco de feixe (raio) luminoso, temos sensor do laser e o cilindro com a imagem latente inscrita nele.

Deduzimos que o canhão do laser lança o feixe ou raio luminoso, que é conduzido por espelhos fixos e rotativos para o cilindro fotocondutor, deduzimos que tudo ocorre em fração de segundos e com precisão incrível para que a imagem latente seja depois, em outra etapa, preenchida pelo toner e transferida ao papel.

Como podemos perceber, o manual de serviço permite ao técnico entender em detalhes o funcionamento de qualquer sistema, já para o usuário estes dados não interessam, pois o que ele realmente precisa é saber operar o equipamento.

Finalizando

Não importa a marca . o modelo, sendo impressora digital e a laser, o processo é bem semelhante, portanto uma das vantagens não mencionadas até agora é que conhecendo um modelo, fica bem mais fácil entender o funcionamento de outros. Isto serve para a maioria dos sistemas de impressão a laser.

Informática e segurança
novembro 29, 2012 / Postagem por Professor Dario
O que pode ou não pode ser feito ao se trabalhar com equipamento eletrônico como micro ou impressora, informática exige segurança.
Introdução

Ao adquirir um equipamento eletrônico como um computador ou uma impressora a laser, um notebook ou uma impressora a jato de tinta, é necessário tomar alguns cuidados a fim de que sejam evitados problemas futuros, desnecessários e dispendiosos. É preciso que haja segurança não só para os equipamentos como para quem opera os mesmos.   Vejamos os principais fatores que interferem nessa questão.

Situações a evitar

- Não devemos fumar enquanto se trabalha com o computador ou impressora, pois as partículas de  fumaça podem afetar delicados circuitos, causando corrosão dos mesmos.  Além disso, qualquer distração com o cigarro pode ser fatal para um original a ser copiado e/ ou até para uma parte plástica do equipamento.

- Os equipamentos eletrônicos devem ficar a uma distância, recomendada no manual do usuário, da parede onde estiver instalado, digamos 20 cm, pois é preciso que o ar circule, ou ainda é preciso que haja ventilação. As partículas submicrométricas de toner não devem ser inaladas, devendo, pois, circular pelo ambiente. Isto em se tratando de uma impressora a laser.  Essas partículas são potencialmente cancerígenas e causam também problemas respiratórios e cardíacos.  Deixe para o técnico preparado cuidar dos cartuchos de toner.

- Não devemos expor nenhum equipamento eletrônico ao sol, à umidade, à ambiente com poeira excessiva e muito menos à chuva.  A poeira é inimiga da informática; seja ela de qualquer origem: fumaça, toner, ou poeira mesmo (pó). Lembre-se de que um grão de poeira  num CD é o mesmo que atritar uma rocha na folha de papel.

- Cuidado com os insetos, poderão causar curto circuito entre microcircuitos no interior da placa.  As formigas, por exemplo, liberam ácido fórmico que é corrosivo: não coma, enquanto estiver operando o computador ou a impressora, não beba, pois o líquido derramado acabará com as peças ou insumos existentes.

- Evite campos magnéticos, próximos ao PC ou à impressora, porque geram interferências no funcionamento de diodos, capacitores, resistores, circuitos integrados, chips, etc.

- Excesso de luminosidade na tela do computador acaba por envelhecer o monitor, sendo que o recomendável é utilizar protetor de tela escuro, procure também escolher bem seus papéis de parede.

- Mantenha seu computador ou impressora nivelado sobre o móvel em que ele se encontra e procure escutar sempre se o cooler, ou ventilador, ou ventoinha estão funcionando, pois essas peças refrigeram o equipamento em uso,diminuem o desgaste de peças, pois diminuem a temperatura dentro do equipamento ligado por muito tempo.

- Se você está usando uma copiadora analógica mais antiga, provavelmente ela terá um filtro de ozônio; deve ser  substituído anualmente, uma vez que poderá causar:dor de cabeça, náusea, problemas respiratórios e envelhecimento da pele.

- Em caso de tempestade com raios e trovões, desligue os equipamentos da tomada elétrica e desligue também  a da linha telefônica.  Melhor prevenir que remediar depois.

- Se os seus equipamentos eletrônicos acima estão sobre um carpete, sobre o qual você se movimenta, seu corpo está armazenando eletricidade estática, funcionando como uma acumulador de energia, logo o simples contato dos dedos com uma painel de led poderá interferir no funcionamento do mesmo ou queimar um componente interno.  A saída é a cada 15′ tocar com as duas mãos uma  parte metálica qualquer que esteja em contato com o chão para descarregar essa energia.

- Evite ligar e desligar o microcomputador várias vezes ao dia, pois ao ligar uma torrente de elétrons é derramada repentinamente e injetada nos circuitos eletrônicos.  No caso das impressoras, inicia-se um processo de limpeza que acaba desgastando e diminuindo a vida útil da unidade de limpeza das mesmas.

- Faça sempre uma atualização do antivirus instalado e em seguida uma desfragmentação de disco. A desfragmentação aproxima e reposiciona os blocos fragmentados para a leitura de dados; deixa o micro mais rápido.

- Faça sempre uma limpeza de disco e em seguida um escaneamento completo do computador a fim de que possíveis ameaças sejam colocadas em quarentena ou excluídas da máquina.

-Fechar programas, antes de desligar o PC, e fazer back-ups evita a perda de arquivos importantes ou dados.  Mantenha sempre seu micro atualizado e sua impressora também.

Concluindo

- Aprenda sobre o aparelho que você usa, pesquise, procure conhecê-lo mais a fundo; seja cuidadoso e delicado no trato com o mesmo, mantenha-o limpo, pois 80% dos problemas são decorrentes de falta de limpeza ou  presença de excessiva sujeira.  Finalmente, não é bom que muita gente use ou mexa no mesmo aparelho, a tendência é que ele quebre, apresente defeitos, e  ninguém se responsabilize, pois o que é de todos acaba não sendo  de ninguém.

Impressora e privacidade,suspeita de espionagem,será?
dezembro 5, 2012 / Postagem por Professor Dario
Possibilitar ao estudioso de informatica conhecer o desenvolvimento do sistema de impressão e seu possível controle pelas fábricas e órgãos governamentais. Esclarecer sobre a possível falta de privacidade, através dos "tracking dots".
Apresentação

Li um texto de Jansen Carlo Sena na revista  PC & CIA, número 53 de dezembro de 2005 em que ele comentava no artigo “Até tu, impressora?” que o governo norteamericano era suspeito de pressionar alguns fabricantes de impressoras a implementarem a impressão dos ” tracking dots”. O que vem a ser isso?  Ele explica, no texto, que” existem impressoras que deixam marcas nos papéis impressos, capazes de identificar, dentre outras coisas, o equipamento exato que imprimiu cada folha.”     Ele comenta, mais adiante, que o que está em jogo é a privacidade do usuário e afirma que ”  encaminhar impressa uma denúncia anônima está com seus dias contados.”

Pesquisando alguns anos depois sobre este assunto, descobri em outra revista que os” tracking dots”  são pequenas marcas que só podem ser vistas se aumentarmos a imagem impressa na folha entre 20 e 70 vezes com microscópio adequado ao papel, expondo a folha a uma luminosidade azulada.

Mais recentemente, descobri um site ( http://www.eff.org/Privacy- printers/list.php.) que apresentava uma lista de marcas e tipos de impressoras que apresentavam ou continham os ” tracking dots” e percebi que, realmente a coisa tinha evoluído, mas evoluído mesmo.

Evolução

O programa, se é que podemos chamar assim, transmite informações, não visíveis pelo usuário, incluindo o modelo da impressora e sua configuração.  Transmite também o ano, o mês e o dia em que a página foi impressa. Além disso, permite saber também  o horário da impressão.  Isto nos leva a refletir que aquele equipamento no escritório não só é uma janela ou porta aberta para invasão de nossa privacidade, como também quietinho, quietinho pode estar espionando nossa vida.

Isto está acontecendo porque hoje em dia, as impressoras possuem conexão direta com a rede mundial de computadores e tem relação com serviços de acesso remoto como a telnet e a ssh, facilitando o caminho para vencer nossa privacidade, deixando-nos vulneráveis.

Embora pareça ficção científica, não é, embora pareça distante, já está acontecendo e embora pareça impossível, você poderá ler muito mais sobre este assunto, informando-se melhor na própria internet. É claro que é preciso filtrar muita bobagem que se diz na rede.

Amostra

Esta é uma folha impressa já aumentada no microscópio e devidamente iluminada em azul, cada  coluna é lida de cima para baixo,  como um byte único de set bits. Lê-se da esquerda para a direita( acompanhe pela numeração)  e contém os significados seguintes:

Como é fantástico o mundo da cibernética, das ciências de computação ou da própria informática. Parece fantasia, um mundo inimaginável de várias possibilidades desde a espionagem velada até o controle absoluto.  Como sugestão fica o alerta para que você amplie seu conhecimento sobre  este assunto, pois o que está em jogo é a sua privacidade.

impressora e distúrbios elétricos
novembro 15, 2012 / Postagem por admin
Distúrbios elétricos: subtensão, sobretensão, spike,sag, tensão residual, soluções
Tipos de distúrbios elétricos

São vários os distúrbios elétricos que podem acontecer na rede, portanto devemos pensar em termos de proteção, ou seja, dimensionar os equipamentos instalados e adotar medidas para diminuir os possíveis danos.  Os principais distúrbios são:  SAG, SUBTENSÃO,SPIKE, SOBRETENSÃO, podendo ainda ocorrer a TRTN (tensão residual entre o terra e o neutro)

Sag

É uma subtensão maior que 10% passageira( entre 3 ou 4 ciclos de onda  senoide) e suas causas principais são: instalação elétrica com cabos mais finos do que a demanda de corrente exigida pelos equipamentos em uso e falha da própria  concessionária de energia.

Subtensão

É a tensão abaixo da nominal, também na faixa de 10%, porém mais duradoura uma vez que ocorre nas horas de pico, podendo exceder 5 ciclos de onda senoide e durar algumas horas.

Spike

É uma sobretensão muito rápida ( aproximadamente 3 vezes a tensão nominal) seguida de uma subtensão muito rápida ( 2 vezes menor que a tensão nominal), sendo o chaveamento de cargas indutivas o seu desencadeador.

Sobretensão

É a tensão que ultrapassa 10% da tensão máxima permitida pela rede, com duração de 3 ciclos de onda senoidal; sendo a própria concessionária a causadora deste distúrbios

Tensão residual entre terra e neutro

Interessante é que neste caso ou o neutro da concessionária não está balanceado (zero volt) ou a impressora ou quaisquer outros aparelhos do usuário não estão devidamente aterrados.

Soluções

Podendo ocorrer mais de um dos distúrbios acima ao mesmo tempo, é necessário dimensionar os aparelhos eletrônicos em uso para conter essas anomalias e proteger de danos onerosos. Devemos instalar os equipamentos de modo que, conforme o dimensionamento, fiquem ligados a estabilizador, ou no-break off-line, ou no-break on-line,ou moduladores de voltagem, ou filtro de linha; todos com aterramento adequado.

Tipos de falhas que podem ocorrer

Falha na placa principal da impressora, erros aleatórios de comunicação com o PC durante a  impressão, danos na fonte, travamento da multifuncional, necessidade de” reset” ,etc.

Exemplo de dimensionamento num escritório

Imaginemos num escritório 2 computadores (300 w),  2 monitores (100 w),2 conjuntos de alto-falantes (20 w),1 HUB usb (2,5 w),1 HD externo ( 18 w), 1 modem banda larga (22 w), 1 roteador (23 w), 1 multifuncional (75 w ), 1 fax ( 75 w), 1 carregador de celular (25 w), 1 tv 14′ (60 w), 1 decodificador de tv a cabo ( 25 w), 1 telefone sem fio ( 3 w);  tudo  isso  somado  resulta  em  aproximadamente 1200 w, o que exige 1 no-break com 5 tomadas duplas.

Exemplo de dimensionamento numa sala

Imaginemos uma sala contendo 1 TV plasma 42′ (350 w), um decodificador de tv a cabo ( 25 w), 1 DVD player (14 w),1 receiver com caixas 5.1 ( 135 w); totalizando aproximadamente 530 w, o que exige um módulo isolador com 4 tomadas duplas.

Cuidados

Jamais devemos ligar uma impressora a laser no mesmo estabilizador onde estejam o computador e o monitor ligados, pois ele pode queimar e até causar acidentes. A ligação de uma impressora a laser requer um ponto de energia exclusivo com um regulador, ou módulo isolador, ou no break de no mínimo 600 w.

Se uma impressora a laser estiver ligada na mesma rede de um micro, devemos ligá-la primeiro, pois no processo inverso o micro poderá sofrer danos; isto se deve pela diferença de tensão exigida entre os dois.

Como podemos perceber na figura, há proteção e proteções que podem defender ou não os equipamentos elétricos, dependendo do tipo de distúrbio.

Impressão sai quebrada em folhas distintas
novembro 29, 2012 / Postagem por Professor Dario
Uma simples configuração da impressora resolve um problema de tamanho na hora de imprimir, adaptando o A3 para A4
Introdução/ problema

Imaginemos que você recebeu um arquivo pesado, pois era uma tabela, havia gráficos e textos.  Quando você clica “imprimir”, o documento se subdivide em partes incompletas em várias folhas. Você imagina até em pegar a tesoura e cortar as folhas para fazer uma montagem.

Solução

A pessoa que lhe enviou o arquivo, digamos por e-mail, configurou-o para que fosse impresso numa folha tamanho A3 (bem grande), perto do A4 que você está acostumado a trabalhar.   Provavelmente a pessoa que mandou o arquivo tem uma impressora que imprime e copia em A3.  Que fazer?

Entre em “arquivo”, depois em “configurar página” e preencha ou mude a opção  para “tamanho ou formato” A4.  Escolha a opção melhor para visualizar, ou seja, decida se que retrato ou paisagem e otimize a cópia ou impressão na janela “qualidade”.

Agindo assim, todo o seu trabalho será impresso de forma adaptada ao formato menor do que o enviado, ou seja, será impressa em A4 (210 por 297mm).

Conclusão

Procure conhecer todos os recursos que sua impressora oferece, a fim de que você possa dominar qualquer obstáculo que se apresente na hora da impressão e, para isso, leia e estude o manual. Não tenha medo, navegue pelo menu de impressão, configure e desconfigure, faça testes de impressão.

Importância da limpeza da pick-up roller nas impressoras jato de tinta e laser
dezembro 16, 2012 / Postagem por Professor Dario
Mostrar a importância da manutenção preventiva, fazendo a limpeza do pick-up roller das impressoras a jato de tinta e laser.

Alguns tipos de pick-up roller e roletes

As peças abaixo existem tanto nas impressoras jato de tinta como nas impressoras a laser. A função de cada uma é ficar em contato, ou ser posta em contato com o papel, que se encontra na gaveta ou bandeja da impressora e no início do processo de impressão, pescar essa folha para introduzi-la no interior da impressora.  Importante é que essa peça consiga separar da pilha de papel apenas uma folha e, para isso, ela não pode estar gasta, rompida ou defeituosa.

 

Como podemos notar esse pescador vem, pois, com um separador de papel e uma mola que exerce pressão na pilha de papel, colocando-a em contato com o rolo pescador de folha. Importante é que quando existe a mola, nada pode obstruí-la e ela precisa estar em bom estado para que a pressão seja uniforme na pilha de papel.

 

 

 

A pescagem, separação e envio do papel só vai acontecer sem problemas se estas peças estiverem bem limpas e sem desgaste visível, caso contrário varias folhas serão pescadas juntas ocasionando, portanto, o famoso atolamento do papel, logo no início da impressão.   Para o processo de limpeza, usaremos: pano seco macio de algodão e sem fiapos e também álcool isopropílico, que , sendo mais puro não prejudicará a borracha desses componentes mecânicos.

 

 

 

Desligamos a impressora da tomada elétrica, desmontamos o necessário para cada modelo fabricado e trabalhamos a limpeza da peça, inicialmente passando álcool sobre o pano e este nos roletes. Devemos substituir apenas quando não houver jeito, isto é, quando a peça já gastou mesmo. Alguns técnicos, na impossibilidade de trocar esta peça invertem apenas a posição da borracha no mecanismo de pescagem, porém isso não é bom.

 

 

Não recomendamos o uso de objetos pontiagudos para limpar as estrias na borracha e nem lixa, mesmo que fina para limpeza , pois estas peças precisam trabalhar com exatidão milimétrica a fim de que o processo d cópia  ocorra de mordo harmonioso.  Alguns pick- ups são trocados no local mesmo sem desmontar a impressora, pois são facilmente acoplados e desacoplados na impressora, bastando para isso apenas levantar algumas tampas, ou abaixar, ou ainda levantar algumas portas da impressora

 

 

 

Um técnico, ao atender o cliente, reclamando que o papel para na gaveta, ou bandeja de armazenagem de papel para cópia; deve, antes de pensar em relê de registro, embreagem ou coisa que o valha, deve apenas fazer uma inspeção visual do pick-up roller para ver seu estado.  às vezes uma simples limpeza bem feita resolve o problema, às vezes é preciso substituir o rolete ou a borracha. Também deve inspecionar o separador de papel, que geralmente tem um aspecto áspero para reter as folhas.

 

 

 

Caso o problema não esteja nas peças acima ou equivalentes em função, é importante conferir roletes de transporte de papel como os das figuras abaixo; que devem ser limpos da mesma maneira e inspecionados visualmente; não poderá haver nenhum obstáculo que impeça o giro livre destes componentes na condução do papel.

 

 

 A melhor manutenção é a  que previne, logo devemos em qualquer situação proceder a limpeza de todas estas peças sempre que possível a fim de evitar problemas e travamento ou mau funcionamento da máquina copiadora.

Há relação entre Corona e Ozônio nas impressoras a laser ?
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar a relação entre o fio de corona e o aparecimento do gás de ozônio nas impressoras a laser e os riscos à saúde.
Muito interessante

Na fase de carregamento elétrico do cilindro das impressoras a laser, entra em cena o fio de corona ou corona apenas, que tem a função de emitir uma tensão elétrica de milhares de volts, aproximadamente 7 000 v. Antes da emissão desses milhares de volts de tensão elétrica, havia um pouco de ar entre o cilindro e o próprio fio de corona, isto quando a tensão era menor, bem mais baixa. Subentende-se que existia um isolamento entre os dois por um pouco de ar.

Uma vez que a tensão é elevada a milhares de volts, esse isolamento é interrompido e esse ar passa a ficar carregado negativamente, ou seja, ionizado, inclusive  passando ao cilindro mais cargas elétricas  negativas.

O resultado dessa altíssima tensão é o surgimento de um gás, chamado ozônio, que precisa ser filtrado de maneira a sair da impressora sem causar prejuízo à saúde do operador da máquina.

Em resumo a carga eletrostática de alta tensão ioniza o ar e como resultado final temos o gás de ozônio.

Descrição

 

 

O fio de corona é preso por ilhós, molas,esticado de uma extremidade a outra da caixa de corona, apresenta terminais e dispositivos conectores. Sua composição é de metais nobres como ouro, platina e tungstênio. Os equipamentos mais antigos apresentam um filtro de ozônio  que deve ser substituído a cada 20.000 cópias aproximadamente e os equipamentos mais modernos já apresentam um controle maior da emissão desse gás.

Há impressoras que trazem uma peça sobressalente a fim de que o operador limpe o fio de corona , quando necessário. Os que têm prática limpam o fio com a impressora ligada, uma vez que a peça usada para essa limpeza  é isolante, porém é melhor desligar a máquina para esse  procedimento.

Como podemos perceber, a limpeza é necessária para que a cópia mantenha qualidade, visto que qualquer sujeira (pó de papel, toner) poderia criar um arco elétrico desviando ou servindo de obstáculo para o carregamento elétrico do cilindro.

Essa limpeza pode ser feita por um técnico habilidoso, usando álcool isopropílico.

Riscos

 

O operador de máquina a laser pode, se abusar, ser prejudicado em sua saúde, quando excessivamente exposto aos seguintes itens:

* Olhar diretamente para a luz forte no vidro expositor da copiadora, poderá perder sua acuidade visual

* O efeito corona que expusemos acima gera o gás Ozônio, muito prejudicial se não for controlado com, por exemplo, troca de filtro. Esse gás é poluente, tóxico e pode causar fadiga, sem explicação aparente, dores de cabeça, alergias e prejudicar  os pulmões.

* Troca de cilindro de Selênio de impressoras antigas, ou limpeza, ou ainda polimento  é para técnico experiente; o operador não deve tocar esse material, muito menos polir o mesmo para obter mais qualidade de cópia, pois é material cancerígeno.

    Caixa de corona

 Estas unhas plásticas agem como separadores a fim de que o papel passe normalmente sem atingir o fio. Devem ser retiradas e limpas com álcool isopropílico e pano macio. Abrindo-se a tampa, encontraremos uma pequena mola que ajuda a manter o fio esticado. O interior desse local deve ser aspirado e limpo.

Qualquer trinca ou rachadura na caixa irá influir no desempenho da  e na qualidade da cópia. A caixa, nesse caso,deverá ser trocada.  Às vezes ocorre uma trinca ou rachadura no terminal de encaixe que fica na carenagem da copiadora.  Percebe-se o defeito por ruído(faíscas), devido escape de corrente elétrica de alta tensão.

Finalisando

 

Trata-se de uma peça, que mantém a sua essência na função a que se destina eletricamente, porém vem apresentando aprimoramento de fábrica, causando menor prejuízo ao operador , melhor funcionalidade e maior segurança.   Precisamos considerar melhor tudo isso.

Funcionamento do cartucho de toner
dezembro 3, 2012 / Postagem por Professor Dario
Mostrar como funciona o cartucho de toner da impressora a laser nas suas diversas fases: carregamento triboelétrico, transferência, limpeza , etc.

 

Descrição

A imagem em verde representa o cilindro, ou OPC, ou Drum (6) .  Observe que o feixe de laser é dirigido a espelhos refletores e conduzido pela LSU (sistema de raios laser) ao cilindro, criando nele uma imagem latente.

Procure perceber que o rolo de carga primária,ou charging roller (1) carrega eletricamente o cilindro com cargas negativas para atrair o toner do reservatório do cartucho.

Veja que o rolo magnético, ou developing roller (3),  faz com que o toner salte, pule para o cilindro, atraído pela diferença de carga elétrica; sendo que a lâmina niveladora ou dosadora, doctor blade (4) é quem regula essa camada microfina a aveludada de toner.

O rolo de transferência, transfer roller (7) é quem possibilita, também por diferença de carga elétrica, a passagem do toner, que preencheu a imagem latente do cilindro,  para o papel.

Note que a lâmina de limpeza, cleaning blade, ou Wiper blade (8) retira do cilindro o toner não utilizado no preenchimento da imagem latente e o conduz para a lixeira, ou reservatório de lixo da impressora.

Algumas impressoras têm também um rolo de limpeza, ou cleaning roller (2) que comtribui para retirar do cilindro o toner não utilizado e ao mesmo tempo apagá-lo, como borracha, preparando-o para outra imagem a ser copiada.

Observe as voltagens em cada fase do processo e o desgaste decorrente do atrito e funcionamento dos insumos, além disso, entenda que todo o processo ocorre numa fração de segundos. Tudo é muito rápido e preciso.

Embora a imagem não mostre, sabemos que após todo esse processo de criação de imagem, atração por diferenças de cargas elétricas, carregamento elétrico, transferência, limpeza, o papel será tracionado para a unidade de fusão que, sobre pressão e alta temperatura, fixará a imagem no papel.

Descrição

No esquema acima, fica bem evidente o que influi no desgaste do cilindro de uma impressora a laser. Vejamos cada fator separadamente para que haja maior clareza de exposição:

Quando se fala de lubrificante (aditivo), estamos nos referindo a alguma coisa existente na própria composição do toner, aliás o próprio toner poderá agir como lubrificante em relação ao cilindro de impressão.

Os colares do rolo magnético (anéis plásticos), quando defeituosos permitem a passagem de toner em excesso para o cilindro porque deixam de vedar as extremidades do rolo magnético.  Além dos colares, há também os espaçadores, que mantêm a distância necessária entre o cilindro e o rolo magnético.  Quando defeituosos, ou presos por parafusos espanados, não mantêm o paralelismo adequado entre o rolo magnético e o cilindro, logo o desgaste será ainda maior, pois envolve as duas peças.

Quanto ao tamanho das partículas de toner, podemos dizer o seguinte: sendo de má qualidade, não haverá uniformidade entre as partículas, pois umas serão maiores e outras menores. A lâmina niveladora ou dosadora, estando gasta, inicialmente deixará passar as partículas menores, depois as maiores, que acabarão por desgastar o cilindro.  Esse desgaste começará pelas extremidades, fazendo um anel em que o substrato de alumínio do cilindro aparece. Geralmente esse desgaste surge fora da área de impressão, porém com o uso, acabará se estendendo.

A lâmina de limpeza já muito usada perde sua elasticidade e passa a atritar com o cilindro, pois endureceu com muito uso. A dica é notar que na desmontagem para recarga, ela está com coloração diferente (amarelada), isto não é defeito, é apenas revelador da ação do ozônio, formado por reação a cargas elétricas de alta voltagem.  Mas já se constitui numa indicação de possível desgaste.  Deve ser examinada com lupa, pois é muito sensível, devendo formar um ângulo de limpeza com o cilindro de modo a não afetá-lo.

Existem outros aditivos constituintes do toner, inclusive os plásticos que derretidos na fusão, acabam por pressão e temperatura fundindo o toner no papel.  Isto explica que toneres de diferentes marcas não podem ser misturados, muito menos os usados, que acabaram no depósito de lixo da impressora, pois isto implica maior desgaste do cilindro, entre outras peças.

O próprio ozônio desgasta o cilindro, a própria exposição do cilindro à luz natural acaba destruindo sua camada fotossensível.  A tensão da lâmina poderá prejudicar a durabilidade do cilindro, enfim são  inúmeras as causas como mostra a figura acima.

Descrição

O revelador transporta o toner para que a cópia seja revelada, ou se transforme em imagem, após percorrer as diversas fases do processo de impressão. Podemos perceber que são micropartículas extremamente finas.  Deduzimos que não é bom inalar algo assim como a foto nos mostra para evitarmos problemas respiratórios ou algo mais sério.

Procure ler sobre este assunto em artigos anteriores

 

 

 

 

 

 

Ferramentas necessárias para manutenção de impressoras
dezembro 7, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar ao técnico as ferramentas básicas para trabalhar com segurança e tranquilidade no ramo de impressoras: ferramentas de montagem e desmontagem, reparos, limpeza e testes.
Introdução

Evidente que mencionaremos aqui o mínimo de ferramentas necessárias para a manutenção de impressoras,  o que não significa que quanto mais aperfeiçoado o técnico, maior seu investimento em ferramentas de trabalho.

Dividiremos para efeito didático em espécies de ferramentas, conforme o serviço a que, fundamentalmente, se destinam; cumpre dizer que ferramentas especializadas como uma “estação de trabalho para toner ” ou “uma máquina vácuo”, deixaremos para um outro artigo.

Tipos de ferramentas

Existem aquelas que serão usadas na desmontagem e montagem de peças, existem outras, que serão utilizadas na limpeza de peças, existem também aquelas que permitirão testar tanto  o cartucho de toner ou de tinta como os componentes eletrônicos da própria máquina  e, finalmente, falaremos daquelas que serão usadas na lubrificação de peças ou partes da impressora.

Ferramentas para desmontagem e montagem

Precisamos de uma chave de fenda pequena, outra média e outra grande. Observe as imagens abaixo. Não há necessidade de várias chaves de fenda, embora o grande número nunca seja demais.

Precisamos também de uma chave Philiphis.

De preferência imantada para colocar parafusos em locais de difícil acesso

Além disso, chaves tipo  torx  T 10 e T 15.

As impressoras da HP apresentam parafusos que exigem essas chaves para serem retirados ou colocados.

 Muito importante é um bom alicate de bico

Ferramentas para testes

Devemos ter e saber usar nas suas diversas escalas um multímetro analógico

Há sites na internet que explicam suas diversas funcionalidades e escalas, portanto se você não tem afinidade com este tipo de medidor, convém estudar

Modernamente temos o digital

Muitíssimo mais prático e fácil de manejar

Poderemos necessitar  também de um alicate amperímetro

Neste caso, ele mede a corrente que passa por apenas um fio, vindo da rede para o equipamento

Talvez um testador de cabos

É possível que se precise de diferntes  terminais testadores

Há defeitos em que desmontamos a máquina e, na verdade, era apenas um cabo em curto

Testadores de voltagem da  rede elétrica

São usados mais por segurança, ou quando não se tem certeza da corrente elétrica que chega à tomada.

Uma lupa para análise de lâminas

Através do uso da lupa, podemos ver defeitos difíceis de serem percebidos sem o auxílio da lente.  Esta tem a vantagem de iluminar o objeto em foco.

Ferramentas para limpeza

Importante é ter um compressor de ar médio

Usado fundamentalmente na limpeza do cartucho e descontaminação do toner velho. Prático para desobstruir sensores e poeira ou toner da carenagem da máquina.

Um aspirador de pó é fundamental

Álcool isopropílico

Um tanto difícil de se encontrar, porém ideal para ser usado em informática.

Pano macio, papel, algodão, cotonetes

Solvente

Pincéis macios e duros

Ferramentas para lubrificação

Almotolia

Vaselina líquida

Graxa condutiva

Outras

Muito importante é trabalhar com a impressora do cliente protegida de distúrbios da  rede elétrica. Dependendo da impressora pode se usar:

Estabilizadores

Módulos isoladores

 

Evidente também que conforme as necessidades de serviço, as ferramentas vão se diversificando, sendo o técnico aquele que decidirá se vai ou não usá-las. Podemos citar também as ferramentas para reparos que são importantes no dia a dia, vejamos:

Soldador

Cola Quente

Parafusadeira

Morsa

Fundamental é possuir em duplicatas vários fusíveis

Diversos tipos e medidas de parafusos e molas

Uma bateria de 12 v para teste de motores e outros

Alguns motores em bom estado para diversas funções

Concluindo, devo dizer que o investimento feito com ferramentas de  qualidade garante um serviço bem feito, organizado, responsável e, sobretudo, acaba gerando um retorno até acima do esperado.

Estudar para ser técnico no ramo de impressoras é bom?
dezembro 3, 2012 / Postagem por Professor Dario
Escolher a profissão de técnico em copiadoras, impressoras e multifuncionais requer o desenvolvimento ou aprimoramento de competências e habilidades esperadas para esta espécie de atividade profissional, portanto traçamos algumas sugestões a fim de que possam auxiliá-lo na hora de decidir.
Introdução

Sendo a área de informática, neste mundo globalizado, aquela que detém  as  profissões  da atualidade e do futuro, vale e muito a pena se tornar um especialista neste ramo; seja reparando computadores ou impressoras, seja consertando notebooks  ou monitores.  Se houver condições para montar a própria  empresa, melhor ainda.

Exigências

É preciso gostar de resolver problemas e aceitar desafios.  Mais do que isso é preciso gostar de montar e desmontar aparelhos eletrônicos, é preciso ainda ter habilidade para analisar defeitos e perseverança na hora de repará-los. Para ser técnico é preciso estudar muito, pois tudo está evoluindo muito rapidamente: conhecer  ou ter noções básicas de física, química, principalmente nas áreas de eletricidade, mecânica, magnetismo,etc.

Conclui-se, portanto, que é necessário fazer curso técnico para que a formação seja sólida, a fim de que , no final, possa haver competência para executar o trabalho.  Para isso é necessário ler muito, estar atualizado, pesquisar,etc.  Além do que foi exposto, é preciso adquirir prática no trato com o ramo escolhido.

Se a opção for “técnico de impressoras”, as marcas e modelos são muitos, as fábricas estão sempre colocando equipamentos fora de linha, substituindo-os por outros; logo é preciso acompanhar essa evolução com cursos técnicos de curta duração, porém de atualização nesta área.

É preciso ser organizado, correto, cumpridor de compromissos assumidos, responsável, entusiasta, estudioso do assunto, demonstrando domínio e segurança no que diz ou faz.

Trabalhar por conta

Ser um microempresário, ou microempreendedor, ou ainda ter sua própria empresa é muito mais desgastante neste ramo do que ser um empregado assalariado, pois exige extrema dedicação para que tudo dê certo.

A escolha de fornecedores parceiros, que não o deixem na mão no que se refere à reposição de peças ou insumos, é fundamental, pois ninguém consegue sem respaldo.

Propaganda para divulgação é importante, porém mais importante ainda é manter qualidade no serviço executado, atendimento ágil com pontualidade de entrega.

É necessário um investimento em ferramentas adequadas à execução do trabalho e também é necessário aprender sobre matérias primas a fim de poder escolher as melhores.  Espera-se que o técnico seja organizado para que cative os clientes, mantendo-os fiéis à empresa aberta, logo é fundamental ser honesto.

Dicas

Divulgue sua empresa, visite, fale, participe de feiras do setor, tenha uma agenda diariamente resolvida, compre revistas da área, pesquise na internet as novidades ou atualizações, estude e leia muito.

Mantenha sua oficina ou local de trabalho bem limpo, organizado, apresentável: não deixe frascos de tinta pelo chão, toner aberto, use luvas nos diversos  procedimentos de conserto ou remanufatura; no caso dos cilindros de impressão não faça economia, se quiser manter a qualidade, troque-os frequentemente; use água deionizada, álcool isopropílico, produtos confiáveis, testadores e ferramentas de precisão; todos os clientes perceberão que você é responsável e faz um bom trabalho.

Se possível adquira uma estação de trabalho para segurança de sua saúde, caso você decida fazer remanufatura de cartucho de toner.

Concluindo

Se após a leitura você concluir que é capaz de proceder como foi dito acima, vale a pena a decisão de trabalhar como técnico ou estudar  num curso técnico, que lhe dê um diploma e não um certificado, para que, no mínimo, você possa sair do curso direto para uma empresa do ramo, ou para a sua própria empresa.

Isto se aplica a qualquer setor ou profissão escolhida e dará certo, principalmente, se a opção foi feita por gosto, por amor, por vocação e vontade de realização pessoal.

Eletrodomésticos podem causar interferência nas impressoras,computadores rádios e tvs ?
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Indicar que eletrodomésticos que gerem picos de tensão podem interferir em aparelhos receptores, tais como computadores e impressoras
Interferindo

Um motor elétrico como o do liquidificador, por sua alta velocidade de comutação pode criar picos de tensão ocasionando interferência em aparelhos receptores mais sensíveis. Isso ocorre também com os chamados dimmers e circuitos que empregam SCR ou TRIAC como controladores da potência elétrica. Dimmers controlam a intensidade de corrente elétrica enviada para uma lâmpada, aumentando ou reduzindo a intensidade luminosa. O TRIAC é usado para chavear corrente alternada e é formado por dois SCR  (retificador controlado de silício).

Os picos de tensão são responsáveis por alguns tipos de interferência nos aparelhos receptores em geral. Há dois tipos de interferência que devem ser compreendidos: a primeira manifestação é expandida, propagada pelo próprio ar, já a segunda ocorre na rede de energia

Primeiro tipo de interferência

As ondas eletro magnéticas que vem do aparelho que provoca a interferência se espalha pelo ar, pelo próprio ambiente ou espaço, não precisando de nenhum condutor para alcançar o aparelho que sofre ou recebe essa mesma interferência.  Trata-se da emissão de ondas eletro-magnéticas através do próprio ambiente.

Segunda interferência

Esta ocorre pela rede elétrica, ou seja, os dois aparelhos estão ligados na mesma rede, tanto o que provoca o distúrbio com picos de alta tensão como o que recebe os sinais interferentes.

Soluções

No primeiro tipo, a solução é bem simples: basta ligar o aparelho que interfere a um bom terra, ou seja sua carcaça deve estar ligada a um aterramento, de preferência, diretamente. Assim estaremos praticamente blindando o aparelho que provoca o distúrbio.

No segundo caso, se não for possível separar os aparelhos em redes diferentes, precisamos evitar que essa interferência chegue ao aparelho receptor pela mesma rede. Neste caso precisamos colocar um filtro entre o que interfere  e o que recebe os sinais.  Esse filtro pode ser formado por dois capacitores e dois indutores que vão permitir a passagem apenas da baixa frequência, evitando que a alta frequência passe e cause a interferência tão desagradável.

Noção sobre Capacitor

É um reservatório de cargas elétricas: duas placas condutoras, separadas por um isolante, chamado dielétrico. É medido em Faraday (F) ou ( mf ). Num certo sentido, o corpo humano funciona como um capacitor, porque acumula a eletricidade estática.

O capacitor é usado no flash da máquina fotográfica, pois tem uma descarga de grande fluxo de corrente num curto espaço de tempo. Nas placas eletrônicas é indicado pela letra C. Depois de carregado, a carga fica armazenada por um certo tempo, mesmo desligado da fonte,logo é preciso cuidado.

 

E se a impressora não quer funcionar?
novembro 30, 2012 / Postagem por Professor Dario
Dar ao leigo ou iniciante várias possibilidades para resolver problemas de impressão
Introdução

Antes de chamar o técnico, você deve tentar alguns procedimentos que, talvez, resolvam o problema. São tentativas de observação que, de repente, podem resolver a questão.

Passo a passo

Comece verificando se há energia, corrente elétrica na tomada em que a impressora está instalada. Se estiver conectada num filtro de linha, cujo led está apagado, pode ser que o fusível do filtro queimou. É só trocá-lo para que ela funcione.  O mesmo procedimento ocorre com estabilizador de voltagem ou módulo isolador.

Observe se existe papel na gaveta ou na bandeja, sem ele algumas impressoras não funcionam; veja se não ficou atolado na máquina, se a gaveta está bem encaixada

Passe a verificar o cartucho de tinta, peça uma página teste; lembre-se de que o cartucho pode ser retirado para teste em folha de papel absorvente e deve mostrar três cores(o colorido ).  Leia artigo anterior sobre isso.

Note se no painel da impressora há algum código, impedindo a cópia; consulte o manual do usuário, se houver.

Verifique os cabos que conectam a impressora no computador e na rede. Cabos paralelos possuem muito mais fios que os seriais; emitem sinais de alta frequência. Veja se não estão amassados, dobrados,rompidos,etc.  As impressoras não funcionam com cabos muito extensos, só podemos confiar nos que atingem no máximo 2m.   Se desconfiar disso troque por um cabo menor e faça o teste.  Às vezes, é necessário um cabo blindado, especial.

Verifique se o driver da impressora está atualizado. Veja isso pelo computador ao qual ela está conectada.  Atualize sempre os drivers.

A partir daí pesquise na internet casos semelhantes. Como foram resolvidos?   Somente depois de tudo isso, você deve pensar num técnico.

Outros fatores

Se  houver fila de impressão, seria melhor cancelar todas , zerar para limpar o caminho e evitar travamento ou espera.  Se houver mais de uma impressora ligada ao computador, veja se aquela que você está pedindo para imprimir está ou não pronta.  De repente, por descuido, ou desatenção, você está ordenando para uma impressora ” offline “.

Perceba se você apertou no painel o comando certo: era para copiar ou escanear?  Era para imprimir ou digitalizar?

Havendo ruído estranho, estalos, cheiro de queimado, etc. Então, sim, é caso para técnico verificar fonte, eixo do carro que movimenta a cabeça de impressão, elevador de limpeza,a própria cabeça de impressão, cartuchos e contatos, etc.

Dissecando imagens do processo revelador e fusor de cópias
dezembro 16, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar interpretação de imagem do funcionamento de impressora encontrada na internet, dissecando a mesma, de modo a compreendê-la
Analisando imagem divulgada na internet

Ao observarmos a imagem do procedimento de impressão da copiadora abaixo, percebemos  que, inicialmente, o papel se encontra armazenado na gaveta ou bandeja de papel  para cópias para ser pescado e tracionado para o interior da máquina. Muito importante nesse sistema é a função do pick-up roler, ou rolo pescador de papel, com os sensores em ligação direta com o rolo de registro da copiadora, relês, solenoides, embreagens e placa lógica.

Não podemos esquecer que o processo todo foi iniciado, pois havia um documento original sobre o vidro expositor para cópias; vidro de exposição este instalado sobre lâmpadas, que percorrerão todo espaço necessário para iluminar o papel na sua área a ser copiada, normalmente há um cabo flat que direciona o carro sobre o percurso; gravando a imagem a ser impressa, seja documento de texto, seja foto.

Um feixe de luz, que vem do canhão do laser, será refletido por espelhos fixos e espelhos oscilantes sobre o cilindro da impressora, deixando gravada nele a imagem latente, ou a imagem a ser copiada no papel; sendo que o mecanismo de  revelação que aparece na imagem varia  de impressora para impressora, podendo ser constituído de um reservatório de toner, de um rolo magnético, de lâmina de dosagem, de rolo de carga primária  ou corotron, ou ainda por cartuchos com mecanismos agitadores do toner, etc.

Uma vez transferido o toner do cilindro para o papel, através da diferença de carga triboelétrica, este deverá passar por rolos de fixação até que a cópia permaneça inteira e sem defeitos totalmente impressa e se transforme em cópia produzida. 

A imagem nos mostra inclusive que é o eletrodo de alta voltagem que carrega ou apaga o cilindro com a ajuda de uma escova ou lâmina de limpeza.  Ficamos, portanto, com a compreensão e o entendimento do sistema  por inteiro, com todas as suas unidades de funcionamento na produção de cópias.

Mais abaixo da figura central aparecem quatro fases comuns a toda copiadora que trabalha com este procedimento: Na fase de imagem focalizada no tambor, conforme falamos anteriormente, o cilindro é carregado  negativamente pelo rolo de carga primária (pcr) e atrai por diferença triboelétrica o toner que veio do rolo magnético, dosado pela lâmina niveladora.

Da fase da aplicação do toner no cilindro, preenchendo os pontos da imagem escrita ou latente, passamos para a fase de transferência para o papel, que se dá também por carregamento triboelétrico, vindo do rolo de transferência. Finalmente, passamos para a última fase, que é a da imagem fixada sobre o papel, feita  pelo sistema fusor da copiadora.

Como vimos, em vermelho (destaque) aparecem todas as expressões ou denominações empregadas na imagem, devidamente explicadas no texto; trata-se de um sistema complexo, preciso, exato e comandado pela placa lógica e seus diversos componentes eletrônicos.

 

 

Analisando outra imagem da internet, relacionada à anterior

O sistema de fusão é muito semelhante na  maioria das copiadoras, pois ele é basicamente constituído de dois rolos: um que é o cilindro aquecido, chamado fusor e outro que é o cilindro de pressão, chamado rolo pressor. Entre eles passa o papel carregado pelo toner que veio transferido do cilindro.

O fusor, ou cilindro aquecido, contém uma lâmpada de quartzo e um sensor de temperatura, que acabam por derreter as partículas de toner (tinta seca) no papel, formando a imagem impressa e definitiva. O sensor é programado para uma temperatura em média de 200°, que a lâmpada atinge nesse sistema.

O sensor fica em contato com a placa lógica da impressora de modo a indicar qualquer anomalia, como por exemplo quando a fusão ultrapassa o valor preestabelecido ou fica abaixo dele; geralmente o sistema trava é aparece um código no painel. Modernamente há impressoras com película fusora, termostato, termistor e lâmina de aquecimento.

 O que aparece como lâmina de limpeza na imagem, atualmente é apenas uma chapa em “ele” internamente e fios que lembram uma escova para limpar e descarregar a eletricidade estática do papel

 

Observação

O sistema fusor exige que o técnico trabalhe nele devidamente frio, de preferência retirado da impressora para evitar acidentes com queimaduras graves.

 

Dicas para economizar energia com impressoras e computador.
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar dicas a fim de que se economize energia ao final do mês com o computador e com a impressora
Primeira dica

Procure deixar desligados os periféricos que não são sempre utilizados, ou seja, HD externo ou o sistema que compreende as caixas de som, principalmente se você não usa muito. Deixando ligados, você não estará poupando, economizando energia.

Segunda

Digamos que o seu periférico usado esporadicamente seja uma impressora a jato de tinta ou a laser, tanto faz. Não tem  sentido, nem tem cabimento deixar ligado um aparelho, o qual só de vez em quando é utilizado.

Deixar ligado um periférico como a impressora,  passar dias e dias sem tirar uma só cópia, é aumentar o custo da eletricidade no final do mês, é jogar dinheiro fora.

Tomemos, como exemplo, uma impressora simples como a jato de tinta, que consome aproximadamente 3,64 kw durante um mês, estando apenas no stand by ou quietinha, repousando. Isso equivale a deixar acesa uma lâmpada de 60 watts dois dias inteiros. Você, com certeza, não está economizando.

Imagine, então, uma impressora a laser bem mais potente.

Terceira

Entre o computador e o monitor, este último é o vilão.  O monitor é o responsável por 80% ou mais da energia gasta pelo computador.

Se você, por qualquer que seja o motivo, não for usar o computador por um tempo bem maior do que você o utiliza, desligue o monitor e entenda o porquê.

Tomemos, como exemplo, um monitor simples, 14 ou 17 polegadas, que estando em atividade gasta aproximadamente 35 watts. Se ele estiver em repouso, o consumo cairá para apenas 1 (um) watt.   Não é uma economia para se por em prática?

Mesmo nos monitores LCD, cujo consumo não é tão exagerado como os monitores mais antigos, é possível economizar ainda mais, ajustando no windows as configurações para consumo de energia.

Quarta

Vá ao painel de controle do seu computador,  ajuste, na parte de desempenho e/ou manutenção, as suas configurações para que ele fique em estado de espera, quando não estiver sendo usado. Isso ajuda no final do mês a diminuir o consumo de energia.

Quinta

Caso você esteja comprando os componentes para montar um computador, procure escolher uma fonte com ” Power Factor Correction “, pois isso permite um controle e correção do fornecimento de corrente elétrica, inclusive quando o equipamento não está sendo utilizado.

Por último

Se houver possibilidade da luz natural substituir as lâmpadas acesas, desnecessariamente, no local em que o computador estiver instalado, durante o dia, por exemplo, sua economia será ainda maior.

defeitos na impressora jato de tinta
novembro 15, 2012 / Postagem por admin
Principais defeitos na impressora jato de tinta. Impressora falha,apresenta ruído,não liga, não puxa o papel,trava o carro, puxa mais de uma folha...
Carro batendo nas laterais (ruído)

Poderá ser o encoder sujo ou danificado, sensor do encoder sujo ou danificado, cabo flat desconectado, sujo ou danificado.

Ruídos  internos

Falta de lubrificação no eixo ou no trilho da guia do carro, motores com desgaste ou sem lubrificação, correia danificada,  elevador do kit de limpeza com defeito, obstrução do carro e encoder sujo ou danificado.

Falhas na impressão

Cartucho de tinta com problemas, flat sujo, desconectado, sujeira na base do carro, ou no kit de limpeza, ou no encoder, problemas no tracionador de papel.

Impressora não puxa o papel

Sujeira no rolo de tração, bandeja não aciona, motor danificado, pick-up roller sujo, ou gasto.

Impressora não liga

Painel frontal com defeito,conector do painel na placa com defeito, fonte com problema.

Problema no carro

Para que a cabeça de impressão se movimente, o motor deve girar a correia dentada. Seus dentes devem estar  bem firmes nas roldanas e o que garante a tensão é a mola, que fica no lado esquerdo.  Quando esta mola está frouxa, a correia pula, fazendo barulho de carro batendo.  Uma dica é que essa mola deve ter um comprimento de 6 a 8 cm; se estiver com menos, deve ser esticada.

Impressora liga, mas o led pisca

Conectores do cartucho de tinta com problemas, carro de impressão ( onde ficam os cartuchos de tinta ) com a base rachada,

Impressora indica erro ou não liga

Consultar códigos de erro no manual de serviço; porém normalmente se verifica a tensão da rede, a tensão da fonte da impressora; sendo que a dica é ver na etiqueta a tensão de saída; verificar o botão liga/desliga e, finalmente, o fusível

Impressora ao iniciar trava o carro e piscam os leds

A cabeça de impressão, no início, vai para o canto a fim de receber uma limpeza.  Quando ela se posiciona, o elevador do kit de limpeza suspende as borrachas de sucção para retirada da tinta. Se ele não funcionar bem, fica mais alto que o carro de impressão, bate nele e trava, daí os leds piscando.

Ao desmontar teremos: quebra da presilha na frente do elevador, desgaste dos dentes do elevador, quebra da presilha lateral do elevador e/ ou  quebra das presilhas da base do carro  do elevador.  Devemos, pois, substituir a peça com problema.

Outra possibilidade também comum para este problema está no encoder. O encoder indica para todo o sistema qual o posicionamento da cabeça de impressão e para onde ela deve ir. Quando esta fita está arranhada ou amassada, o sistema não consegue definir o posicionamento da cabeça de impressão, logo trava tudo.

Aqui a solução é mais simples, pois basta limpar com pano seco, ou papel macio o encoder e, depois, usar álcool isopropílico, substituindo o encoder caso este processo não resolva o problema.

Uma outra causa pode se apresentar e,neste caso, não precisa de troca de peças. Devemos limpar com álcool isopropílico tanto o eixo redondo por onde corre a cabeça de impressão como o trilho traseiro em “L” na parte de trás do carro; aplicando depois da limpeza um pouco de vaselina líquida.

Impressora puxa mais de uma folha

Neste caso desgastou a borracha do rolete ou a cortiça. Pode-se substituir a cortiça por outra, comprada em papelaria com espessura similar.

Falha em uma das cores

Inicialmente, verificar se a tinta acabou, na dúvida substitua o cartucho. Pode ser que ocorreu entupimento na cabeça de impressão, pois impressoras jato de tinta muito tempo paradas, ou pouco usadas, acabam com as tintas secas nos microcanais, entupindo os cartuchos de tinta ou  a cabeça de impressão.

Para retirar os cartuchos, ligue a impressora e abra a tampa; em algumas, eles pararão no canto  e em outras no centro. Retire os cartuchos. Encoste num papel absorvente a parte por onde a tinta sai. Deverá haver três cores: azul,amarelo e magenta.  Quando falta uma dessas três cores, ou a intensidade de uma é menor do que as outras duas, é porque há entupimento.

Dica. Para tentar desentupir, coloque uma lâmina de água destilada de 2mm num prato e deixe o cartucho assentado por 30″. Teste depois com papel toalha para ver se as três cores estão fixadas. Repita a operação , caso contrário, substitua o cartucho.

Reflexão

A maioria dos defeitos na impressora jato de tinta é dada pela sujeira acumulada no interior da mesma, portanto é necessário mantê-la limpa para prevenir dificuldades de funcionamento; além disso, o pouco uso resseca os cartuchos de tinta; sendo pois, diferente da impressora laser que, como vimos em artigo anterior, trabalha com “tinta seca” (pó de toner). Recomendo ligá-la, fazendo poucas cópias semanalmente, ou em espaço de tempo menor.

defeitos em placas de impressoras
novembro 20, 2012 / Postagem por Professor Dario
Principais defeitos nas placas de impressoras
principais defeitos

Área da solda do componente queimada

Circuito integrado queimado, chamuscado

Aparência da trilha da placa queimada

Capacitores estufados, ou arrebentados na tampa

Capacitores vazando óleo na base

Solda oxidada ou chamuscada

Solda fria ou solda solta, balança o componente

Cabos mal conectados

Fusíveis queimados (na dúvida, usar multímetro)

Aquecimento excessivo do componente (congelante aerosol ajuda a identificar o defeito)

Trilha rompida por curto ou arranhões

Depósito de toner(pó) sobre a placa

testes e medições

-Continuidade e resistência com a placa desligada

-Tensão e formato da onda com a placa energizada

Como fazer?

Suspeitando-se de um componente, deve-se medi-lo a partir da solda, ou seja, virando a placa. Se a suspeita se confirmar, retirá-lo da placa e medi-lo novamente, portanto fora, isolado.  Pode-se retirar apenas uma perna que prende o componente.

Se uma vez trocado, o problema continuar, deve-se verificar outro componente à frente e assim por diante, até encontrar o verdadeiro problema.

Para testar a tensão da placa, ela precisa estar energizada, ou seja, ligada.  Então deve-se testar alguns pontos, seguindo o esquema eletrônico da placa com multímetro.

Ao testar uma placa ligada, o neutro (ponta preta) deve ser conectado a qualquer parafuso ou a uma parte metalizada da própria placa.

dicas

Compare anotando as medidas (valores) entre duas placas iguais, pois resultados diferentes indicam defeito na placa que estamos consertando, uma vez que forem comparados com a placa boa.

Uma ponte Wire Up é um fio delicado que é soldado no lugar de uma trilha com defeito e fixado com cola de silicone na placa.

A realização de tudo que foi proposto aqui possibilita experiência no contato direto não só com os componentes eletrônicos como também com todo o conjunto que constitui a placa da impressora. É difícil, mas não é impossível e só se aprende, praticando.

Curiosidades: medidas,circunferência,história,símbolos…
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar algumas curiosidades relacionadas ao ramo das impressões: medidas, equivalências, tomada,história,etc
Como esticar uma circunferência?

Defeitos num cilindro de impressão aparecem de maneira simétrica na folha impressa, ou seja, torna-se um sinal equidistante e repetitivo, pois o cilindro está riscado ou marcado.

Quanto maior o cilindro, maior a distância entre as marcas ou defeitos na folha impressa.

Quanto menor o cilindro, menor a distância entre os defeitos, que aparecem na folha impressa.

Teoricamente, há uma fórmula matemática, que ,se aplicada, poderá ” esticar essa circunferência”, vejamos:

* L = comprimento do cilindro

* D = seu diâmetro

* R = 3,14 (constante,Pi)

Fórmula :       L = D x 3,14

História

Chester Carlson ( 08/02/1906 – 19/09/1968),Seattle,bacharel em física, inventou e patenteou um processo que chamou de ” eletrofotografia “em 22/10/1938. Não achava esse nome atrativo, assim com ajuda de um professor do estado de Ohio, adotou o nome ” Xerografia “, do grego, significando “Xeros” (seco), xerófitas (caule seco) e “graphos”, escrita.   No início de 1968, ele ganhou 150 milhões de dólares da Xerox, dos quais doou 100 milhões para a caridade. Deve-se a ele o início dessa evolução fantástica do sistema de impressão.

Carlson sempre estudou e trabalhou, sua família era bem pobre,chegando a passar dificuldades.

Procurou sempre empregos em que pudesse ficar afastado de solicitações sociais e distrações.

Medidas/equivalências

* Tera = T = 10 elevado a 12

* Giga = G = 10 elevado a 9

* Mega = M = 10 elevado a 6

* Quilo = K = 10 elevado a 3

* Mili = m = 10 elevado a -3

* Micro = u = 10 elevado a -6

*Nano = n = 10 elevado a -9

* Pico = p = 10 elevado a -12

Símbolo

O símbolo oficial de ESD indica que o material é sensível à descarga de eletricidade estática, portanto é necessário cuidado.

Aparece este símbolo nas embalagens especiais de componentes eletrônicos.

Lâminas

Devem ser limpas com ar comprimido. A superfície das lâminas nas impressoras com cartucho de toner é usinada com tolerância de 0,001 mm ou 0,0254 mm ou até menos. Qualquer ação abrasiva sobre a borda da lâmina, como o fato de limpá-la com um pano seco, pode estragá-la, fazendo com que provoque defeitos durante a impressão.

Tomadas

A tomada usada para alimentar impressoras, computadores, etc. é do tipo 2 P+T, que quer dizer 2 polos + terra. Estando com a entrada do pino terra voltada para baixo, o Fase fica à direita e o Neutro à esquerda. Isso ajuda em certos testes..

Cuidado com a eletricidade estática.
novembro 7, 2012 / Postagem por Professor Dario
Suas mãos poderão estar carregadas de eletricidade estática e queimar um aparelho eletrônico.
INTRODUÇÃO

Caminhar sobre um carpete com uma umidade relativa do ar entre 10 a 20% pode gerar uma tensão eletrostática de até 35000(V); caminhar sobre um piso de vinil 12000(V); um operador na bancada 6000(V); manipular PVC ou PP nas encadernações em espiral 6000(V); em palavras mais simples, ficamos carregados eletricamente e nas nossas diversas atividades poderemos acabar descarregando (até sem perceber) essa tensão num componente elétrico com o qual estamos trabalhando. É a chamada ESD

Muito curioso é o fato de que a faixa de sensibilidade de alguns componentes de placas eletrônicas ou certos dispositivos constituintes de micros ou impressoras ou ainda de circuitos eletrônicos na mesma umidade relativa do ar no parágrafo acima é muito menor; vejamos: um Mosfet de potência é de 100 a 200(V); um diodo ou a placa lógica TTL é de 300 a 2500(V); um transistor bipolar é de 380 a 7000(V)

TEORIA ELETROSTÁTICA

Se tivermos dois corpos, ambos positivos ou ambos negativos, no que diz respeito à eletrização,as cargas elétricas se repelem; porém, ao contrário, um corpo carregado positivamente e outro carregado negativamente, elas irão se atrair; até que haja equilíbrio no potencial elétrico.

É sempre possível deslocar cargas elétricas através de algo material, possibilitando a eletrização por atrito, por contato , ou ainda por indução; e aí surgem os condutores: eletrônicos (metais, grafite),iônicos (soluções aquosas de ácidos,bases e sais),gasosos (gases ionizados),semicondutores (silício), supercondutores, fotocondutores,etc.

RELACIONANDO/RACIOCINANDO

 

De acordo com o que dissemos na introdução e tendo em mente a teoria eletrostática, nossos corpos acumulam eletricidade e somos condutores; logo podemos “torrar” um chips com o simples toque de um dedo,descarregando velozmente sobre ele uma tensão maior do que o limite de sua sensibilidade.

Para um técnico, muitas vezes, saber que um componente eletrônico “torrou” é melhor e mais fácil de localizar e substituir, porém se a descarga não o estragou de uma só vez, ele poderá falhar, perder desempenho,e se tornar um mistério no desempenho de sua função, ocultando defeitos que se alternam

QUESTÃO

Se a voltagem que acumulamos é tão alta, por que não “torramos”, antes de “torrar” o chips do exemplo acima?

O perigo não existe porque a amperagem é baixa, ínfima;além disso a transferência da carga elétrica é rapidíssima

CURIOSIDADE

A  ESD  (Electrostatic Discharge)  é sério risco para componentes eletrônicos miniaturizados. Dentre várias espécies ou possibilidades de eletrização, a Triboelétrica é a principal (transferência de cargas por contato).  

A tabela abaixo indica que quando dois materiais são colocados em contato, o que se encontra na posição mais alta da tabela se torna positivamente carregado, mostrando a tendência do material em acumular cargas positivas ou negativas:

1- Acetato 2-vidro 3-mica 4- cabelo 5- nailon 6- lã 7-seda 8-alumínio 9- papel 10-algodão 11-borracha 12-prata 13-ouro 14- acrílico 15- poliuretano 16- poliéster 17- pvc 18- teflon 19-silicone

Sendo assim devemos tomar muito cuidado com os componentes eletrônicos na bancada, se não estivermos usando uma pulseira antiestática com o devido aterramento, certo?

CONCLUINDO

Se você trabalha com impressoras, por exemplo, o uso de uma pulseira deve ter a parte metálica conectada ao aterramento a fim de que toda energia estática do seu corpo se dissipe para a terra, você estará evitando descargas eletrostáticas e até choques elétricos.

Caso não se adapte a trabalhar com a pulseira que tolhe ou limita seus movimentos, utilize uma bancada devidamente aterrada, ou ainda use calcanheiras para ESD.

Use embalagens adequadas, como sacos metalizados com identificação de proteção; manuseie os circuitos impressos sempre pelas borda, pela lateral, evitando contato com trilhas, pontos de conexão, etc.

Esperamos que este breve artigo possa contribuir para um maior aprimoramento profissional, contribuindo para um serviço executado com qualidade e  segurança tão necessárias neste ramo de atividade .

Vista de uma placa da sharp 1240

 Quando não se vai reparar nada na  placa, contudo é preciso retirá-la, é conveniente mantê-la em seu suporte a fim de evitar os danos mencionados neste artigo

componentes eletrônicos, noções básicas para técnicos
novembro 14, 2012 / Postagem por admin
Noções elementares sobre capacitor, resistor, diodo, circuito integrado (vantagens),regulador de voltagem e transformador.
Capacitor

É um reservatório de cargas elétricas: duas placas condutoras separadas por um isolante, chamado dielétrico. É medido em faraday (F) ou  MF). Funciona como uma espécie de bateria auxiliar para um chip, pois a fonte de alimentação da impressora precisa de tempo para se adaptar ao novo patamar de corrente elétrica, dependendo da solicitação do momento durante o processo de execução da cópia.  Nesse sentido, o nosso corpo  é um capacitor, na medida em que armazena eletricidade estática. Na placa eletrônica é identificado pela letra C. Caracteriza-se por uma descarga de grande fluxo de corrente num curto espaço de tempo.

Perigo!  Depois de carregado, a carga fica armazenada por um certo tempo, mesmo desligado da fonte.

Circuito integrado

É constituído por vários circuitos dentro de uma pastilha de silício; sendo o principal responsável pela miniaturização dos circuitos eletrônicos. Dentro dele encontramos transistores, resistores, diodos, etc.  Apresenta inúmeras vantagens para seu emprego nas impressoras porque reduz o peso, reduz o consumo, economiza energia, trabalha em velocidade maior, tem um custo mais baixo, quando precisa ser trocado e aproveita melhor o espaço onde se encontra.

Diodo

Nas placas eletrônicas é localizado pela letra D.  Formado por dois cristais: P (anodo) e N (catodo) possibilita que a corrente elétrica trafegue num só sentido; serve também para transformar a corrente alternada em contínua. Em qualquer tipo de diodo, o terminal da faixa é o catodo.  Importante é saber que no sentido da corrente, o diodo funciona como elemento de alta condutância e baixa resistência; sendo que no sentido inverso, ele se torna elemento isolante ou de alta resistência.

Regulador de voltagem

Possibilita uma tensão constante, independente da flutuação da rede elétrica; sendo isto fundamental para o bom funcionamento da impressora, que trabalhe sob condições de instabilidade.

Resistores

São usados para dificultar a passagem da corrente elétrica, diminuindo a tensão em vários pontos do circuito.

Transformador

É usado para aumentar ou reduzir a tensão, pois recebe da rede elétrica 110 ou 220 v , gerando uma tensão de menor valor. Nas placas eletrônicas, T indica transformador e Q representa o transistor

Importante reflexão

O desenvolvimento científico e tecnológico tem evoluído rapidamente, permitindo maior sofisticação em equipamentos de impressão modernos (sirvam de exemplos os retificadores e filtros). Cabe ao técnico acompanhar estes componentes, atualizando-se em sites ou revistas da área, pois o mundo cibernético globalizado é um desafio que empolga os apaixonados pelo assunto.

Vejamos como exemplo a placa fonte de uma sharp 1240

Temos na imagem todos os componentes eletrônicos para que a copiadora ou impressora funcione: temos a alta tensão, os transformadores, transistores, circuitos integrados,diodos, capacitores, etc. É nesta placa que a corrente elétrica de, digamos 127v, é redimensionada para até 12v, de modo a alimentar todos os componentes eletrônicos. Um técnico experiente não fará reparos aqui com o equipamento ligado, pois o risco é grande.

Procure identificar as letras C e D referentes a, respectivamente capacitores e diodos, na imagem abaixo.

Trata-se de visão ampliada de um trecho da imagem  da placa anterior.

Como o toner é fixado no papel? Fusão.
dezembro 9, 2012 / Postagem por Professor Dario
Mostrar quais são as peças que compõem o fusor e sua funções no sistema de impressão, apresentando os principais defeitos decorrentes do mal funcionamento do fusor
Introdução

Em geral, o sistema de fusão é executado de forma semelhante em várias impressoras a laser. Dois rolos, um aquecido por uma lâmpada interna a ele, ou por uma lâmina e película que a envolve e outro que exerce pressão sobre o papel que passa entre eles, fixam o toner (através do derretimento de aditivos plásticos) no papel devido à elevada temperatura ( em torno de 210°) em que trabalham, dada por um termostato e um termistor.

Isso tudo dentro de uma estrutura precisa e delicada com contatos elétricos, unhas separadoras, colares, buchas e engrenagens, que trabalham de uma forma equilibrada e direcionada por sensores, que enviam sinais à placa lógica do sistema de impressão.

Acoplado à carenagem da máquina, o fusor é da cópia o último sistema, o processo final de impressão.  Vejamos do que estamos falando:   peças de uma impressora digital sharp

Visão completa do fusor montado

Os sinais de atenção avisam da temperatura elevada que atinge este sistema e com a qual devemos ter cuidado

Visão interna do fusor

Podemos observar do que dissemos acima: dois rolos, o fusor e o pressor ( no tom vermelho) fiação (contatos com a placa) e engrenagens, movidas pelo motor principal da impressora, que , aliás tem vários motores.

Vista do rolo fusor

Trata-se de uma peça delicada que não pode apresentar deformidades pois influenciarão tanto no funcionamento do fusor como um todo quanto na cópia.

Vista do rolo pressor

Também não pode apresentar deformidades pois estas acabarão sendo visíveis na cópia como marcas, ou farão o papel amassar, ter vinco, ficar feito sanfona parado nas unhas do fusor

Vista da lâmpada de aquecimento

Muito delicada, frágil no manuseio, porém muito eficiente no processo, pois atinge temperaturas elevadas

Vista do termostato

 

À esquerda, na imagem, é o responsável pela temperatura do fusor, que deve trabalhar de acordo com o dimensionamento de fábrica.

Considerações finais

A montagem e desmontagem do fusor depende de cada modelo ou tipo e até mesmo da marca da impressora, porém o sistema de trabalho é muito semelhante em todas. Basta que haja atenção para que o reparo possa ser feito  de modo simples e rápido.

Um fusor que não atinge a temperatura para fixação do toner no papel, fará com que a imagem borre e se apague ao simples toque dos dedos, na hora de retirar a cópia. Verificar termistor ou termostato em primeiro lugar.

Quando há atolamento constante de papel, provavelmente o problema estará no rolo de pressão, principalmente se o papel sai vincado ou amassado. É preciso cuidado na hora de tirar o papel atolado. Retire sempre na direção do operador. Não use nenhuma ferramenta para cutucar ou pegar pedaços de papel, poderão estragar um dos rolos.

Se a máquina indicar código, procure consultar o manual para saber o tipo de erro e poder sanar o defeito.  Há um limite de cópias ou impressões que esses rolos aguentam; depois disso é necessário trocá-los. Colares trincados ou rachados impedem o funcionamento do fusor.  Buchas também.  Analise com cuidado essas peças.

como funciona uma impressora a laser
novembro 14, 2012 / Postagem por admin
Funcionamento de impressora a laser nas suas diversas etapas para produzir a cópia.
rastreamento da imagem

Computador e impressora conversam em código, quando damos um comando de cópia. Para ambos está acertado que cada micro ponto horizontal na página impressa é um rastro. A impressora tem um processador de rastreamento de imagem, portanto ela grava toda a página a ser impressa; sendo tudo codificado numa linguagem “Adobe Post Script” ou “HP Printer Comand”.

carregamento

Uma carga eletrostática negativa é lançada no OPC (cilindro, ou unidade fotocondutora) pelo PCR (rolo primário de carga).

Podemos ver o rolo de carga primária assentado em dois mancais, pressionado por duas molas. Este rolo fica próximo à lâmina de limpeza nas HPs 1120 e 1522.

gravação

Um feixe de laser é emitido contra um espelho poligonal giratório, que redireciona os raios para o cilindro, fixando uma imagem espelhada de eletricidade estática na superfície do mesmo (imagem latente),sendo que nos pontos onde o laser toca o cilindro, ele remove as cargas negativas existentes a fim de que a partícula  de toner possa se fixada.

Aqui vemos o canhão de laser, cujo feixe de luz será direcionado por espelhos sextavados, fixos e giratórios que incrustarão no cilindro fotossensível a imagem latente.

desenrolar

Como cargas iguais se repelem, o pó de toner não toca o cilindro onde o laser não removeu a carga negativa, preenchendo somente os pontos onde as cargas são diferentes e, portanto, atraídas.

Nesta imagem temos o cilindro, propositadamente levantado para que possam ser vistos o rolo magnético e a lâmina niveladora ou dosadora

transferência

O cilindro se movimenta sobre o papel, transferindo a imagem pelo mesmo processo de diferença de carga; no caso negativa e positiva.  Algumas impressoras têm um rolo sob o papel, que exerce essa função: é o rolo de transferência.

fusão da imagem e/ou texto

O papel passa entre dois rolos ( pressão e fusão) normalmente entre 180º e 200º fundindo o pó de toner no papel.  Há impressoras e copiadoras que vêm com uma lâmpada de aquecimento, dentro do rolo fusor e outras que apresentam uma resistência com uma película fusora aquecida

limpeza

Uma lâmina, eletricamente neutra, remove o excesso de toner do cilindro e o deposita num reservatório de toner usado. Ao mesmo tempo, o rolo de descarga ou lâmpada de descarga retira toda carga elétrica do cilindro, ou seja, apaga tudo nele; preparando-o para a próxima cópia.   Curioso é que todo esse procedimento ocorre em nano segundos,isto é, os sete processos de uma só vez; tornando a impressora a laser muito eficiente por sua rapidez.

Temos aqui a unidade de limpeza com nova vista do rolo de carga primária. Neste momento convém observar que a lâmina de limpeza está vedando o compartimento de reservatório de toner usado, também conhecido como lixeira da impressora a laser.

Códigos sharp e HP:saber a que se referem,facilita localizar o problema.
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar principais códigos, algumas soluções e como ressetar impressoras sharp, facilitando a manutenção
Iniciando

Passaremos uma relação de códigos que aparecem no visor ou painel das impressoras sharp e HP no sentido de facilitar ao técnico iniciante a localização do problema com maior facilidade. Esses códigos orientam por onde começar a manutenção, embora não resolvam o defeito, ajudam muito porque permitem ir direto ao ponto.

Códigos Sharp (principais)

Surgem nas copiadoras AL 1000/ 1010/ 1240/1530/1641/1645.

H 4 = rolo fusor com temperatura baixa (abaixo do normal)

H 3 = rolo fusor com temperatura alta ( acima do normal)  **

H 2 = termistor aberto

L 4- 01 = Motor principal (pulso do encoder não detectado)

L-1 = problema no scanner ou fita/ trava na posição fechada (saída da cópia)    *

E 7 – 15 = lâmpada de exposição

* Com a máquina desligada, retire o vidro de exposição, puxe o carro para o meio, com a chave de fenda tire a trava

Reset para sharp

Para liberar o cilindro aperto c/auto,c/auto, C/ auto (três vezes) a máquina vai desligar o painel, digito 24, aperto o “print” (start – verde), digito 07 e  aperto “print” novamente. A copiadora vai desligar, espero 10 segundos e pronto posso fazer com o mesmo cilindro mais 9 000 cópias. Isto se aplica à copiadora sharp 1641 e também à copiadora sharp 1645

** Para resetar  código H3 ou H4 aperte C /auto, C/auto, C/ auto, digite 14.

Para resetar  uma  sharp 1645 , ou seja, zerar o contador,  aperto c/auto, c/ auto; aperto zoom, digito 89, aperto verde ( start), digito 1, aperto verde, desligo, 10 segundos de espera e ligo novamente
Códigos HP ( principais )

Em geral são os mesmos para as impressoras a laser

02 = problema de aquecimento

18 = interface de rede sem funcionar

22 = problema na configuração

23 = cabo de rede

50 = erro no sistema de fusão

51 = erro sistema ótico

52 = motor do scanner

Que é resset?

“Ressetar” é reiniciar, começar de novo, do zero, é zerar. Toda máquina faz a contagem do número de cópias ( laser) ou de limpeza (jato de tinta), de modo que ela trava, pedindo troca de toner, troca da unidade de imagem, troca do cartucho de tinta ou toner, troca do cilindro, troca disso, troca daquilo.  Na verdade, nem sempre é preciso trocar, portanto temos que resetar  a máquina para que essa contagem também reinicie, sem que se troque nada.

 A importância do reset no mercado de cópias

Certas peças, como o cilindro, são dimensionadas pelos engenheiros de fábrica para executarem um determinado número de cópias, após o que a máquina trava, impedindo a continuidade de serviço. Ora, nem sempre os valores e padrões de qualidade são determinados pelas fábricas; pois é o mercado quem determina o que é bom ou não; são os copistas que conhecem seus clientes e o que eles desejam em termos de cópia, portanto um cilindro que poderia rodar na copiadora por mais 27000 cópias é bloqueado com 9000 e , o que é pior, travando a máquina.  E quem não sabe resetar, como fica?

Deve pagar caríssimo por um cilindro novo, quando o que está na máquina poderia trabalhar bem mais e com qualidade ainda.  Isto posto, reset é importante a fim de que as peças que ainda não estão completamente gastas ou defeituosas continuem trabalhando.  Quem deveria decidir pela troca do cilindro no exemplo que estamos dando é o copista, afinal estamos num país de mercado livre, de livre iniciativa e escolha, concordam?

Código L 4 na copiadora sharp 1641/1645…
maio 10, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar soluções para o problema do código L4 na sharp 1641 ou 1645
Problema

A copiadora trava, o painel apresenta alternadamente “L” e “4″, piscando. Como resolver?

Sugestões

Antes de qualquer verificação, é preciso saber que esse código se refere, fundamentalmente, ao tempo que a máquina leva para  reconhecer o motor principal, ou seja, menos de 100 milissegundos para identificá-lo. Importante é saber que alguns passos devem ser seguidos para solucionar o problema, vamos a eles.

Primeiro passo

Tente dar um reset na copiadora, digitando rapidamente “C”  ”auto”, “C”  ”auto”; ela irá apagar. Neste momento digite “14″ no painel de cópias e pressione o “start” ( botão verde)       Se a sorte ajudar, ela voltará ao normal e continuará tirando cópias.  Caso o problema persista, será preciso tirar a tampa traseira para poder ter acesso ao “Motor principal”.

Segundo passo

O motor principal é preso por dois parafusos na carenagem da máquina e ligado à placa ” ASIC ” por um pequeno cabo flat branco.  Retire o motor, retire o flat do motor e da placa. Analise se as trilhas que ficam nas duas extremidades do cabo estão picadas, com zinabre, interrompidas, cortadas, distorcidas, etc. Aí pode residir o problema. Aproveite para limpar o flat na sua parte branca com álcool isopropílico dos dois lados. Se esse cabo se apresentar com problemas, será preciso trocá-lo.

Terceiro passo

 Volte a prender o motor na copiadora e faça um teste de impressão, caso o problema persista, aplique o primeiro passo.  Se isso não resolver, você deverá trocar o motor, cujo sistema está defeituoso e cuja correção exige um especialista em eletrônica.

Curiosidades

Nas copiadoras sharp 1641/1645 é possível instalar o motor das sharps 1240 ou 1530; além disso é possível aproveitar os flats; pois isso aconteceu comigo e resolvi dessa maneira.

Observações

Evidente que o que estamos sugerindo aqui não envolve o possível defeito na placa acima ou uma verificação do carro do scanner da máquina, que é movimentado pelo motor principal,pois isso abordaremos num próximo artigo.  A intenção é solucionar o problema de modo rápido e objetivo.  Boa sorte

Cilindro OPC e seu desgaste
novembro 11, 2012 / Postagem por admin
CAUSAS DO DESGASTE DE UM CILINDRO NO CARTUCHO DE TONER DE UMA IMPRESSORA A LASER. Sua composição, ação da lâmina de limpeza, ação do ozônio, ação do toner, atrito, ângulo de abordagem
Introdução

Todas as peças dentro de um cartucho de toner são insumos e, dentre elas, a principal ou a que permite uma qualidade melhor de cópia é o cilindro fotocondutor orgânico (OPC).

É  dos componentes do cartucho a parte que mais trabalha: carregado pelo PCR (cilindro de carga primária), transporta  o toner para o papel, é limpo pela Wiper blade (lâmina de limpeza), portanto desgasta-se.  Esse desgaste implica perda na qualidade da cópia e, como veremos mais à frente, pode ser contornado ou minimizado.

Composição

É uma espécie de tambor, com vários revestimentos,que permite receber uma carga eletrostática; sua composição  é normalmente de substrato de alumínio, óxido de alumínio(0,2 microns de espessura), conduz cargas negativas, contém pigmento fotocondutivo, transporta carga de 18 a 40 microns de espessura, descarrega eletrons e trabalha em ambiente de alta temperatura, sofrendo fricção e, às vezes atrito, com o rolo de carga primária e buchas plásticas ou espaçadores  do rolo magnético.

Função

O  cilindro   recebe a imagem latente do laser, ao mesmo tempo pega o pó de toner do rolo magnético, conduzindo o mesmo para a folha de papel; tudo isso inúmeras vezes por minuto, conforme a velocidade das impressoras, no que se refere ao número de cópias.

Desgaste

1-  Um cilindro nunca deve ficar exposto ou descoberto na bancada com luminária acesa ou luz do sol por mais de 30 segundos, pois ele irá perder sua fotocondutividade,diminuindo a qualidade da cópia.

2- A lâmina de limpeza varre o toner que não foi utilizado na confecção da imagem para o depósito de lixo do cartucho, está, portanto, em contato direto com o cilindro; logo o ângulo formado pela lâmina e o cilindro deve ser tal (30º) que não exerça demasiada força de atrito com o mesmo; além disso, a dureza da lâmina (material de que é feita) e sua tensão não podem pressionar exageradamente o cilindro, ao contrário, o processo deve ser suave e eficiente.

3- O toner deve ser de boa qualidade porque o tamanho de suas partículas podem funcionar como abrasivos, ocasionando perdas ( pontos de concentração desnecessários na cópia) e” picotes” ou manchas no cilindro.  Um toner de boa qualidade contém aditivos, que funcionam como lubrificantes nesse processo de trabalho.

 O toner pó nada mais é do que tinta seca, e, na sua composição, devemos ter: resinas plásticas (que permitirão melhor fixação da cópia no papel, quando este passar pelo fusor), pigmentos corantes (possibilitam boa qualidade de imagem), ceras (que lubrificarão o cilindro, evitando maior desgaste), agentes de carregamento e agentes de vazão ( de modo a fixar e transportar com mais eficiência a imagem latente, que se transforma em imagem real, visível).

Toneres  micro- finos (inferior a 6 u) apresentam partículas menores e permitem maior definição através da colocação de mais pontos por polegada; logo os cartuchos que trabalham com esse tipo de toner contêm agitadores para manter o fluxo do pó e o desgaste do cilindro é menor pela própria composição do toner.

 Quando se aproveita toner de marcas diferentes no mesmo cartucho, ou quando se aproveita o toner usado, completando-o com novo, unimos no mesmo espaço toneres de carregamentos  elétricos  diferentes, que competirão entre si, gerando péssima qualidade de cópia e maior desgaste do cilindro; logo não devemos misturar nem aproveitar o existente.

 4- A lâmina dosadora (doctor blade) é responsável indireta pela desgaste do cilindro (OPC) na seguinte situação: ela deve manter uma camada uniforme de pó, se estiver desgastada, ou torta, ou ainda com rugosidade; não exercerá a pressão certa, ou seja, não  fornecerá uma camada fina( entre 100 e 120 microns de toner), aveludada.  Isto formará uma camada cada vez maior de toner, uma espécie de barriga no rolo magnético; camada esta que poderá ser arrastada para o cilindro, desgastando-o e manchando a cópia.

  5- Outros desgastes que ocorrem no cilindro podem ser decorrentes da alta temperatura, forçar a impressora além de sua capacidade de trabalho; a poeira de papel, quando este não é de boa qualidade ou próprio para impressão a laser; a falta de filtragem para o gás de azônio, que se forma na impressão a laser.

Curiosidade

Por que o desgaste é maior nas extremidades de um cilindro?

Os colares e os selos do rolo magnético têm a função de manter um espaço entre o cilindro e o magnético.  Quando estão gastos, ou endurecidos, e até com defeito, permitem um vazamento de toner, que se acumula, formando uma espécie de pedra, que acaba fazendo um sulco nas pontas do cilindro, em geral fora da área de impressão.

Como minimizar o desgaste de um cilindro?

Em geral, a cada 6 (seis) recargas, o cilindro deve ser trocado.    Esse número poderá ser ampliado, tomando-se algumas medidas, durante as recargas: como se trata de um sistema semelhante à delicadeza dos filmes de máquina fotográfica antiga, não pode ser exposto à luz; logo devemos utilizar embalagem escura para acondicioná-lo, enquanto trabalhamos no cartucho de toner.

Deve ser limpo com flanela para tirar o pó de toner, em seguida aplicar cera polidora, esperar 10′ para cristalizar, polir delicadamente, esperar 30′ para secar, usar luvas em todo o processo, evitando tocar no cilindro.

Um cilindro novo apresenta 4(quatro) camadas básicas em sua constituição:  a primeira é a camada de transporte de carga, depois a camada de geração de carga, segue-se a camada de sub-aterramento e, por fim, a camada de substrato de alumínio.

Quando a camada de transporte de carga (primeira) se encontra praticamente nula, ou desgastada, a cópia sairá muito clara, haverá maior consumo de pó e maior vazamento do mesmo para dentro do equipamento. Estudos revelam que a cada recarga, tanto o rolo magnético como o cilindro perdem 4% de sua capacidade, o que altera a densidade e a qualidade da cópia.

Isto posto, concluiremos que há um limite para a utilização dos insumos, chegando a um momento em que a única saída será a substituição da peça em favor da qualidade do serviço esperado.

Vista de um cilindro da HP 1120 ou 1522

Muito importante é não tocar no cilindro, a não ser usando luvas e segurando-o pelas extremidades. Não expor o mesmo à luz por tempo superior a 30′

Bobagens a evitar no uso do computador e da impressora
dezembro 8, 2012 / Postagem por Professor Dario
Dar ao usuário orientações sobre como proceder com impressoras e computadores visando ampliar a vida útil deles e possibilitando trabalhar sem problemas e com segurança.
Computador

* Ligar o computador numa tomada direta, sem filtro de linha, sem módulo isolador, sem estabilizador, sem nobreak, sem aterramento ou coisa que o valha é favorecer o azar, pois qualquer coisa poderá causar problema: alguém ligar na mesma rede uma máquina de lavar, a energia cair e voltar, alguma coisa acontecer na fiação da residência ou da rua, enfim poderá prejudicar seu equipamento até de modo grave.

* Não ter um firewall ativo e configurado para evitar invasão de privacidade, uma vez conectado à rede mundial de computadores.

*Não possuir um anti vírus eficiente para evitar prejuízos com cavalos de troia, rokits que podem estragar seus arquivos e disco rígido, infectando o computador

* Instalar programas piratas, que ainda estão em teste, ou baixar tudo que encontra na rede, de modo inconsequente e sem avaliar os riscos que determinado software pode trazer

* Não manter o anti vírus atualizado e não ter a preocupação de estabelecer uma limpeza de disco, tão necessária, pelo menos duas vezes ao mês, para deixar mais espaço, tornando a máquina mais rápida.

* Não proceder à desfragmentação do disco para que os arquivos funcionem melhor e de modo mais rápido.

* Abrir todo e qualquer e-mail, inclusive aquele de cobrança de um Banco que você nem conta tem. Arquivos maliciosos e  ocultos dos hakers podem estar ali, ou em anexos.

* Usar senhas que não são bem “boladas”, isto é, fraquinhas; clicar muito e em tudo que vê pela frente, compartilhando de modo irreflexivo; tudo isso pode ser perigoso.

Impressora

* Ligá-la, a exemplo do computador, diretamente na tomada da rede elétrica , sem proteção alguma.

* Não manter a impressora livre , externa e internamente, de toda poeira, sujeira, umidade, excesso de calor, etc.

* Não instalar a impressora em local ventilado.

* Ligá-la e desligá-la a toda hora, a todo momento, inclusive ao mesmo tempo do computador(monitor).

* Ir além do ciclo de cópias que foi dimensionado de fábrica.

* Usar papel cuja gramatura poderá afetar engrenagens sensores, forçando o funcionamento natural da mesma.

* Usar impressora sem configurá-la adequadamente ao trabalho que será desenvolvido.

* Manuseá-la de modo bruto, batendo portas, apertando botões do painel, colando peso excessivo sobre o vidro de exposição da mesma.

* Usar tinta ou toner de baixa qualidade, insumos inadequados, embora compatíveis

Sugestão

Procure refletir e aplicar o que foi dito acima porque você estará estendendo a vida útil do seu equipamento eletrônico, estará ganhando em não gastar com manutenção desnecessária e, sobretudo, estará trabalhando com segurança e sem estresse, decorrente de inúmeros problemas, em não seguindo as orientações aqui mencionadas.

As impressoras e seus motores. Neste artigo, estudaremos o Motor de Passo.
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar o funcionamento do motor de passo e sua importância para impressoras, incluindo vantagens, informações de diversos tipos
Introdução

Há diversos tipos de motores quando se fala de impressoras. Temos os motores com encoder interno e externo, temos os motores de passo, empregados nas estações de limpeza das jato de tinta, temos o motor que permite o tracionamento  do papel. Temos também o motor principal, ao qual estão atreladas inúmeras funções.

Em geral, transformam energia elétrica em energia mecânica, notadamente cinética (implica movimento)

Motor de Passo

Inicialmente devemos considerar que quando o aparelho eletrônico, uma impressora por exemplo, precisa de que um componente funcione com precisão de posicionamento, o motor de passo é o mais indicado; basta considerar que nas impressoras a jato de tinta, em geral, é o motor de passo que eleva a estação de limpeza para agir sobre a cabeça de impressão e, tudo isso, deve ocorrer com grande precisão no controle de velocidade.

Uma outra necessidade, agora de certas impressoras a laser,é a necessidade de um controle efetivo para rotacionar uma rede de difração a fim de que a frequência do laser possa ser ajustada; neste caso um micro motor de passo é muito atuante, útil, exato.

Como é seu funcionamento?

O motor de passo é constituído de duas partes fundamentais: uma que gira (é o rotor) e outra que é fixa ( é o estator). É um motor que se comunica facilmente com os sistemas que o dirigem: vai acelerando e desacelerando justamente por esses comandos tão desenvolvidos e sofisticados nas placas lógicas, tanto dos computadores como das impressoras atuais.

O motor de  passo também é constituído por três pares de bobinas independentes entre si e que possibilitam também um acionamento independente das mesmas.

Um motor convencional ou comum, quando há corrente elétrica, apenas gira, ou seja, gira unicamente num sentido, mas com  o de passo  é bem diferente.

Quando existe uma corrente elétrica passando num sentido, cria-se um campo magnético no sentido oposto; logo o funcionamento é muito simples, pois o motor de passo vai estar sempre tentando se alinhar  ao campo criado. Se alteramos o sentido da corrente, este motor vai, no sentido oposto, tentar se alinhar ao novo campo magnético, mudando também o sentido da rotação e assim subsequentemente.

Na escola, os jovens aprendem isso, quando estudam a famosa lei de Lenz.

No motor de passo, existe um rotor, que nada mais é do que um conjunto de eixo e ímã; existe também o estator que nada mais é do que bobinas enroladas. Quando passa a corrente elétrica, o rotor gira e cria-se um campo magnético no estator, finalmente, entre eles.

Note que a cada pulso elétrico, o eixo rotaciona um pouco e se não houver pulso ele permanece quieto, estacionário.

O acionamento de um motor de passo é simples porque pode ser “Unipolar ” com apenas um sentido de corrente elétrica com campo magnético oposto a ele; ” Bipolar ” quando, tanto a corrente quanto o campo estão ou vão em dois sentidos ou duas direções;  de ” Passo inteiro “, quando as bobinas são acionadas em pares e de ” Meio passo “, quando o acionamento é de uma única bobina e um par alternadamente. Perceba que em todos estes acionamentos a posição do motor muda, a direção muda, enfim há diversas possibilidades.

OBS.  Um motor de corrente contínua ou alternada faria o que o de passo faz? Sim, porém precisaria de sensores de posicionamento, comandos para tal, codificadores nas mudanças de rotação, etc.  Muito mais simples empregar o de passo, não?

Vantagens

O motor de passo apresenta inúmeras vantagens, vamos relacionar aqui algumas delas:

* Funciona muito bem em baixa velocidade e elevado torque. Pense no motivo pelo qual aparece nas jato de tinta.

* Funciona nos dois sentidos da rotação. Reflita sobre seu emprego nas jato de tinta.

* Tem maior vida útil, inclusive não necessita de escovas.

* Pode permanecer inativo por período longo.

* Apresenta uma velocidade proporcional à frequência dos pulsos elétricos.

* Acelera, quando necessário e desacelera com a mesma praticidade.

Note: Nas impressoras, quando há sobrecarga elétrica, criando um torque exagerado, pode acontecer ” erros ” de posicionamento, durante o processo de impressão. Isto se constituiria numa desvantagem, porém é difícil ocorrer.

Procure ler mais e ampliar seus conhecimentos sobre este tipo de motor.

Anotações sobre sharp 1641 e 1645
novembro 24, 2012 / Postagem por Professor Dario
A intenção é apresentar anotações práticas sobre problemas e soluções para as copiadoras sharps 1641 e 1645. Outro objetivo é tentar identificar, nos diversos componentes, aquele que está causando o defeito para que possa ser reparado pelo técnico
Introdução

Excelentes copiadoras, resistentes e com ótima qualidade de cópia, ideais para copiar originais que estão em livros, mesmo que coloridos; a 1641 tem ADF o que facilita muito a cópia de folhas soltas, são impressoras relativamente práticas para reparos, tanto na unidade de revelação como na de fusão. A unidade de revelação contém o cilindro e a lâmina de limpeza,retirados da máquina apenas por desencaixe, abrindo-se a porta frontal.  Mesma retirada para o cartucho de toner que contém o revelador. Já a fusão está presa por dois parafusos e, uma vez desconectados os fios, retira-se toda a unidade para eventuais reparos. Na porta lateral fica a caixa de corona, permitindo acesso e limpeza fácil do fio.   Desaparafusando a tampa traseira da copiadora, chegamos às embreagens e seus solenóides, motor principal, correia, ventoinha, placa, conjunto de engrenagens, etc.

Reset do cilindro

Após um número de impressões ou cópias predeterminado pela fábrica, o cilindro trava, sendo que nem sempre está gasto, podendo ser usado para um bom número de cópias ainda. Neste caso, devemos zerar o contador procedendo da seguinte forma: com a copiadora ligada, apertamos bem rapidamente por três vezes “C /auto, C/auto,C /auto”. A copiadora desligará o painel. Então digitamos “24″ e apertamos o “start” (verde); logo depois digitamos “07″ e apertamos novamente o “start” (verde). A copiadora irá piscar o visor(no Painel).  Desligamos e esperamos 15″ e ligamos novamente. A impressora estrá pronta para continuar tirando cópias, com o contador zerado para mais um ciclo.

Problema de fácil solução (acusa falta de toner com cópia clara)

Se a copiadora acusar falta de toner mesmo estando cheio o cartucho, primeiramente verifique se há revelador, pode ser falta dele: certifique-se de que não há vazamento de toner e de revelador no interior da máquina.  Pode ser também que as engrenagens que movimentam e agitam o toner estejam travadas.  Retire o cartucho da impressora, gire, manualmente, a engrenagem maior do cartucho, durante umas cinco voltas.  Retorne o cartucho na máquina e faça uma cópia: Se o negrito apareceu, indicando cópia mais nítida, mais forte no seu contraste, aí estava o problema.

Problema muito comum( ruído nas engrenagens)

É uma pequena engrenagem que fica na lateral (fundo) da impressora. Essa catraca é acopladora do fusor, para atingi-la, é preciso retirar todo o drive pela parte traseira da máquina.

Vazamento de toner

É necessário trocar as buchas da unidade de revelação, onde se localiza o cilindro.  Note que é preciso observar se o exaustor, cooler ou ainda o ventilador não está desligado, porque a falta dele fará uma nuvem  de pó no interior da máquina, sujando inclusive os espelhos do laser e impedindo a transferência de imagem.  Não podemos esquecer que se o toner acumular nas unhas separadoras  do fusor, poderá haver atolamento do papel

Telinha (corotron ou escorotron)

Uma faixa clara de uns dois centímetros fora a fora verticalmente na folha indica o problema. É preciso retirar a unidade onde se encontra o cilindro, retirá-lo e limpar com ar comprimido e pincel tanto a calha como a tela, pois não pode ter toner agarrado ali.  Essa tela, nessa calha, fornece alta voltagem para carregar e descarregar o cilindro negativamente.

Lixeira lotada

Lixeira precisa ser esgotada e limpa na medida em que vamos esvaziando o reservatório do cartucho de toner com o uso. Uma lixeira lotada poderá ocasionar travamento da máquina com quebra de engrenagens. A dica é perceber chuvisco(pontos pretos) por todo o papel.

Fusor pesado

Neste caso é preciso trocar engrenagem acopladora branca pequena (NGERH0019QS22) no driver da copiadora, verificar e trocar, se necessário, a engrenagem do rolo fusor; trocar buchas e colares (estes podem estar rachados, trincados, gastos) e analisar o estado do rolo de pressão (laranja), que não pode apresentar deformidades, abaulamentos, pontos picados ou faltando na sua extensão

Cópias claras

Aqui, há várias possibilidades: inicialmente verificar se o cartucho tem toner, depois se o revelador está bom,se  não está vazando; verificar também se o rolo agitador do cartucho está tonalizando, se não está travado. Em seguida analisar o estado do cilindro, se o vidro de exposição da copiadora está limpo.  Ver se a unidade de laser está limpa, principalmente os espelhos sextavados.  Pode ser também a tela que fica junto ao cilindro (corotron), pode ainda o fio de corona estar partido, sem contato; enfim é necessário critério de observação e análise para que o conserto seja efetivo, eficiente.

Atolamento de papel no fusor

Muito desagradável na medida em que temos que parar o serviço a cada atolamento, sendo, às vezes, difícil e demorada a retirada do papel, inclusive  com risco para o operador, pois o fusor é extremamente quente.  Quando o papel para na entrada do fusor, o problema está na alavanca que movimenta o sensor de tração do papel.  Quando o problema se localiza na saída do fusor e faz uma espécie de sanfona do papel, o problema pode estar na correia de tracionamento de papel solta. Além disso, o técnico deve verificar também as engrenagens, buchas e colares do fusor.

Onde o fusor se encaixa na carenagem há duas engrenagens presas uma a outra, se estiverem gastas, estalam, patinam e provocam atolamento do papel.  Poderá ser também a embreagem de partida do papel com problemas: geralmente precisando de uma limpeza interna e externa das partes que a constituem.

Já vimos em artigos anteriores que um termistor sujo pode informar uma temperatura errada, impedindo o bom funcionamento da impressora.  Importante para trocar as engrenagens do fusor é observar os seguintes passos: retirar a tampa traseira, retirar o motor principal, desconectar parte da fiação da placa, retirar a chapa de ferro, para, depois, chegar às engrenagens.

Papel úmido

Folhas de papel com alto teor de umidade podem ficar abauladas e atolar em qualquer fase do processo de cópia ou impressão na máquina.  Neste caso só uma estufa para prevenir tal distúrbio.

Códigos  importantes

L+1 piscando alternadamente indica problema no scanner ou na fita (flat) dele.  Pode ser também a trava de plástico que fica na saída da cópia que está na posição fechada e precisa ser aberta.  Mesmo problema para código E+1.

L+4 piscando alternadamente se refere ao motor principal, cujo pulso não está sendo detectado por 100 milisegundos ou o próprio motor está defeituoso.

H+2 piscando alternadamente  mostra que o termistor do fusor está aberto, necessitando reparo ou substituição.

H+ 3 piscando alternadamente diz-nos que a temperatura do fusor está alta, ou seja por volta de 240°

H+4 piscando alternadamente indica baixa temperatura do fusor, anormal para a fusão do toner no papel.

Anotações sobre remanufatura do cartucho HP CB 436a.
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Indicar ao técnico as ações para remanufatura do cartucho de toner das impressoras a laser que usam o cb 436a
Introdução

 Com base num serviço de cópias, feitas por esse tipo de cartucho, por um período aproximado de um ano, implicando, portanto, uma diversidade enorme de trabalhos, tanto de impressão direta da Web, quanto de cópias tiradas sobre o vidro de exposição, é que comentarei as anotações que seguem.

Anotações

* Quando o original é constituído por um traçado simples, como desenhos para crianças do Ensino Básico, o cartucho poderá render, numa média de recarga de 100 g ,até 2000 cópias.

* Em se tratando de um chapado de texto numa folha A 4, o mesmo cartucho, na mesma média de recarga, fica entre 1550 e 1600 cópias.

* Quando aparece a primeira falha branca no sentido vertical da folha, de ponta a ponta,até que não seja mais visível o que deveria ser impresso; agitando-se o cartucho, no sentido horizontal de balanço, ele poderá produzir mais 80 a 110 cópias com qualidade.

* Embora a remanufatura indique que o cilindro e a lâmina de limpeza devem ser trocados regularmente para que se mantenha a qualidade de impressão; neste cartucho, o cilindro e a lâmina podem ser reutilizados até 5 vezes ou mais.  Nessa reutilização pode entrar um polimento do cilindro OPC para manter a qualidade da cópia.  O polimento poderá ser feito com cera comum do tipo carnu ou gran prix em pequena quantidade e com técnica.

* Ao longo do tempo, percebemos que a troca do cilindro implica troca da lâmina de limpeza, pois a lâmina usada dificilmente se adapta a cilindro novo, após 5 remanufaturas, pois ela estraga, quebra, perde a resiliência.

* Quando desmontamos esse tipo de cartucho, é fundamental limpá-lo bem e todas as suas peças porque não pode haver contaminação de toner usado com o  novo, em detrimento da qualidade de impressão.

* Notamos também que tanto o PCR  (rolo de carga primária), quanto o Rolo Magnético se desgastam.

* Quando o PCR está sujo, ou sem contato elétrico, no teste de impressão, a folha sai totalmente escura e quando o rolo magnético está desgastado, a folha sai muito clara.

* A carenagem, ou o chassi do cartucho, ou ainda a própria carcaça é muito resistente, porém é comum alargar a cavidade do parafuso que prende o espaçador, e também alargar a cava que prende a lâmina de limpeza na lixeira. Os parafusos rodam em falso e não apertam. É necessário corrigir o problema, geralmente trocando o parafuso por outro milimetricamente maior.

* Pode acontecer do contato, onde se encaixa o eixo do rolo magnético, perder sua condutividade, devendo ficar de molho em algum solvente, do tipo removedor, por algumas horas.

* Com muito uso, os colares do rolo magnético alargam e deixam vazar um pouco de pó de toner, sendo necessário trocá-los. Observar o interior da  impressora e limpá-la com aspirador e pano seco,sem fiapos.

* É normal, após um bom número de cópias, que haja condensação e a impressora fique suando na tampa dianteira ou traseira; deve-se providenciar distância certa da parede para que ocorra  ventilação.

*Às vezes, a lâmina dosadora, em contato com o rolo magnético, causa problema, a não ser quando a cópia parece muito clara; neste caso está gasta.

* Em dias quentes, não convém forçar a impressora com grande número de cópias; por exemplo:  digamos 500 de um lado só; melhor dividir o serviço em partes; por exemplo, 250 direto, desliga, espera esfriar e, depois, continua; isso mantém a máquina em bom estado, pois pode esquentar muito.

* Não expor o cilindro à luz natural ou artificial por mais de 30 segundos, porque afetará a sua fotocondutividade.

* Ao trocar ou recolocar tanto o cilindro, quanto a lâmina no cartucho, lubrificá-los com estearato (pó branco), evita acidentes e /ou desgaste prematuro.

* Ao montar as duas partes do cartucho de impressão, é conveniente esticar as molas externas. Esta molas devem ficar na posição correta para que haja pressão suficiente e igual.

* Quando a cópia sai clara de um lado e normal do outro é porque a mola, do lado que está claro, não está bem colocada ou não exerce pressão suficiente.

* Se o cilindro mostrar uma parte do substrato de alumínio na sua extremidade é porque o toner está vazando pelo espaçador ou colar e, age como abrasivo, formando um anel prateado no cilindro “verde ou azul”. Neste caso, convém ajustar o espaçador e/ou trocar o colar plástico.

* Cilindro gasto gera  cópias muito claras ou “marcas de pneu”, no  sentido vertical, acinzentadas e com riscos, lembrando marcas de pneus.

* Pontos, traços, riscos simétricos e repetidos igualmente por toda a folha indicam cilindro riscado. Devemos, portanto, substituí-lo.

* Vazamentos podem ocorrer pela lâmina dosadora ou niveladora gasta, amassada; pode ocorrer também por excesso de toner colocado no reservatório, quando da remanufatura

Concluindo

Este cartucho trabalha de modo contínuo sem oferecer defeitos, desde que bem remanufaturado, desde que se observe o que ficou exposto acima. Este cartucho sobre o qual escrevemos o artigo, resultado da prática de uso em cópias, impressões e remanufaturas é comum nas máquinas HP 1120 e 1522.

Duas excelentes máquinas que não são mais fabricadas (lamentável).

A HP 1120 saiu de linha e em seu lugar entrou a HP lasejet 1132 mfp, cuja fusão, mais fraca, não aguenta direto  o mesmo número de cópias.

Remanufaturar é bem diferente de recarregar; leia nosso artigo sobre isso.

ANOTAÇÕES SOBRE IMPRESSORAS HP LASERJET 1120 E 1522
novembro 26, 2012 / Postagem por Professor Dario
Principais problemas, defeitos e suas soluções para as impressoras HP 1120 e 1522
Introdução

É uma lástima que essas impressoras tão completas e eficientes não sejam mais fabricadas pela HP.  Ambas são resistentes, imprimem com qualidade e facilidade de acesso aos recursos existentes. A 1120, mais simples, é sem o ADF, já a 1522, mais robusta, traz esse recurso tão prático e vantajoso para o usuário. A 1120 foi substituída pela laserjet 1132 mfp, porém esta tem um fusor menos resistente, pois a aproximadamente a cada 150 cópias diretas, ela volta a  produzir a cópia uma por uma, bem lentamente.  Isto não ocorre com as anteriores que podem trabalhar direto, mantendo o número de cópias por minuto sem diminuir a velocidade.

Dos cartuchos

Tanto a HP 1120 como a 1522 utilizam os cartuchos CB 436 A, que, mesmo copiando originais 100% chapados, fazem em média 1600 cópias com aproximadamente 100 gramas de toner pó em seus reservatórios. Portanto ambas produzem muito com baixo custo.  Trata-se de cartuchos simples, não oferecendo nenhuma dificuldade de remanufatura ou recarga.  Os insumos para esse cartucho são facilmente encontrados no mercado, possibilitando uma recarga adequada ou uma remanufatura correta: há muitas peças e tôneres compatíveis, facilitando a vida do reciclador.

Painel de controle

Fácil de operar, completo, prático; contendo todos os recursos a serem explorados tanto na impressora, na  copiadora como no  scanner. Número de cópias, ampliação, redução, digitalização, controle manual de claro ou escuro, tudo muito fácil de manusear.  Bandeja de papel  com boa capacidade de folhas e by pass muito original para o frente e verso.

A página de demonstração contém exemplos de texto e gráfico, pode ser alcançada assim: pressione configuração, botões de seta para selecionar relatórios, pressione OK, botões de seta para selecionar “página demo…” e por último pressione OK

O mapa de menus mostra configurações disponíveis, sendo alcançado pressionando configurações, botão de setas para chegar a relatórios, pressione, depois OK, e botões de seta  para chegar à estrutura de menus, finalmente OK.    A página de configuração mostra as configurações atuais e propriedades do produto: pressione configuração, botões de seta para relatórios , OK e botões de seta para selecionar relatórios de configuração, por último OK

Importante é o menu serviço para restaurar padrões de fábrica e também para entrar no modo automático de limpeza, que poderá levar mais ou menos 2′.  Isto para o técnico é  fundamental a fim de avaliar a qualidade da cópia, após esse método de limpeza geral. Pressione configuração, use os botões de seta para chegar ao menu serviço, clique OK, use os botões de seta para chegar ao modo de limpeza e clique OK, carregando A4, quando solicitado.

Problemas e soluções

O coração dessas impressoras está no cartucho de toner, é simples retirá-lo e colocá-lo na máquina.  Pode ser reparado, quando necessário, em questão de minutos. Apresenta uma desmontagem em duas partes, a saber: seção de lixo e seção de revelação.  Na seção de lixo fica a lâmina de limpeza ,ficam os dois mancais do PCR  e o próprio rolo de carga primária.  Na unidade de revelação ficam o rolo magnético, a lâmina niveladora ou dosadora, o cilindro, o pino do cilindro, o reservatório de toner para produção de cópias e impressões, os contatos elétricos, etc.

Códigos

50.1/2/3/8/9  dizem respeito ao fusor que, a  propósito, trabalha com película.

52  indica erro de scanner

54.1  refere-se a erro de hardware interno

Tente, primeiramente, esta saída para esses códigos:  desligue a impressora após 30″      Não dando certo, remova o protetor contra oscilação de energia ( módulo isolador, no-break, ou estabilizador de voltagem ), conectando a máquina diretamente na tomada.

Erro de memória de suprimento

Geralmente aparece 10.0000, ou 10.1000,  ou ainda uma mensagem de erro no display, indicando que o cartucho não possui uma etiqueta eletrônica ou apresenta erro de configuração.  Neste caso, tente o seguinte:  desligue a máquina, espere 30″, ligue novamente, pressione “OK”.  Tudo isso sem o cartucho instalado.  Somente depois do “OK” instale o cartucho novamente.

Fundo cinza

É decorrente da configuração de densidade de impressão muito alta, portanto reduza essa mesma densidade no HP toolbox fx.  Isto se o cartucho de impressão não estiver com defeito.  Outro aspecto a considerar é que quando há uma oscilação de energia, a impressora pode ter sido afetada, logo desligue-a, aguarde 10″ e reinicie o trabalho.  O procedimento que acabo de descrever se aplica também quando uma imagem que aparece na parte superior da página em preto sólido se repete no restante dela em fundo cinza.

Impressão clara na hp

Normalmente o que causa esse problema é o cilindro desgastado, ultrapassou o número de cópias para o qual foi dimensionado. Poderá ser também o rolo magnético sujo ou defeituoso, incluindo suas buchas alargadas, frouxas ou gastas.  Atenção!  Toner reaproveitado também pode ocasionar esse defeito.

Mancal do rolo magnético

É o suporte condutivo do rolo magnético, deve-se remover a graxa existente nesse terminal, deve-se limpá-lo com álcool isopropílico, colocando-se graxa condutiva de boa qualidade.  Essa peça também trabalha sem graxa, produzindo impressões ou cópias do mesmo jeito.

Marcas de pneu na cópia

Aparecem na borda direita da página e indicam que o cilindro está gasto: são marcas que cobrem uma área vertical sombreada com linhas que se assemelham a marcas de pneu na areia

Metade da folha é impressa, metade não

Aqui, o técnico deve observar o cartucho por fora.  Há duas molas que exercem pressão e uma delas está fora de lugar ou torta, geralmente no lado que está branco.  Outro problema pode estar originando este defeito, ou seja o pino que prende o cilindro está instalado incorretamente.  Importante: Não coloque graxa no pino que prende o cilindro. As molas são de tração, ou  de compressão; mantêm a pressão entre o cilindro e o rolo magnético. A ausência  de compressão ou perda de elasticidade causam impressões falhadas no lado em que a mola não está boa.  Uma dica é na desmontagem do cartucho para um trabalho de recarga ou remanufatura, esticar na mesma medida as duas molas, aumentando a sua pressão.

Riscos

Os riscos que aparecem na cópia são decorrentes do rolo de borracha (PCR) desgastado ou da lâmina dosadora/ niveladora defeituosa; a solução está na substituição dessas peças. Se estas peças estiverem com problemas poderá ocorrer vazamento de toner no interior da impressora, agravando o problema, exigindo uma limpeza geral.

Rolo magnético (encaixe e desgaste)

O encaixe não pode ser forçado, precisa se natural, pois mantém o contato elétrico. Aqui o ímã fica preso e o que gira é o rolo, captando toner do reservatório: não pode haver descuido na montagem, pois acarretará distorção na imagem: clara de um lado e escura do outro; pois poderá ter ocorrido falta de paralelismo entre o cilindro e o rolo magnético.  Um rolo magnético oxidado, sujo ou com manchas, riscos, etc. disponibiliza menos pó para o cilindro, portanto teremos linhas horizontais claras.

Carcaça

É conveniente observar o estado geral das duas unidades quando separadas e limpas. Se apresentarem sinais de corrosão, zinabre, trincas, partes quebradas, devem ser substituídas. Na unidade de lixo, onde se prende a lâmina de limpeza, não pode haver parafusos espanados e os dois mancais que prendem o rolo de carga (PCR) devem estar  perfeitos para que haja condutividade elétrica.

Concluindo

Essas duas impressoras são ótimas para escritórios, escolas e até para copiadoras porque não só possibilitam um rápido, prático e fácil manuseio, como também permitem várias possibilidades de consertos não dispendiosos de tempo e de  baixo custo.

 

Anotações de testes com multímetro e pulseira antiestática.
dezembro 9, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresenta ao técnico valores máximos e mínimos para testes com multímetro em componentes eletrônicos e mostra vantagens no uso da pulseira antiestática
Resistores

É necessário conhecer o código adotado para as cores e é medido em ohms

Fusíveis

Um fusível bom tem resistência zero.  Um queimado ou aberto apresenta resistência infinita

Capacitores

Os testes revelam se o capacitor está em curto. O valor medido deve ser infinito para o capacitor em bom estado.  Valores baixos, isto é, menos de 1 ohm, indicam curto e fuga.

Diodos

Devem ter resistência elevada no sentido inverso e resistência baixa no sentido direto. A escala a ser usada é a mais alta (ohm x 100 ou 1 k )  A resistência alta deve ser superior a 1m ohm e uma resistência baixa ou nula indica que o capacitor está com fuga.   As duas resistências baixas, nos dois sentidos indicam capacitor em curto e as duas altas, nos dois sentidos indicam diodo aberto.

Transformadores

São testados na escala mais baixa da resistência (ohm x 1 ou ohm x 10 )   Um enrolamento bom tem resistência  baixa, ou seja, entre zero e 10 ohm.  Estando acima desses valores está aberto.

Medição ou teste

Devemos medir sempre com o circuito desligado. Se você quer medir uma tensão de 3 volts, não use a escala 2 volts, pois tensões acima de 2 volts serão indicadas como 1,999volts, logo escolha a escala de 20 volts.  Resumindo:  em perfeitas condições, a resistência é baixa, inferior a 1 ohm, portanto se um cabo está partido, por exemplo, a resistência será muito alta.

Atenção

Quando se trabalha com componentes eletrônicos e placas, é necessário cuidado com a eletricidade estática e, para evitar descargas  elétricas, além de uma bancada devidamente aterrada, sugerimos ao técnico o uso de uma pulseira antiestática como mostra a figura abaixo.

Você poderá com ela evitar queimar ou torrar literalmente componentes eletrônicos delicados do sistema de impressão. Leia em artigo anterior sobre eletricidade estática e componentes eletrônicos para poder ampliar as informações sobre este assunto.

Anotações de estudo sobre a energia elétrica
novembro 19, 2012 / Postagem por Professor Dario
Noções básicas sobre eletricidade:corrente,tensão,resistência, fórmulas, frequência.
Introdução

A energia elétrica pode ser transformada em energia mecânica (motores), em calor (chuveiros), em luminosa (lâmpadas), em imagem (vídeo, televisão,tela de monitor), em sonora (aparelhos de som em geral), e em processamento de dados (computador). Não tem cor,cheiro,massa e é invisível; embora concreta e abstrata ao mesmo tempo, é ciência exata, pois podemos medir, calcular valores, aplicar, controlar, etc. No processo de formação de imagem nas impressoras, ela é fundamental porque trabalha com atração e repulsão de cargas elétricas (positivas e negativas).

Campo elétrico

É a distribuição de carga elétrica a uma região vizinha que sofre sua influência.  Trata-se de um campo de forças: saem cargas positivas e chegam cargas negativas, sendo a intensidade proporcional às linhas de força. Essas linhas apenas se tangenciam.

Tensão elétrica

É a diferença de potencial entre dois corpos, faz com que as cargas elétricas se movimentem, logo é chamada de força motriz e depende de um gerador de eletricidade : gerador, bateria, pilha dínamo, etc. A unidade de medida da tensão elétrica é o Volt (V), nome tirado de Alexandre Volta, inventor da bateria.   1kv (kilovolt)=1 000v empregado nas residências com 110v ou 220v.      1Mv(megavolt)=1 000 000 v  empregado nas indústrias com  no mínimo 380v.     Na informática em geral (caso das impressoras) é bom que o técnico ou entusiasta se familiarize com 1 mv (milivolt) ou 1v/1000=0,001v assim como no uso do voltímetro é fundamental conhecer o uv (microvolt )= 1v/1.000.000 ou 0,000001v.

Corrente elétrica

É o fluxo de elétrons num circuito, portanto depende do deslocamento de elétrons e corre do polo negativo para o polo positivo. (exatamente o contrário das baterias e pilhas).  A corrente elétrica é medida em Amperes, cujo símbolo é a letra A.  Em paralelo ao que vimos no subtítulo anterior, temos: 1KA=1.000A(kiloampere), 1MA=1.000.000A (megampere).  No estudo das impressoras, precisamos nos habituar com outra escala, ou seja, 1mA=1.000 (miliampere) e 1uA= 1.000.000(microampere).

Resistência elétrica

É a propriedade de um corpo em fazer oposição à passagem da corrente elétrica, sendo que a resistência elétrica é medida em ohms (físico alemão George Simon Ohm). A letra grega ômega é que representa a resistência. Deste modo temos: kiloohm, megaohm,miliohm e microohm; todos medidos pelo multímetro. Importante é ter em mente que a resistência é diretamente proporcional ao comprimento do condutor.  Um fio grosso oferece menor oposição à passagem da corrente elétrica,pois oferece menor resistência, portanto escoam mais cargas elétricas e com maior velocidade se comparado ao fio fino. Nas impressoras, o cobre é melhor condutor que o alumínio.

Fórmulas importantes

Quanto maior a temperatura a que está submetido um condutor, maior é a sua resistência. Corrente é representada pela letra “I” e sua unidade é o Ampere “A”.  Tensão ou voltagem é a força que provoca o movimento elétrico, representada pela letra “V”.  Resistência é a oposição à passagem da corrente, sendo representada pela letra ômega.  Vejamos, pois uma fórmula muito importante da qual o técnico principiante pode fazer uso: V = R x I (voltagem é igual à resistência vezes a corrente).  Outra fórmula de uso prático é  I = V/R ( corrente é igual à voltagem dividida pela resistência). Mais uma fórmula fundamental para o técnico é R = V/I  ( resistência é igual à voltagem dividida pela resistência).

Para refletir

A corrente que percorre um circuito é diretamente proporcional à tensão elétrica aplicada aos terminais desse circuito e inversamente proporcional à resistência elétrica. Entende-se por CC o mesmo que DC, isto é, corrente contínua, que flui numa única direção (Direct current) e entende-se por CA a corrente alternada, pois alterna o fluxo de corrente em duas direções (Alternating Current).

Frequência

Outra coisa que  um técnico não pode desconhecer é a frequência, isto é, um número completo de ciclos em um segundo (onda senoidal). No Brasil e Nos Estados Unidos a frequência é de 60 hz (Hertz), já na Europa é predominante a frequência de 50 hz.   Se 1 hz = l ciclo por segundo, temos que: 1  khz ( Kilohertz) = 1000hz, 1 mhz (megahertz) = 1.000.000hz e 1 ghz (gigahertz) = 1.000.000.000hz

Potência

A unidade de potência foi estudada por James Watt, físico inglês, equivale ao HP( horse power) na seguinte relação:  1 HP = 746watts. Saber calcular a potência de uma instalação ou equipamento é fundamental para dimensionar condutores elétricos ( fios) e proteção de um circuito (fusíveis).  Isto posto, temos que: 1 kw (kilowat) = 1000 watts  e 1 Mw (megawatt) = 1.000.000watts,       Uma fórmula também importante neste caso é a seguinte: P = V x I (potência é igual à voltagem vezes a corrente).

Lavoisier

Na Natureza nada se ganha, nada se perde, tudo se transforma. Vejamos a origem da energia que gera eletricidade:  Hidroelétrica (usina,represa), Eletroquímica (pilha), Termoelétrica (água aquecida,vapor,movimenta uma turbina, Fotoelétrica (painel solar, cerca elétrica), Piezoelétrica (cristais submetidos à pressão geram eletricidade, exemplo é a cabeça de cristal reprodutora de disco, outro exemplo impressoras), Nuclear ( pela fissão de átomos), Eólica ( ventos).

Transformador

Um entusiasta nada mais é que um apaixonado pelos estudos sobre componentes e funcionamento de impressoras, cada problema a ser solucionado é um desafio, logo deve conhecer os fundamentos , a teoria, os principais conceitos, pois quando estiver trabalhando, sua visão será mais atualizada, mais ampla e, portanto, sua análise mais profunda. Nesse aspecto convém conhecer um pouco sobre diodos, capacitores, resistores, varistores, transformadores, chips, placas, etc. a fim de que sua avaliação seja exata. Falemos um pouco sobre transformadores:

O transformador modifica a tensão alternada da rede na tensão requerida pelo aparelho. O Retificador transforma essa tensão alternada em contínua pulsativa. O filtro muda essa tensão contínua pulsativa em tensão contínua de baixa ondulação; o retificador faz uso de diodos e o filtro, de capacitores.  É sabido que todos os equipamentos requerem tensão contínua (DC); o transformador converte a tensão alternada (AC) para tensão requerida pelo equipamento, ainda AC. Os retificadores é convertem a tensão alternada (AC) em contínua (DC).

Alguns testes úteis na impressora a laser
novembro 18, 2012 / Postagem por Professor Dario
Testes úteis sobre lâmina de limpeza, fusão, vazamento de toner,etc.
teste para verificar a lâmina de limpeza

Aperte o botão para iniciar o processo de cópia. Com a tração do papel completa, interrompa a impressão, abrindo uma tampa superior da impressora ou a porta que dá acesso ao cartucho de toner. Retire a folha que foi tracionada como num atolamento. Retire o cartucho de toner e olhe se há imagem impressa no cilindro. Embora alguma coisa escrita possa aparecer no papel, nosso objetivo é olhar o “drum”, ou “OPC”, ou ainda o cilindro.

Recoloque o cartucho na impressora e aguarde que ela o reconheça. Retire novamente o cartucho e verifique se a imagem persiste em aparecer no cilindro. Se a imagem foi apagada por completo, significa que a lâmina está boa, e o processo de limpeza perfeito; porém se a  imagem ainda permanecer no cilindro, quer dizer que a lâmina não está cumprindo o seu papel e aí e´que está o defeito.

Podem ser atribuídos à etapa de limpeza do cilindro os seguintes defeitos: sujeira por toda a folha, risco escuro na vertical, defeitos repetitivos, falhas na impressão, etc.

teste para verificar a fusão

São muito comuns os seguintes defeitos :   impressão borrada, pó de toner não fixado, papel amassado no sentido vertical, deformidade de impressão, sujeira, linhas verticais, defeitos repetitivos, etc.  Se estes problemas não aparecerem na folha ou no cilindro, mas nas etapas posteriores; o defeito estará na fusão.

teste para verificar vazamento de toner

Inicialmente olhe o verso da folha impressa. Se ele tiver marcas de pó de toner, tudo indica que a impressora está suja, necessitando limpeza. Retire o cartucho de impressão, após desligá-la e aspire o pó que estiver visível, antes de passar um pano delicado no interior da máquina na região de percurso do papel.

Caso a sujeira persista, provavelmente o cartucho de toner está vazando e requer desmontagem. Todo vazamento ocorre ou por excesso de pó que ultrapassou o volume no reservatório de alimentação, ou no depósito de lixo,ou ainda por lâminas danificadas, parafusos espanados, ou peças excessivamente reutilizadas.  Toner vazando pode se acumular nas partes elétricas, provocando mau contato ou curto, pode se acumular nas placas, pode parar nas engrenagens travando-as,enfim causa muita dor de cabeça para o técnico.

teste para tonalizar cartucho da sharp modelo 1641/1645/1530/1240

Na medida em que fazemos as cópias com cartucho cheio de toner, notamos que as mesmas vão clareando. Devemos retirar o cartucho e rodar manualmente  um ciclo completo por 5 vezes. Se a qualidade melhorou um pouco, repetimos manualmente  o mesmo processo. Se a cópia melhorou e muito; o defeito está no agitador de toner dentro do reservatório, provavelmente na bucha do único eixo ali existente.

verificação do número de cópias

Sendo a “Causa” aquilo que determina um acontecimento, sendo a “Razão” a explicação ou justificativa para tal, sendo a “Circunstância” o estado em que as coisas estão no momento, um teste muito simples é verificar o contador da impressora. Por quê?  Muito simples, imaginemos que o ciclo de trabalho mensal seja numa impressora qualquer de 5000 cópias, sendo que o volume recomendado pelo fabricante seja de 2000 cópias. Estamos forçando todo o sistema, todo o mecanismo da máquina a uma carga de trabalho para a qual não foi projetado: desgaste generalizado de peças. No nosso exemplo, uma mancha na folha impressa seria a Causa, a Razão poderia estar num desgaste qualquer, como o das buchas do rolo pressor e a Circunstância seria o uso inadequado da impressora no momento, forçando-a além dos limites préestabelecidos. O proprietário da máquina deve ser orientado a respeitar o volume recomendado de cópias para evitar problemas com manutenção.

A impressora a laser colorida e a atuação da correia de transferência.
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar o processo de formação de imagem na impressora laser colorida com atuação do sistema de correia de transferência.
Analisando a imagem
funcionamento

vista explodida

O desenho que estamos observando mostra, esquematicamente, porém com muita clareza, o sistema de formação da imagem em impressora colorida a laser.

Observe que os diversos cilindros são escaneados e neles fica a imagem latente (eletrostática) que vem do laser. Há impressoras mais evoluídas que possuem dois ou mais Scanners.

Essa imagem ainda não é visível, real; porém observe que a alta tensão está presente em cada rolo de carga primária dos cilindros nas cores magenta ( M ), ciano ( C ), amarelo ( Y ) e preto ( BK ).

Observe ainda que a alta tensão também esta na unidade de ” Intermediate transfer belt ” ( ITB  ), o que vai assegurar que não haja erros e, com precisão, permitir que as diversas cores, tanto primárias como secundárias sejam transferidas com exatidão no papel.

Esse papel fará o percurso de todos os cilindros, será carregado e descarregado eletricamente  de modo a atingir o sistema de fusão onde o toner será fixado sem causar nenhum problema.

Tudo isso ocorrerá de maneira muito rápida na impressora a laser, devido à potencia dos processadores e da memória, cada vez mais evoluídos.

Observe que o processo de criação de imagem é o mesmo das monocromáticas, só que muito mais complexo: as diversas fases para cada cilindro são as mesmas ( laser, imagem latente, carregamento, rolo magnético, rolo de carga primária, lâmina de limpeza, transporte, fusão.

A diferença, entre pequenas e  outras, está no funcionamento da ITB coordenando no processo de formação de imagem a transferência do toner nas suas diversas cores e etapas.

Observando a parte baixa do desenho, podemos refletir sobre a linguagem entre o PC (computador ) e a impressora.

A HP desenvolveu o sistema de comunicação PCL ao lado do já existente Adobe Postscript. Tratam-se de invenções que estabelecem uma linguagem de comunicação mais veloz entre o computador e a impressora.

Importante é lembrar que no computador nos enxergamos tudo em pixels, porém para a impressora essa forma é demasiadamente lenta, logo os softwares de que estamos tratando mudam essa linguagem de comunicação em vetores, a fim de que haja maior velocidade sem perder a qualidade da imagem.

Concluímos que o processo todo é bastante sofisticado na produção de fotos cada vez mais aperfeiçoadas, inclusive pelo tipo de papel.

Vista de uma unidade de imagem

O que estamos vendo aqui é uma unidade de imagem da impressora Samsung clx3160, impressora a laser colorida.

Podemos notar as engrenagens que movimentam os quatro cilindros envolvidos no processo de formação de imagem.

Temos o azul, o magenta, o amarelo e o preto. Notamos também o cilindro principal. Após um determinado número de cópias ( aproximadamente 20.000), esta unidade irá gerar um código e a impressora irá solicitar que toda a unidade seja substituída.

Duas trocas desta unidade equivale ao preço da impressora. No mercado, há especialistas que trabalham com remanufatura à base de troca, porém o preço é bem salgado.

Infelizmente, o reset para este tipo de unidade de imagem quase sempre não funciona e a máquina fica mesmo parada.

Os cartuchos para esta unidade contêm toner suficiente para aproximadamente 1.000 cópias, como são praticamente blindados, a recarga fica difícil.

Dissemos recarga porque são apenas depósitos de toner nas suas diversas cores, ou seja, não contêm mais nada a não ser o espaço para o toner e o chip de contagem.

A qualidade da imagem é boa, porém para quem faz muitas cópias, convém analisar o custo e o fato de que não são mais fabricadas.

 

 

A importância das escovas e rolos de limpeza na manipulação do papel.
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar a importância das escovas, cerdas e filamentos, além dos rolos de limpeza no combate à eletricidade estática.
Ninguém dá muita importância

Normalmente, os operadores de copiadoras  mais antigas ou impressoras modernas reclamam que, na saída da máquina, o papel agarra ( uma folha na outra ), ficando difícil separá-las, pois aparentemente estão grudadas. Além disso, reclamam também que na bandeja de saída como as folhas grudam umas as outras ocorre como consequência um atolamento, portanto implicando parada do serviço que estava sendo executado.

A questão é simples de ser resolvida porém a maioria dos técnicos não dá muita importância para isso, inclusive verificando inúmeros outros locais, que poderiam estar influindo neste problema de atolamento de papel, tais como rolo fusor, rolo pressor, unhas separadoras, etc.

Na verdade o que está determinando o defeito é a eletricidade estática, carregada ou descarregada no papel, durante o processo de impressão. É, pois, necessário dissipá-la de alguma forma, para que o papel saia da máquina sem grudar, agarrar, ou colar entre si.

Dissipando a eletricidade estática

Os dissipadores de eletricidade estática são de custo mínimo porque lembram pequenas cortinas ou vassouras que estão dispostos na saída do papel, os quais em contato com as folhas reduzem essa eletricidade a níveis aceitáveis e que permitem uma certa tranquilidade no manuseio das folhas impressas.

Uma das causas da existência dessa eletricidade estática é que o sistema de tração com borracha aumenta e tende a criar o problema.  As “escovas”, citadas anteriormente e os rolos de limpeza são feitos de fios com propriedades específicas para que ocorra a dissipação.

Usam-se materiais ( tecidos) que  apresentam filamentos e cerdas altamente dissipativos dessa eletricidade, pois apresentam alto poder de condutividade para que aconteça a descarga do papel.

Pincel antiestática

É sempre bom lembrar que o uso de um pincel ESD, ou seja, um pincel antiestático contribui muito para serviços de manutenção em componentes eletrônicos como os das impressoras. Estes pincéis, em geral, são como as cerdas ou filamentos das escovas que vêm nas impressoras, constituídos de material antiestática, ou seja polipropileno preto, carbono,e outros dissipativos.

Sugestão

Caso a sua impressora venha apresentando este tipo de problema na saída do papel, observe a primeira imagem e adapte uma tira com filamentos antiestática na saída da máquina.

Quanto aos rolos de limpeza, basta aspirá-los a fim de que a limpeza se efetue nas impressoras a laser que apresentam este tipo de insumo.

Você sabe como é formada a imagem nas impressoras (HP) a laser ?
dezembro 31, 2012 / Postagem por Professor Dario
Apresentar o processo de formação de imagem na impressora laser passando por exposição,carregamento, transferência, separação. fusão e limpeza

Introdução

É formada através da interação (integração) de várias tecnologias, incluindo a eletrônica( placa lógica e seus componentes),a ótica (laser,espelho e canhão do laser), a eletrofotográfica (cilindro, rolo magnético, rolo de carga primária), a térmica (fusor,pressor, termostato,termistor,etc.) para produção da página a ser impressa.  Cada tecnologia é independente e articulada (coordenada) a todo processo (sistema completo), envolvendo cinco sistemas ou unidades: formação da imagem eletrostática ou latente, desenvolvimento, transferência, fusão e limpeza do cilindro.

Estes sistemas serão vistos em sete imagens, devidamente comentadas ,com base no manual de serviço de uma impressora HP 1522 mfp.

Sistema de carga primária

 

A corrente contínua  (DC) e a corrente alternada (AC) aplicam uma voltagem ao rolo de carga primária, o qual transfere um uniforme conjunto de cargas negativas ao cilindro (OPC ou Drum ), que é fotossensível. Em palavras bem simples, o cilindro fotossensível é carregado negativamente pelo rolo de carga primária, conforme o esquema da figura ao lado.

Observamos que a corrente direta( DC ) proveniente da rede elétrica  foi  transformada em corrente alternada( AC ) na impressora. Notamos também que o próprio cilindro ( OPC ) se incumbe em descarregar a corrente, funcionando como o terra no sistema.

O rolo de carga primária das impressoras modernas corresponde à caixa de corona e seu fio nas impressoras mais antigas como as analógicas e outras digitais. A palavra Bias pode significar entre tantos verbetes “voltagem aplicada” e/ou viés.

Transposição e exposição do laser

O raio laser, emitido pelo canhão de laser, como feixe de luz, é direcionado por espelhos, geralmente sextavados e giratórios, incluindo também espelhos fixos até a tingir o cilindro fotossensível.  Ao escanear o cilindro, o raio laser neutraliza as cargas negativas em algumas partes desse cilindro. Assim sendo, forma-se uma imagem eletrostática latente na superfície do cilindro.

Importante é saber que o cilindro (OPC) a que nos referimos é composto por várias camadas: a de transporte de carga, a de geração de carga, a de sub aterramento e a de substrato de alumínio. A imagem eletrostática latente  é escaneada na primeira destas camadas a que nos referimos.

Anteriormente  os cilindros eram de selênio (cor de prata), atualmente são fotocondutores orgânicos(verde ou azul). Antigamente, um manuseio constante do cilindro poderia ser prejudicial à saúde; hoje já não ocorre tal risco. O selênio é potencialmente perigoso por ser cancerígeno.

 

Desenvolvimento

No depósito de toner, há um rolo magnético  para o qual as partículas de toner são atraídas, esse rolo magnético é milimetricamente separado do cilindro por espaçadores. O toner do reservatório salta para o rolo magnético e depois salta novamente para o cilindro. Há uma lâmina que nivela a dosagem, tanto que é denominada de Lâmina dosadora (Doctor blade)

Neste ponto é preciso lembrar que o cilindro estava carregado negativamente e esse carregamento negativo foi neutralizado pelo laser. Em certos pontos, o cilindro tem cargas positivas e exerce aí atração, para que partículas de toner preencham o espaço onde estava inscrita a imagem latente, ou eletrostática.

Em palavras mais simples, observando a imagem ao lado podemos notar que existe atração por diferença de carregamento elétrico, ou seja, o toner, que está no  rolo magnético é negativo, portanto,  é atraído pelas cargas positivas do cilindro, que teve suas cargas negativas neutralizadas pelo laser.

É pura matemática onde os iguais se repelem e os diferentes se atraem.

Na imagem, stirrer é um mecanismo agitador do pó de toner a fim de que ele flutue e se movimente em direção ao rolo magnético.

Transferência

Existe nesse sistema todo um rolo, cuja importância é fundamental para a cópia ou impressão; é o rolo de transferência.  Carregado positivamente, exerce uma certa atração pelo toner no papel, quando este passa por ele. O rolo de transferência, em palavras bem simples, contribui por diferença de carregamento elétrico, para  que o toner seja transportado do cilindro ao papel.

Notamos na figura que o cilindro está carregado negativamente e  o rolo de transferência positivamente. Quando o papel passa por eles, o rolo de transferência entra em ação, transferindo o toner para o papel, também por diferença de carregamento elétrico.

Até aqui percebemos uma aplicação prática da matemática  ministrada no ensino fundamental, onde cargas de sinais  iguais se repelem e cargas de sinais  diferentes se atraem.

Observe o sentido de rotação do cilindro fotossensível e o sentido de rotação do rolo de transferência, isso contribui para o transporte do papel entre eles, papel este que já veio tracionado e transportado desde a bandeja ou gaveta,após ter sido  pescado pelo pick-up roller, até se dirigir ao fusor.

Separação

Como o papel consegue se desprender  do cilindro fotossensível, uma vez que está praticamente grudado nele, dada a atração eletrostática?  É através da elasticidade do papel e do próprio movimento dos rolos que giram, impulsionando o papel a prosseguir em seu caminho, ou seja, transportado rumo ao fusor.

Além disso uma carga estática ajuda a eliminar a adesão do papel ao cilindro (Drum)

 Nas impressoras a laser essa carga estática é fundamental para que o papel não enrole, fique atolado, se transforme em formato de sanfona, impedindo a impressão correta e completa da imagem formada.

Note o sentido de giro tanto do cilindro como do rolo de transferência

Fusão

É composta, fundamentalmente, de um rolo pressor e de um rolo fusor. Conforme a impressora, pode haver: termostato, termistor, película (é o caso desta HP)e até lâmpada de fusão. O importante é saber que o papel vem para o fusor com as partículas de toner apenas colocadas nele. É preciso fundi-las, ou seja, derreter essa  ” tinta seca ”  para que ela se fixe no papel , fundindo a imagem definitiva .

O toner é constituído de vários elementos e, entre eles, há adesivos plásticos que, ao derreter, fixam o toner no papel. Aqui podemos ter um aquecimento da ordem de 200 a 220 graus. Não se deve, portanto, mexer no fusor, quando a máquina está sendo usada. É preciso para qualquer manutenção desligar e aguardar o resfriamento do mesmo.

É a temperatura elevada pela voltagem aplicada ao fusor que “derrete ” o toner, fixando-o. A eletricidade estática existente na saída do papel é amenizada por escovas rotativas ou filamentos e/ou cerdas existentes  no chassi (carenagem) da máquina.

Limpeza do cilindro

É feita pela lâmina de limpeza que retém o que sobra do toner não utilizado, quando do preenchimento da imagem latente. O toner vai para um depósito, chamado pelos técnicos de “lixeira”.   É importante lembrar que a lâmina de limpeza (Wiper blade) não pode apresentar deformidades , que acabará influenciando a cópia impressa.  Essa lâmina deve ser substituída ao menor sinal de defeito, inclusive precisa ser vista com lupa.

Outra coisa importante é não recarregar, misturando toner de marcas diferentes a fim de evitar problemas com mau funcionamento ou qualidade de impressão.

“Sweeper strip” pode ser entendido como uma vassoura e/ou varredora

Expusemos aqui as diversas fases dos diferentes sistemas para a produção de cópias ou impressões.

Que é ITB (Intermediate Transfer Belt) e qual a função na laser colorida?
janeiro 8, 2013 / Postagem por Professor Dario
Apresentar a Correia de transferência intermediária e sua importância junto aos cartuchos de toner coloridos
Introdução

A complexidade do processo de formação de imagem e  impressão na multifuncional a laser colorida é muito maior do que o mesmo processo na laser monocromática. Isto porque há quatro cartuchos envolvidos com vários cilindros, sendo que cada um tem a sua cor básica: ciano, magenta, amarelo e preto.  É da combinação dessas cores primárias que as demais são formadas, ou aparecem na imagem impressa.

ITB ou Intermediate transfer belt

Durante o processo de formação de imagem podem ocorrer erros de registro ou micro desalinhamento, durante a impressão de cada uma das cores. Podem ocorrer problemas como: dispersão da cor que se desejava ou se esperava, desfocagem da imagem em si, muita luz ou pouca luz nas bordas da impressão, listras escuras pelos cantos da folha, etc.

Todos esses defeitos precisam ser evitados ou corrigidos, portanto para permitir maior precisão de registro, algumas impressoras no mercado de multifuncionais a laser, empregam o sistema ITB.

Trata-se de um cinto rotativo largo, grande, denominado ” Cinta Intermediária de Transferência de toner ou imagem.”   Essa Correia de Transferência, como é conhecida, passa em frente a todos os cartuchos de toner (quatro acima mencionados) e possibilita maior precisão no carregamento do toner em camadas uniformes.

Algumas ” ITB ” são dimensionadas de fábrica para atenderem a 100.000 cópias, depois desgastam ou travam a máquina e outras contêm  incluído o primeiro rolo de transferência, fora o de limpeza ou as escovas de limpeza.

A ITB contribui para a perfeição da imagem na impressora a laser colorida, uma vez que capta o registro perfeito da imagem nesse processo de formação e distribui para o cilindro de maneira muito precisa.

Funcionamento
quatro cilindros

esquema de funcionamento

Inicialmente precisamos entender que a imagem eletrostática do cilindro é transferida para a ITB e esse processo é repetido para cada cartucho de toner colorido existente na máquina, inclusive numa determinada ordem: amarelo, magenta, azul e por último preto.

Trata-se portanto de um insumo (peça) de precisão, de exatidão extrema, miraculoso, na medida em que a mídia (papel) está se movimentando entre a ITB e o rolo de transferência secundário, por diferença de carregamento triboelétrico (já estudamos em artigo anterior) o toner vai sendo nas sua diversas cores e combinações atraído para o papel, até se dirigir ao fusor.

Muito interessante é saber também que o papel se separa da Correia ou Cinta de transferência, através de uma peça, chamada “eliminador de carga estática”. Esse “eliminador contribui para estabilizar a alimentação do papel e seu transporte, impedindo atolamentos e manchas na cópia, devido a baixa temperatura e possível umidade local.

No final, o papel se separa da cinta ou correia de transferência no seu ponto mais alto e volta para iniciar o processo no ponto mais baixo novamente.

Limpeza

A ITB tem um rolo de limpeza eficiente e, até, uma escova de limpeza; ambos têm uma voltagem positiva polarizada, posta neles. No caso de retirada da impressora da unidade “ITB”, é conveniente pegá-la pelas bordas, ou pelas laterais, uma vez que a cinta (larga) é extremamente sensível.

É preciso muita atenção para não arranhar a superfície da TBI, visto que poderá apresentar defeito de funcionamento.

A figura nos mostra o posicionamento da ITB e dos quatro cartuchos coloridos: azul, magenta,amarelo e preto (de baixo para cima), mostrando a transferência e separação para cada um; iniciando pelo registro e terminando na fusão do toner colorido no papel.

Observe que a ITB atua em todos os carregamentos no processo de formação da imagem.

Velocidade

Esse conjunto de operações exigiu que as impressoras ganhassem mais velocidade. As impressoras atuais têm CPUs com velocidade superior a 300 mhz; apresentam também grande memória RAM, pois um dos requisitos é o armazenamento temporário de imagem, enquanto o processador está ocupado com o trabalho pesado. Por isso temos que a laser é capaz de produzir muitas cópias por minuto.